<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787</id><updated>2012-01-25T17:07:23.186-08:00</updated><title type='text'>Mnemosyne - blog de Zita Possamai</title><subtitle type='html'>Mnemosyne é a deusa da memória, para os gregos. Da sua união com Zeus nasceram várias musas, entre elas Clio, a deusa da História. Este blog contempla um diálogo entre Clio e Mnemosyne. Memória, Patrimônio, Cidade, Cultura Visual, Fotografia, Educação, Museus são alguns dos temas objeto de discussão e divulgação. Além disso, traz atividades específicas aos estudantes de Educação à Distância da UFRGS.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>59</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-3370770814138087055</id><published>2011-07-02T15:23:00.000-07:00</published><updated>2011-07-02T15:23:39.458-07:00</updated><title type='text'>Museus devolvem coleções aos países de origem</title><content type='html'>Quem conhece um pouco a história dos museus, sabe que muitas das coleções dos grandes museus do mundo originaram-se das conquistas territoriais em regiões estrangeiras. Pilhagens de guerra ou expedições científicas não raro explicam a formação de coleções fantásticas provenientes da África, Oriente e América presentes nos grandes museus europeus e norte-americanos. Há alguns anos, no entanto, o campo internacional dos museus vem debatendo a devolução de coleções aos seus países de origem. &amp;nbsp;O assunto é controverso e já se falou que se o Museu do Louvre, por exemplo, necessitasse devolver sua coleção de pintura italiana renascentista (incluindo a Mona Lisa), teria que fechar suas portas. No esteio dessa discussão forja-se &amp;nbsp;o conceito de Museu Universal, aqueles museus responsáveis por abrigar coleções provenientes de todo o globo, entre os quais estariam apenas o próprio Louvre, o Britânico e o Metropolitan. Enquanto os debates continuam, algumas iniciativas vem sendo efetivadas por alguns museus. A edição do mais recente Boletim do Conselho Internacional de Museus (fevereiro 2011) noticiou duas ações nesse sentido e que merecem consideração. A primeira delas refere-se à devolução ao governo do Chile de quatro múmias pré-colombianas, datando de 5000 a.C. que se encontravam sob guarda do Museu de Etnografia de Genebra, Suiça. Esse é um caso curioso e que não serve de exemplo dos casos mencionados acima. Essas múmias haviam sido oferecidas a esse museu por um colecionador. O Museu, no entanto, seguindo o código de Deontologia do ICOM, não aceitou a doação e buscou conhecer a proveniência legal das peças. A partir do momento em que o colecionador expressou sua vontade de restituir as múmias ao Chile, o Museu de Etnografia passou a cuidar de sua guarda. Outra iniciativa pode ser considerada, no mínimo, oportunista. O Museu do Brooklin de Nova Iorque anunciou no jornal &amp;nbsp;&lt;i&gt;New York Times &lt;/i&gt;o desejo de restituir 4000 peças arqueológicas pré-colombianas ao Museu Nacional da Costa Rica. Essas obras fazem parte de uma coleção de 16000 peças reunidas ao longo do século XIX por Minor C. Keith, antes de serem adquiridas pelo Museu em 1934. Até aqui tudo bem. No entanto, o Museu do Brooklin deseja receber &amp;nbsp;59000 dólares para que o&amp;nbsp;Museu Nacional da Costa Rica possa expor a coleção. Vê-se que o debate e a reflexão suscitada pela problemática colocada pelas restituições tem gerado práticas das mais diversas e inusitadas. Acompanhemos atentos.&amp;nbsp;Quem sabe algum museu estrangeiro devolve ao Brasil algum objeto importante do patrimônio brasileiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-3370770814138087055?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/3370770814138087055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=3370770814138087055' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3370770814138087055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3370770814138087055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/07/museus-devolvem-colecoes-aos-paises-de.html' title='Museus devolvem coleções aos países de origem'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-2830073444348532331</id><published>2011-05-13T17:58:00.001-07:00</published><updated>2011-05-13T18:09:05.791-07:00</updated><title type='text'>Clubes Sociais Negros do Rio Grande do Sul</title><content type='html'>&lt;div&gt;Os clubes sociais foram importantes espaços de sociabilidade dos negros no estado do Rio Grande do Sul. Graças à incansável atuação de Giane Vargas e outros militantes, em Santa Maria, o Clube 13 de Maio foi preservado e abriga, hoje, um museu comunitário. Agora, chegou a vez de lutar pela preservação do Clube 24 de Agosto, localizado em Jaguarão, no Sul do Estado. A Unipampa, sediada naquela cidade, está engajada nesse movimento. Abaixo um texto com maiores detalhes e o link para assinar a petição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://museutrezedemaio.blogspot.com/"&gt;http://museutrezedemaio.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;a href="http://www.peticaopublica.com.br/?pi=clube24" target="_blank" style="color: rgb(20, 125, 186); "&gt;http://www.peticaopublica.com.&lt;wbr&gt;br/?pi=clube24&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto é o da moção de apoio à causa do 24 construída em parceria entre Câmara Municipal, Prefeitura, Clube 24 de Agosto e coletivo da UNIPAMPA.&lt;br /&gt;Peço que reproduzam este texto e o abaixo-assinado em blogs, sites, em todos os lugares!&lt;br /&gt;Na última segunda-feira os integrantes do Clube 24, profissionais da UNIPAMPA e demais interessados da sociedade, estiveram em audiência com a Câmara de Vereadores. No final foi votada uma moção de apoio à luta do Clube 24 por sua sede social e foi montada uma comissão (Clube, Câmara Municipal, Prefeitura Municipal, Coletivo da UNIPAMPA) que reivindicará uma reunião com o Ministério Público Federal afim de apresentar um dossiê sobre o caso e pedir a reavaliação dos processos.&lt;br /&gt;Nesta última terça, em reunião na sede do Clube, começou a organização de um ato cultural que terá como ponto central um abraço solidário ao Clube 24 de Agosto. Este ato acontecerá no dia 15 de maio à tarde, um domingo. Semana que vem encaminharemos os cartazes da atividade para que a divulgação se multiplique!&lt;br /&gt;Muito obrigado pela tua atenção e pelo teu apoio!&lt;br /&gt;Assinam este email,&lt;br /&gt;Caiuá Cardoso Al-Alam&lt;br /&gt;HIlda Jaqueline Fraga&lt;br /&gt;Adriana Fraga&lt;br /&gt;Maria Fernanda Passos&lt;br /&gt;Andrea Lima&lt;br /&gt;Clube 24 de Agosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; "&gt;Moção de apoio ao Clube 24 de Agosto na luta da manutenção de sua sede social&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;Tendo em vista a importância da participação da comunidade na preservação de seu patrimônio cultural, vimos por intermédio deste, manifestar nosso apoio ao Clube negro 24 de Agosto. O Clube está passando por um processo em que pode vir a perder sua sede. Reconhecendo ser este um território de preservação da cultura afrobrasileira solicitamos o envolvimento de toda a sociedade nesta causa.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;Fundado em 1918 por trabalhadores negros que se uniram em classe – a chamada “União da Classe”, no âmbito do Círculo Operário Jaguarense -, o Clube 24 de Agosto, conforme demonstram trabalhos de história, consolidou-se com um importante espaço de sociabilidade e resistência da comunidade negra jaguarense, que era excluída dos locais de divertimento da sociedade da época, no período do pós-abolicionismo.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;Neste sentido, buscamos apoio para a preservação da memória em torno do bem e solicitamos a abertura de processo de tombamento para a proteção legal da construção, visando impedir a destruição do prédio e/ou alterações que venham a descaracterizá-lo.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;Também solicitamos apoio ao reconhecimento do Clube 24 de Agosto como território negro de ações sociais e culturais da cidade de Jaguarão.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;Mais ainda, buscamos o reconhecimento da prática social do Clube 24 de Agosto como pertencente a um conjunto maior de ações culturais afrodescendentes, contextualizadas no cenário nacional e estadual, de atuação dos clubes sociais negros como territórios vitais para a construção, revitalização e atuação de identidades culturais.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;Para tanto, solicitamos a revisão dos trâmites processuais dos processos número 70040221855 e 70042166249, que acabaram levando ao leilão da sede do Clube 24 de Agosto, tendo em vista os equívocos apontados pela advogada responsável pela condução de tais processos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; "&gt;Para finalizar solicitamos a não execução da dívida oriunda de cobranças de arrecadação de execuções musicais pelo ECAD, visto que, a entidade é questionada nacionalmente pela forma de atuação.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-2830073444348532331?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/2830073444348532331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=2830073444348532331' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2830073444348532331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2830073444348532331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/05/clubes-sociais-negros-do-rio-grande-do.html' title='Clubes Sociais Negros do Rio Grande do Sul'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-3593399293376494960</id><published>2011-04-16T12:18:00.000-07:00</published><updated>2011-04-16T12:36:39.758-07:00</updated><title type='text'>Shangai por Xuanmim Jin</title><content type='html'>&lt;div&gt;O segundo fotógrafo chinês, também designer, radicou-se em Shangai em 2004. Suas vistas da cidade sao exuberantes, mostrando a arquitetura pós-moderna convivendo com a urbe histórica. Nao consegui baixar aqui nenhuma imagem, mas o site é bastante convidativo. Através de suas fotografias, conhece-se a Shangai fotografada por ele. Visite &lt;a href="http://www.xmjphotos.com/"&gt;http://www.xmjphotos.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-3593399293376494960?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/3593399293376494960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=3593399293376494960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3593399293376494960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3593399293376494960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/04/shangai-por-xuanmim-jin.html' title='Shangai por Xuanmim Jin'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-4518713826333277151</id><published>2011-04-16T11:43:00.000-07:00</published><updated>2011-04-16T11:52:15.242-07:00</updated><title type='text'>China por Gangfeng Wang</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rcUKpimMuos/TanjYyh_hpI/AAAAAAAAAGM/ohC8tobAlQE/s1600/b-000007-m%2B-%2B%25E5%2589%25AF%25E6%259C%25AC.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 166px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-rcUKpimMuos/TanjYyh_hpI/AAAAAAAAAGM/ohC8tobAlQE/s200/b-000007-m%2B-%2B%25E5%2589%25AF%25E6%259C%25AC.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596254027005265554" /&gt;&lt;/a&gt;Por acaso encontrei dois cartoes de galerias de fotografias que visitei em Shangai. Ambas localizavam-se no Centro Financeiro da cidade, uma das torres mais altas do mundo. Visitando o site do fotógrafo Gangfeng  Wang fiquei, mais uma vez, em êxtase com suas fotografias. Segundo seu site, ele foi o primeiro fotógrafo de moda da China, tendo clicado para a revista Elle. Mas o que gostei mesmo foram as imagens das pessoas comuns que se dedicou a fotografar pelos recônditos da China. Sao imagens de pura beleza, especialmente de criancas e velhos. Essa imagem postada aqui será meu gancho para falar em próximo post da tolerância no trânsito de Shangai, onde convivem amistosamente carros, bicicletas, carrocas e pedestres.  Nao deixem de percorrer essas imagens, pois sao simplesmente fascinantes.&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.gangofone.com.cn/"&gt;http://www.gangofone.com.cn&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-4518713826333277151?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/4518713826333277151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=4518713826333277151' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/4518713826333277151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/4518713826333277151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/04/china-por-gangfeng-wang.html' title='China por Gangfeng Wang'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-rcUKpimMuos/TanjYyh_hpI/AAAAAAAAAGM/ohC8tobAlQE/s72-c/b-000007-m%2B-%2B%25E5%2589%25AF%25E6%259C%25AC.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-3615196415845621475</id><published>2011-03-02T15:25:00.000-08:00</published><updated>2011-03-02T15:32:12.240-08:00</updated><title type='text'>Aprovada regulamentação da profissão de historiador</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; "&gt;&lt;div class="tituloVerNoticia" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal bold 24px/normal 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Os colegas historiadores do Rio Grande do Sul sabem que defendo a regulamentação da nossa profissão. Parece que uma das batalhas já está vencida. O projeto de lei foi aprovado na CCJ do Senado. A notícia publicada no site do Senado está transcrita abaixo, dando detalhes das modificações solicitadas pelos deputados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="tituloVerNoticia" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal bold 24px/normal 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="tituloVerNoticia" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal bold 24px/normal 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, sans-serif; font-size: 16px; "&gt;&lt;div class="titulosPaginas" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 3px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 20px/normal 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; background-image: url(http://www.senado.gov.br/noticias/img/bgTitulos.gif); background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: initial; font-weight: normal; background-position: 50% 0%; background-repeat: repeat no-repeat; "&gt;/NOTÍCIAS&lt;/div&gt;&lt;div id="divTextoPagina-noticias" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 15px; font: normal normal normal 14px/normal 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 24px; "&gt;&lt;div class="editoriaVerNoticia" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 12px; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;font-weight: normal; "&gt;&lt;b style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-weight: bold; "&gt;COMISSÕES / Constituição e Justiça&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;02/03/2011 - 15h14&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;CCJ aprova regulamentação da profissão de historiador&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="textoNovo" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 570px; "&gt;&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 5px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 564px; float: left; "&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A&lt;/span&gt; regulamentação da profissão de historiador foi aprovada, nesta quarta-feira (2), pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A proposta, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), estabelece que a profissão de historiador poderá ser exercida pelos diplomados em curso de graduação, mestrado ou doutorado em História.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; "&gt;Entre as atribuições dos historiadores, o projeto (&lt;a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=92804" target="_blank" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-decoration: none; font-weight: bold; "&gt;PLS 368/09&lt;/a&gt;) lista o ensino da disciplina no ensino básico e superior; o planejamento, a organização, a implantação e a direção de serviços de pesquisa histórica; o assessoramento voltado à avaliação e seleção de documentos para fins de preservação.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; "&gt;A proposta já havia sido aprovada em &lt;span class="textoApoio auxiliar" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: dotted; border-bottom-color: rgb(0, 111, 159); cursor: help; position: relative; "&gt;decisão terminativa&lt;/span&gt;, em março de 2010, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Mas a aprovação de emenda de Plenário do senador Alvaro Dias (PSDB-PR) e de requerimentos dos senadores Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e do então senador Flávio Arns (PSDB-PR) fez a matéria retornar à CAS, bem como exigiu sua análise pela CCJ e pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; "&gt;Relator do projeto na CCJ, Flexa Ribeiro recomendou sua aprovação com o acolhimento da emenda de Alvaro Dias. A mudança proposta em Plenário simplificou uma das atribuições dos historiadores para a "organização de informações para publicações, exposições e eventos sobre temas de História". O texto aprovado pela CAS detalhava os locais (empresas, museus, editoras, produtoras de vídeo e CD-ROM ou emissoras de televisão) de realização dessa atividade.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; "&gt;- O texto original do inciso que se pretende alterar era excessivamente detalhista e enumeratório, o que depõe contra a generalidade, clareza e precisão da norma - explicou Flexa Ribeiro em seu parecer.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; "&gt;O relator reconheceu o "relevante" papel exercido pelos historiadores na sociedade e considerou que a inexistência de uma regulamentação pode abrir esse campo a profissionais de outras áreas sem as qualificações necessárias para desenvolver um trabalho adequado com objetos e assuntos históricos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="nomeJornalista" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Iara Farias Borges e Simone Franco / Agência Senado&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-3615196415845621475?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/3615196415845621475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=3615196415845621475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3615196415845621475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3615196415845621475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/03/aprovada-regulamentacao-da-profissao-de.html' title='Aprovada regulamentação da profissão de historiador'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-2193664441475750165</id><published>2011-03-02T15:14:00.000-08:00</published><updated>2011-03-02T15:21:57.894-08:00</updated><title type='text'>Destruição dos Documentos Judiciais</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; "&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color:black"&gt;Transcrevo abaixo a notícia publicada no Boletim da Associação Nacional de História, em março de 2011, sobre a destruição dos processos judiciais, prevista no novo Código de Processo Civil: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;A ANPUH- Associação Nacional de História através de sua diretoria, de seus representantes junto ao CONARQ e de alguns de seus filiados como as professoras Silvia Hunold Lara, Fernando Teixeira e Gladys Sabina Ribeiro vem participando ativamente das discussões em torno do novo Código de Processo Civil, que já foi aprovado no Senado Federal e que se encontra na Câmara Federal para tramitação. No final do ano passado tudo o que se conseguiu foi a retirada do projeto de qualquer referência a questão da destruição dos processos judiciais. Continuaremos lutando junto aos deputados para que o novo código, ao contrário do que querem amplos setores do Judiciário, embora tenhamos do nosso lado importantes lideranças dessa área, não preveja nenhuma forma de destruição dos processos judiciais, e que esta questão seja tratada por uma lei específica, no bojo da discussão mais ampla de uma política nacional de arquivos. Estamos enviando&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H%7C89091%7C34439%7C38261&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.anpuh.org%2Fdownload%2Fdownload%3FID_DOWNLOAD%3D461" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#147DBA"&gt;carta ao Presidente do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;solicitando uma reunião daquele órgão para a discussão dessa matéria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="MsoNormalTable" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="530" style="width: 397.5pt; "&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td valign="top" style="padding:0cm 0cm 0cm 0cm"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;UMA LEI PARA PROTEGER OS PROCESSOS JUDICIAIS&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Volto a tratar de um tema candente: o da   preservação do patrimônio documental no Brasil - mais especificamente da   documentação produzida pelo Judiciário.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Como todos devem lembrar, em meados do ano   passado, o Projeto de Lei 166/2010, que reforma o Código de Processo Civil,   incluiu um artigo (de número 967) permitindo a destruição dos autos findos há   mais de cinco anos. Logo houve uma grande movimentação em torno das idéias   preservacionistas: reuniões com o presidente da comissão que redigiu o   Projeto de Lei e com diversos senadores, até se chegar à emenda Suplicy, que   invertia o sentido daquele famigerado artigo, defendendo a preservação dos   processos judiciais (em seu suporte original ou por meio da microfilmagem ou   digitalização). Tudo parecia caminhar bem até que, no jogo de forças do   Senado, os defensores da eliminação dos processos conseguiram reverter o   quadro nos instantes finais da tramitação, introduzindo no texto que foi   submetido à votação o artigo 1.005, cuja redação era ainda mais radical que a   do 967.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Felizmente, o bom senso prevaleceu, não sem   pressões, e o texto aprovado pelo Senado em 15 de dezembro do ano passado e   enviado à Câmara dos Deputados excluiu aquela determinação. Mas também não   incluiu qualquer artigo sobre a necessidade de se guardar e preservar e os   processos judiciais.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;O assunto volta, portanto, à baila - e é urgente.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;O que fazer a partir de agora?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;A resposta depende de três aspectos importantes,   de natureza diversa.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Em primeiro lugar, os esforços empreendidos até   agora visaram eliminar qualquer determinação destrutivista do corpo do Código   de Processo Civil. Reagimos a uma agressão à História. Por isso, a ausência   do artigo 967 (e do seu substitutivo 1.005) no texto do Projeto de Lei que   seguiu para a Câmara pode ser considerada uma vitória. Em segundo lugar, é   preciso reconhecer que não basta lutar por determinações preservacionistas   somente para os processos civis. O Código do Processo Criminal nada fala a   respeito da guarda permanente dos autos judiciais e, na Justiça do Trabalho,   a lei 7.627, de 10 de novembro de 1987 - ainda vigente - permite a "&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H%7C89085%7C34439%7C38261&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.unicamp.br%2Fcecult%2Fpdf%2Flei%2520no%25207.627%2520de%252010.11.1987.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:11.0pt;color:#147DBA"&gt;a   eliminação, por incineração, destruição mecânica ou por outro meio adequado,   de autos findos há mais de 5 (cinco) anos, contado o prazo da data do   arquivamento do processo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;". Mesmo que o Código de Processo   Civil determinasse a preservação dos processos, haveria um longo caminho a   percorrer até que essa se tornasse uma prática legalmente reconhecida em   todas as áreas da Justiça.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Em terceiro lugar, a lei 6.246, de 1975, que   suspendeu o artigo 1.215 do atual Código de Processo Civil (promulgado em   1973) que também mandava eliminar os autos findos há mais de cinco anos,   menciona explicitamente a necessidade de uma "&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H%7C89086%7C34439%7C38261&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.unicamp.br%2Fcecult%2Fpdf%2Flei+no+6.246+de+07.10.1975.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:11.0pt;color:#147DBA"&gt;lei   especial [que] discipline a matéria&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;". A lei 6.246 resultou de   embates semelhantes aos que empreendemos no último ano, mas a elaboração de   uma legislação especial sobre a matéria até agora não aconteceu. A tal lei,   no entanto, é mais do que necessária: somente uma lei especial sobre o   assunto poderá tratar da Justiça Civil, Criminal, Militar, do Trabalho e   Eleitoral - em seus diversos tribunais e atividades administrativas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Certamente precisamos acompanhar com atenção e   cuidado a tramitação do Projeto de Lei na Câmara dos Deputados. O processo é   semelhante ao que se passou até agora: num primeiro momento, são designados   relatores e formadas comissões; em seguida, abre-se o prazo para apresentação   de emendas; depois realizam-se audiências públicas, até se chegar à votação   do texto final. As alterações feitas pela Câmara dos Deputados serão,   finalmente, analisadas pelo Senado - e só depois o texto segue para a sanção   presidencial. O caminho é longo e as forças contrárias à preservação já se   mostraram suficientemente articuladas para alterações de última hora.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Levando em consideração esses três aspectos, ao   invés de lutar para introduzir um novo artigo de caráter preservacionista   (por meio de uma nova emenda) no atual Projeto de Lei, melhor seria, do ponto   de vista estratégico e do mérito mesmo do assunto, atuar de forma conjunta a   fim de: a) manter o texto do Projeto de Lei que reforma o Código de Processo   Civil como está, sem qualquer menção à preservação dos processos judiciais; e   b) propor um Projeto de Lei que trate da necessidade da preservação dos   processos em todos os níveis do Poder Judiciário.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Tendo em vista a complexidade dos temas   envolvidos na tramitação do Projeto do novo Código de Processo Civil, essa é   uma alternativa viável, mais consistente e também "prática":   vencida a etapa das discussões na Câmara e aprovado um texto sem um artigo   sobre a matéria, não há mais possibilidade de alterações no texto, já que a   sanção presidencial tem caráter apenas supressivo. Por outro lado, um Projeto   de Lei específico sobre essa matéria - ainda que sua tramitação leve certo   tempo - pode tratar do tema em toda a sua amplitude e abrangência.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Desde 1994, quando foi instalado, o Conselho   Nacional de Arquivos (CONARQ) vem insistindo na necessidade de elaborar   dispositivos legais para a preservação dos acervos do Poder Judiciário   "julgados de valor permanente". Em 2003, discutiu uma minuta e, em   2010, elaborou um Projeto de Lei para a Gestão de Documentos do Poder   Judiciário (Anexo IV da Nota Técnica nº1/2010 do Conselho Nacional de   Arquivos - CONARQ sobre o art. 967 do Projeto de Lei PLS 166/2010). O Poder   Judiciário, por sua vez, vem implementando desde 2009 um Programa Nacional de   Gestão Documental (PRONAME) , que já conta com tabelas de temporalidade para   todos os documentos da Justiça do país e um manual de gestão documental que   em breve serão discutidos pelo Conselho Nacional de Justiça e, se aprovados,   tornar-se-ão obrigatórios para todo o Poder Judiciário.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Aparentemente, todos parecem trabalhar na mesma   direção - mas apenas aparentemente. Formuladas por arquivistas e membros do   poder judiciário, as propostas produzidas no âmbito da Justiça deixam muito a   desejar quanto à História. A leitura dos textos produzidos por esses órgãos é   árdua, dado seu caráter técnico, mas reveladora. Examino aqui apenas uma   questão, dentre tantas outras que merecem análise, somente por falta de   espaço: a das Tabelas de Temporalidade. A escolha não é fortuita, já que elas   constituem a pedra angular de todas as propostas encaminhadas pelo PRONAME e   são importantes em toda e qualquer política de arquivos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Essas tabelas indicam o tempo de guarda após a   "baixa definitiva" do documento, o prazo que permanece no arquivo   corrente ou temporário e sua destinação final, se eliminado ou guardado de   forma permanente. Ainda que as Tabelas indiquem a guarda permanente de vários   documentos, não deixa de surpreender que a primeira frase da "Nota   Introdutória" às Tabelas de Temporalidade elaboradas pelo PRONAME para   os processos judiciais da Justiça Estadual e Federal, por exemplo, fale na   "&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H%7C89087%7C34439%7C38261&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cnj.jus.br%2Fimages%2Fconteudo2008%2Fpesquisas_judiciarias%2Fjn2009%2FNota_introdutoria_revisao_18-08-2010.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:11.0pt;color:#147DBA"&gt;sistemática   de trabalho para a eliminação de autos judiciais findos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;"... .&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Premidos pelo esgotamento da capacidade de   armazenamento da documentação e pelas dificuldades orçamentárias, o   Judiciário acaba pensando tão somente em descartar e eliminar. Discutida   apenas inter pares, as Tabelas de Temporalidade elaboradas no âmbito do   Judiciário são bem pouco generosas em termos da preservação, propondo uma   grande seletividade (inclusive com questionáveis procedimentos de amostragem)   e adotando critérios que, além de subjetivos, algumas vezes apenas contemplam   os aspectos legais para a guarda permanente da documentação.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Querem um exemplo? Segundo uma das Tabelas de   Temporalidade disponibilizadas na internet, os processos criminais com   sentenças condenatórias são considerados de guarda permanente (em razão da   existência do instituto de revisão criminal, que faculta ao condenado   solicitar a qualquer tempo o reexame de seu processo), mas aqueles que   gerarem decisões absolutórias "deverão permanecer em Arquivo   Intermediário pelo prazo de vinte anos",&lt;a href="http://anpuhnacional.enviodenews.com/registra_clique.php?id=H%7C89088%7C34439%7C38261&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.cnj.jus.br%2Fimages%2Fimprensa%2Fdpj%2Ftabela_de_assunto_stj2.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:11.0pt;color:#147DBA"&gt; sendo   então eliminados, desde que "o assunto não seja de guarda permanente&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;".   Ora, tal avaliação é claramente pautada por questões legais, da prescrição ou   não dos prazos e das causas. Mas aniquila de vez a possibilidade de uma   história do Judiciário que pretenda avaliar as condições de produção do   julgamento na área criminal: se aplicada a Tabela proposta pelo PRONAME, até   a simples pergunta sobre os critérios que, ao longo do tempo, levaram a   Justiça a condenar ou a absolver alguém ficará sem qualquer resposta, pois o   termo de comparação terá sido simplesmente destruído!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Diante da constatação de que nem sempre se   consegue guardar tudo, certamente é preciso escolher o que guardar. Nessa   escolha, porém, é preciso que a História seja contemplada. A documentação do   Judiciário produzida até a virada do século XIX para o XX sofreu o ataque das   traças, a ação dos bolores e os maus cuidados. Mesmo assim, muita coisa   sobreviveu e tem servido para renovar a abordagem de vários temas da História   no Brasil, e para abrir novos campos, como a História Social do Direito. As   fórmulas "mágicas" que reduzem fantasticamente o que deve ser   preservado, defendidas por vários arquivistas e autoridades públicas, ou a   razão legalista que se observa nas Tabelas de Temporalidade do PRONAME podem   casar bem com o interesse pragmático dos "gestores" da área   Judicial, que sempre alegam "custos de armazenagem", mas está   completamente divorciada das necessidades da História. Se essas propostas   vingarem, a mão dos homens fará na documentação produzida ao longo dos   séculos XX e XXI um estrago muito maior do que traças e bolores fizeram nas   fontes judiciais mais antigas...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Por isso, não podemos nos ausentar dessa   discussão - nem deixar que sejamos sub-representados ou sequer considerados   na composição das comissões avaliadoras. O lugar desse debate é certamente o   CONARQ, órgão central do Sistema Nacional de Arquivos (SINAR), ao qual todas   as políticas de preservação documental no país devem estar referidas. É ali   que uma nova "lei especial", encarregada de disciplinar o modo da   preservação dos processos da Justiça Civil, Criminal, Militar, do Trabalho e   Eleitoral será discutida e elaborada. Precisamos fazer com que os deveres   constitucionais de preservação do patrimônio documental da nação sejam   cumpridos e respeitados, a fim de que os interesses mais amplos da cidadania,   da preservação do patrimônio documental e da Justiça possam estar todos   contemplados de forma equânime, equilibrada e harmoniosa.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Ou será que vamos nos eximir dessa   responsabilidade?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto;   line-height:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="font-size: 10pt; "&gt;Silvia Hunold Lara(Depto. História - UNICAMP)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style="mso-yfti-irow:1;mso-yfti-lastrow:yes;height:30.0pt"&gt;   &lt;td style="padding:0cm 0cm 0cm 0cm;height:30.0pt"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:   normal"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-2193664441475750165?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/2193664441475750165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=2193664441475750165' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2193664441475750165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2193664441475750165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/03/destruicao-dos-documentos-judiciais.html' title='Destruição dos Documentos Judiciais'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-8588113748399244757</id><published>2011-02-19T16:40:00.000-08:00</published><updated>2011-02-26T15:13:31.647-08:00</updated><title type='text'>Sesmaria, Tartarugas e Pelourinho</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-4BnatrcPp4c/TWmIGuAMqsI/AAAAAAAAAFs/Kz-0F8gi8eY/s1600/DSC00436.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-4BnatrcPp4c/TWmIGuAMqsI/AAAAAAAAAFs/Kz-0F8gi8eY/s200/DSC00436.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578139262484523714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-9Gw5VfEVORM/TWmIGdj6FrI/AAAAAAAAAFk/YNT-PLN2Jaw/s1600/DSC00416.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-9Gw5VfEVORM/TWmIGdj6FrI/AAAAAAAAAFk/YNT-PLN2Jaw/s200/DSC00416.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578139258070898354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-E41_Y_LY_Oc/TWmIGFQJjSI/AAAAAAAAAFc/VPO0g4hAmKI/s1600/DSC00399.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-E41_Y_LY_Oc/TWmIGFQJjSI/AAAAAAAAAFc/VPO0g4hAmKI/s200/DSC00399.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578139251545574690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais um dia de passeio com Lina e a pedida era deixar meu filho Lucca louco de contentamento. Ponto de chegada: Projeto Tamar. Lina, marvilhosa anfitriã, incumbiu-se de bolar programas que contentassem os très aqui de casa. Desafio imenso. Mas ela conseguiu! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de chegar na Praia do Forte, fomos levados às ruínas do Castelo de Garcia D'Ávila do século XVI, antigo dono de uma das maiores sesmarias do Brasil colonial: &lt;a style="CURSOR: pointer; COLOR: rgb(59,89,152); TEXT-DECORATION: none" href="http://www.brasil-turismo.com/bahia/castelo-garcia.htm" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.brasil-turismo.com/bahia/castelo-garcia.htm&lt;/a&gt;. Todos felizes: Lucca, maridão e eu, nem se fala.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além da graciosidade da Praia do Forte, aportamos no Projeto Tamar (&lt;a style="CURSOR: pointer; COLOR: rgb(59,89,152); TEXT-DECORATION: none" href="http://www.tamar.org.br/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.tamar.org.br/&lt;/a&gt;). Criança adora bicho e adulto também. Gosto dessas iniciativas de proteção ambiental. O Tamar já tem 30 anos, acreditem. E ainda tem projetos de inclusão social.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha visita diurna ao Pelô foi muito tranquila, ao contrário de Ronaldo, assediado por alguns nativos. Depois de tanto ouvir falar e ler sobre a polêmica restauração, finalmente conhecia o lugar. É de tirar o fôlego, literalmente, subir e descer aquelas ladeiras, observar os casarios. Perdi meu queixo na frente da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, em restauração. Acho que não vi algo mais lindo! O Museu da Cidade deixou a desejar, apesar do acervo interessante de Castro Alves. A Fundação de Jorge Amado também não me chamou muito a atenção, apesar da importância do escritor. Destaque no Pelô é a fundação Pierre Verger, infelizmente mais uma loja para turistas que qualquer outra coisa (&lt;a style="CURSOR: pointer; COLOR: rgb(59,89,152); TEXT-DECORATION: none" href="http://www.pierreverger.org/fpv/index.php?option=com_frontpage&amp;amp;Itemid=1" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.pierreverger.org/fpv/index.php?option=com_frontpage&amp;amp;Itemid=1&lt;/a&gt;). O bom mesmo do Pelô está nas ruas. Depois, descobri que o MAE da UFBA está no Pelô. Fica prá próxima.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-8588113748399244757?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/8588113748399244757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=8588113748399244757' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8588113748399244757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8588113748399244757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/02/sesmaria-tartarugas-e-pelourinho.html' title='Sesmaria, Tartarugas e Pelourinho'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4BnatrcPp4c/TWmIGuAMqsI/AAAAAAAAAFs/Kz-0F8gi8eY/s72-c/DSC00436.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-2673558205650957851</id><published>2011-02-19T11:51:00.000-08:00</published><updated>2011-02-27T14:26:52.241-08:00</updated><title type='text'>Rodin e Museus de Salvador</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-fx6cY3_DFFA/TWrM0mq0GGI/AAAAAAAAAGE/cTKvKGKvIQ8/s1600/DSC00464.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-fx6cY3_DFFA/TWrM0mq0GGI/AAAAAAAAAGE/cTKvKGKvIQ8/s200/DSC00464.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578496292557166690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;Salvador tem tudo para contentar quem gosta de história, patrimônio e museus e os que gostam de praia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;Embora tenha tomado deliciosos banhos de mar nas piscinas de água claríssima, não é minha praia falar de mar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;Confesso que estava pouco ansiosa para conhecer os lugares. No no meu caso, ótimo sinal, afinal estava em férias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;Simone mora num bairro privilegiado, próximo a vários museus. Então, alguns deles pude ir a pézito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;Já no segundo dia, fui visitar o Palacete das Artes - Exposição Rodin, que abriga obras do escultor francês. O lugar é maravilhoso! Uma mansão de um dos barões bahianos. A restauração é impecável! Adivinhem quem assina? Marcelo Ferraz, o mesmo arquiteto do Museu do Pão. E a exposicao esteve a cargo de minha querida amiga museóloga Heloisa Helena Costa. As peças em gesso de  Rodin estão muito bem no lugar, com destaque para as obras em bronze dispostas no jardim. Gostei muito, pois pude conhecer a história do lugar, pois um pequeno espaço era dedicado à família proprietária do Casarão; saber sobre o porquê de Rodin num museu da Bahia; e dados biográficos de Rodin, inserindo-o no campo das artes. Programa completo. Logo na entrada um folheto dedicado às crianças é entregue aos pequenos visitantes, contendo vários jogos. Não para por aí, não. Há um café semi-aberto no jardim com mobiliário assinado por Lina bo Bardi e ainda um anexo bem bacana  para exposições temporárias. Senti-me no primeiro mundo. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://palacetedasartesrodinbahia.blogspot.com/"&gt;http://palacetedasartesrodinbahia.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;No último dia, meu tour envolveu dois museus numa única saída. Seriam três, não fosse o Museu Costa Pinto estar fechado em plena terça-feira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;O Museu de Arte da Bahia abrigava uma retrospectiva muito interessante de Genaro de Carvalho, considerado um dos precursores da arte moderna na Bahia. Criativo e inventivo, Genaro morreu muito jovem e criou uma tapeçaria belíssima difundida internacionalmente, além de ter sido design. D&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;iferentemente do Palacete das Artes, aqui não pude saber quase nada sobre a edificação histórica que sedia o museu. Tampouco localizei site do museu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;Já o Museu de Arte Moderna é um passeio completo. Arquitetura histórica do Solar do Unhão; restauração maravilhosa; jardim de esculturas. Tudo isso na orla de Salvador que lembra, com diz minha amiga Lina, a Mônaco. Maravilhoso! No térreo, espaço para as oficinas educativas e um restaurante com uma vista encantadora pro mar. Fiquei com vontade de saber mais sobre a edificação e sua importância na configuração urbana da cidade. Nem tudo é perfeito. O site do museu: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mam.ba.gov.br/"&gt;http://www.mam.ba.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;Isso tudo já seria o bastante. Mas ainda pude apreciar, no MAM, a exposição do artista Joseph Beuys, intitulada&lt;i&gt; A Revolução Somos Nós&lt;/i&gt;.  A exposição era composta por duas centenas de cartazes, vídeos e múltiplos (objetos em associação muito inusitada). O artista fez história na Documenta de Kassel, nos anos 1970-1980  e, pelo que aprendi, é um marco da arte contemporânea. A mesma exposição já havia passado pelo SESC Pompéia, em São Paulo. Mais detalhes em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.beuys.com.br/"&gt;http://www.beuys.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Para finalizar, acompanhei pelo jornal, enquanto estive em Salvador, uma polêmica sobre o Departamento de Museus - DIMUS - orgão criado para coordenar as ações dos diversos museus do Estado da Bahia. A iniciativa segue, dizia o jornal, orientação do IBRAM. A queda de braço era entre o Conselho Federal e Regional de Museologia e o Governo do Estado. Faltaram elementos para eu compreender melhor o debate. Os opositores da iniciativa alegavam que os museus não tinham direção e apenas o coordenador do DIMUS gerenciava todos os museus. No entanto, pude observar que sempre havia um diretor nos museus que visitei, como o MAM. Em todo caso, para nós do Rio Grande do Sul e do restante do país, cabe observar a iniciativa baiana e verificar se pode ser uma boa alternativa para a gestão dos museus estaduais.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Com esse post termino meu relato sobre a Bahia e Salvador. Faltou muita coisa, mas quem sabe vou mostrando outras pitadas durante o ano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-2673558205650957851?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/2673558205650957851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=2673558205650957851' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2673558205650957851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2673558205650957851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/02/rodin-e-museus-de-salvador.html' title='Rodin e Museus de Salvador'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-fx6cY3_DFFA/TWrM0mq0GGI/AAAAAAAAAGE/cTKvKGKvIQ8/s72-c/DSC00464.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-6747549572031155084</id><published>2011-02-19T04:34:00.000-08:00</published><updated>2011-02-27T14:03:33.291-08:00</updated><title type='text'>Bahia de Todos os Santos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-OabC_nQCh2c/TWmBqAdNmOI/AAAAAAAAAFM/eCYum4PoeYk/s1600/DSC00430.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-OabC_nQCh2c/TWmBqAdNmOI/AAAAAAAAAFM/eCYum4PoeYk/s200/DSC00430.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578132172152084706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nossa estada em Salvador não podia ser melhor. Nada como ser hospedado pelos amigos e tè-los como cicerone, seja em que cidade for. Pois a avalanche de concursos públicos nas universidades federais brasileiras, levou uma amiga para a Bahia. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tadinha, está lá,  feliz da vida, a poucos metros da Praia da Barra. Nao poderia deixar de conferir se minha amiga estava bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lá fomos nós!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-iRXe-EPp448/TWmAfSsJISI/AAAAAAAAAFE/oOOahXx6qOM/s200/DSC00442.JPG" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578130888556355874" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-jgS7Z-2Lx1o/TWl_n9hMwWI/AAAAAAAAAE8/m9PL1_A9Exc/s200/DSC00297.JPG" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578129937980506466" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na primeira noite, Simone me levou para assistir Gerônimo, que se apresenta às terças-feiras na escadaria do Paço no Pelourinho. Era terça-feira de Santo Antonio e, na passagem, visitamos a Igreja do Carmo, onde finalizava uma missa ao som de percussões africanas. Só na Bahia!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a style="CURSOR: pointer; COLOR: rgb(59,89,152); TEXT-DECORATION: none" href="http://www.youtube.com/watch?v=yqksCJVHcuU&amp;amp;feature=related" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=yqksCJVHcuU&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Claro que comi acarajé. A iguaria está ficando muito sofisticada. Agora, tem camarão, giló e outras cositas no recheio. Além de saboroso, é uma paulada na fome.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_7kjSpIiSVc/TWBXpYRkwTI/AAAAAAAAAEM/MRpETjKWLxQ/s1600/DSC00304.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575552707087089970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-_7kjSpIiSVc/TWBXpYRkwTI/AAAAAAAAAEM/MRpETjKWLxQ/s320/DSC00304.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Q2wCewoExPA/TWBXpF-NnkI/AAAAAAAAAEE/Hx3DnkPJdco/s1600/DSC00302.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575552702174043714" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 224px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-Q2wCewoExPA/TWBXpF-NnkI/AAAAAAAAAEE/Hx3DnkPJdco/s320/DSC00302.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;Dia 2 de fevereiro, dia de Iemanjá. Fomos todos ao Rio Vermelho, prestar homenagens à rainha das águas. Turista é bem assim. Nunca fui numa Festa de Navegantes em Porto Alegre. Mas, em Salvador, me meti no meio da muvuca pra deixar uma oferenda nas águas. Não é bem nas águas, pois os barqueiros é que conduzem nossos presentes para o fundo do mar. Fiquei preocupada com as quinquilharias que não são digeridas pela natureza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;No mesmo dia participamos de um Cururu, uma festa oferecida por Mauro, professor de italiano da UFBA. Mauro abre as portas de sua casa para os amigos e amigos de amigos, oferecendo comida baiana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qw8zKL2NUvk/TWBZnKEBSeI/AAAAAAAAAEU/gKRnfzgupwE/s1600/DSC00334.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575554867935660514" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-qw8zKL2NUvk/TWBZnKEBSeI/AAAAAAAAAEU/gKRnfzgupwE/s200/DSC00334.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span&gt;Reencontrei uma amiga querida, historiadora da UFBA. Lina nos brindou com passeios maravilhosos, regados a aulas de história. Privilégio para poucos. Visitamos várias cidades históricas nas imediações de Salvador: Santo Amaro, Sao Felix e Cachoeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santo Amaro, terra de Caetano Veloso e Dona Canô, sua mãe.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px; "&gt;Em São Felix conhecemos a fábrica semi-desativada de charutos Dannemann, trazida pelos alemães no auge da produção de tabaco. Hoje é um Centro Cultural que abriga a Bienal do Recôncavo. Ainda mantém uma pequena manufatura do charuto, onde é possível ver suas trabalhadoras confeccionando o dito cujo. É uma manufatura musealizada, onde as próprias operárias no seu fazer mostram como é produzido o charuto. Filha de ex-plantadores de fumo, achei o máximo. Pensei em meu pai e em como ele ia gostar de ver aquilo. Por mim, poderia ser apenas museu, sem a comercialização dessa droga que faz tanto mal à saúde e pode ser adquirida ali mesmo num balcão no fundo da fábrica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;line-height: 14px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: 14px"&gt;No Centro Cultural conhecemos um professor de artes da UFBA que ministrava oficinas de gravura, tradição da Bahia. Já saberão por quê. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--gT3c5JrtqE/TWBggcHngdI/AAAAAAAAAE0/yMXnFB4DsrE/s1600/DSC00362.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575562449104896466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/--gT3c5JrtqE/TWBggcHngdI/AAAAAAAAAE0/yMXnFB4DsrE/s200/DSC00362.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: 14px"&gt;Atravessamos a ponte e voltamos à Cachoeira, segunda cidade histórica em importância, após Salvador. No almoço, o prato típico da região: maniçoba, um fervido de carne de sol e de fumeiro feito num caldo de folhas de mandioca. Como sabem, a folha da mandioca é venenosa. Para preparar a iguaria, estas são fervidas por cerca de uma semana. Resulta uma cor escura, entre o verde e o preto, de sabor bastante inusitado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: 14px"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: 14px"&gt;Seguimos o passeio, chegando à fundação Hansen Bahia, artista alemão que se radicou em Cachoeira e foi o responsável por difundir a xilogravura na região (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.fundacaohansenbahia.com.br/"&gt;http://www.fundacaohansenbahia.com.br/&lt;/a&gt;)&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: 14px"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Meu relato continua em próxima postagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-6747549572031155084?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/6747549572031155084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=6747549572031155084' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6747549572031155084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6747549572031155084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/02/bahia-de-todos-os-santos.html' title='Bahia de Todos os Santos'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-OabC_nQCh2c/TWmBqAdNmOI/AAAAAAAAAFM/eCYum4PoeYk/s72-c/DSC00430.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-7007023155945252832</id><published>2011-01-24T16:32:00.000-08:00</published><updated>2011-01-24T16:37:40.738-08:00</updated><title type='text'>Polêmica sobre  Arquivo Nacional</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; border-collapse: collapse; "&gt;&lt;br /&gt;Transcrevo abaixo o artigo publicado por José Maria Jardim, professor de Arquivologia da UNIRIO, no Jornal da Ciência, órgão da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e disponível em: &lt;a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=76022" target="_blank" style="color: rgb(20, 125, 186); "&gt;http://www.jornaldaciencia.&lt;wbr&gt;org.br/Detalhe.jsp?id=76022&lt;/a&gt; sobre a transferência do Arquivo Nacional para o Ministério da Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Arquivo (vivo?) da Nação&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; border-collapse: collapse; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; border-collapse: collapse; "&gt;José Maria Jardim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a idéia de arquivo é associada, com muita frequência, a de&lt;br /&gt;arquivo morto. A expressão "virou arquivo" designa as pessoas que, por&lt;br /&gt;alguma razão, foram silenciadas por seus assassinos. "Arquivo" e "morte" são&lt;br /&gt;termos associados por grande parte da sociedade brasileira, especialmente&lt;br /&gt;aquela que mais sofre com a falta de informações relevantes para o exercício&lt;br /&gt;dos seus direitos. "Arquivos" têm sido "mortos" sistematicamente ao longo da&lt;br /&gt;história do Brasil, especialmente no e pelo Estado brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reencontro com a democracia nos anos 1980, trouxe um sopro de vitalidade&lt;br /&gt;inédita para nossos arquivos públicos, órgãos tradicionalmente "mortos" na&lt;br /&gt;estrutura da nossa administração pública.  Afinal, sem arquivos plenos de&lt;br /&gt;vitalidade, dinâmicos e facilmente acessíveis pela sociedade, como o Estado&lt;br /&gt;pode ser transparente? E sem transparência do Estado, qual democracia&lt;br /&gt;almejamos construir e ampliar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os arquivos públicos são territórios do Estado a serviço da sociedade, da&lt;br /&gt;democratização da informação governamental e do exercício do direito do&lt;br /&gt;cidadão à informação e à memória. Seu papel como infraestrutura para a&lt;br /&gt;transparência da administração pública é imprescindível para que a sociedade&lt;br /&gt;controle a atuação do Estado e do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os arquivos públicos não são apenas um depósito de documentos. São&lt;br /&gt;instituições com múltiplas facetas: cultural, científica, administrativa,&lt;br /&gt;etc. É agência de transparência do Estado e território de construção da&lt;br /&gt;memória coletiva e, ao mesmo tempo, infraestrutura para a produção de&lt;br /&gt;conhecimento científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os arquivos públicos dos governos mais avançados em termos de&lt;br /&gt;transparência&lt;br /&gt;e interação social são infraestruturas governamentais de informação para o&lt;br /&gt;Estado e a sociedade. Trata-se de órgãos supraministeriais com múltiplas&lt;br /&gt;funções de apoio à gestão pública e à produção de conhecimento científico e&lt;br /&gt;tecnológico. São territórios da memória coletiva, cultura e cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não por acaso, o primeiro Arquivo Nacional criado foi o da França, em 1790,&lt;br /&gt;logo após a Revolução Francesa. A ideia de organização e, sobretudo, de&lt;br /&gt;publicidade dos documentos do governo por um tipo de instituição até então&lt;br /&gt;inexistente tem suas bases na construção do novo regime. Esse é um marco da&lt;br /&gt;história dos arquivos e da Arquivologia. O arquivo público é neste momento&lt;br /&gt;instrumento da administração do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do século XIX, a formação dos Estados Nacionais traz em seu bojo a&lt;br /&gt;construção de identidades nacionais para as quais é imprescindível uma&lt;br /&gt;"memória nacional". Os arquivos públicos passam também à condição de&lt;br /&gt;depositários e construtores dessa memória nacional.  São, nesse momento,&lt;br /&gt;território da História.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação do Arquivo Público do Império brasileiro estava prevista na&lt;br /&gt;Constituição de 1824, mas a fundação só ocorreu em 1838, aliás o mesmo ano&lt;br /&gt;de criação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como chama atenção a historiadora Célia Costa, autora da tese de doutorado&lt;br /&gt;intitulada "Memória e administração: o Arquivo Público do Império e a&lt;br /&gt;consolidação do Estado brasileiro", o acesso aos documentos no Arquivo&lt;br /&gt;Público do Império era garantido estritamente ao governo ou usuários que&lt;br /&gt;fossem indicados pelo imperador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário dos arquivos nacionais europeus, a historiadora nos lembra que&lt;br /&gt;o Arquivo Público do Império caracterizou-se muito mais como espaço do&lt;br /&gt;segredo do Estado, perspectiva procedente do período colonial, do que como&lt;br /&gt;um órgão envolvido nos processos de construção da história nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome "Arquivo Nacional" só foi adotado em 1911. Ao longo da República, o&lt;br /&gt;Arquivo Nacional, como os demais arquivos públicos do país, sobreviveram na&lt;br /&gt;periferia do Estado. Eram voltados quase exclusivamente para a guarda e&lt;br /&gt;acesso de documentos considerados, sem parâmetros científicos, como de&lt;br /&gt;"valor histórico", ignorando-se a produção documental que resultava de um&lt;br /&gt;Estado com funções cada vez mais amplas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste cenário, os documentos eram acumulados ou eliminados - quase sempre&lt;br /&gt;sem critérios científicos - nos serviços arquivísticos do Estado. Tal&lt;br /&gt;ocorreu - e ainda ocorre em vários setores do Estado brasileiro - em função&lt;br /&gt;da inexistência de políticas públicas arquivísticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ruptura da visão de arquivo público como apenas um depósito de documentos&lt;br /&gt;e a adoção de um novo modelo de gestão envolvendo todo o ciclo documental,&lt;br /&gt;desde a produção até a eliminação ou guarda permanente, só ocorrerá, em&lt;br /&gt;diversos países, após a década de 50 do século passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a Lei 8.159 de 8 de janeiro de 1991 garante o marco legal para&lt;br /&gt;essa concepção, incluindo também os arquivos estaduais e municipais. Além de&lt;br /&gt;suas atribuições em relação aos documentos federais, o Arquivo Nacional deve&lt;br /&gt;ainda implementar a política nacional de arquivos, a ser definida pelo&lt;br /&gt;Conselho Nacional de Arquivos (Conarq). Esse Conselho, subordinado ao&lt;br /&gt;Arquivo Nacional, é o órgão central do Sistema Nacional de Arquivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Arquivo Nacional teve grande protagonismo nesse processo, a partir dos&lt;br /&gt;anos 80 e 90, influenciando arquivos estaduais e municipais.  No entanto, de&lt;br /&gt;modo geral, nossos arquivos públicos permanecem periféricos no Estado e&lt;br /&gt;pouco visíveis à sociedade. Ainda se caracterizam mais como reserva de&lt;br /&gt;opacidade do que de transparência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se altera uma cultura de opacidade do Estado em apenas três décadas. A&lt;br /&gt;maior parte dos nossos arquivos públicos segue socialmente pouco visível. Na&lt;br /&gt;Europa e Estados Unidos, a abertura crescente dos arquivos a um uso social&lt;br /&gt;mais amplo ganha terreno após a II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procura-se cada vez mais superar a ideia dos arquivos como espaços&lt;br /&gt;acessíveis apenas a eruditos e cientistas. Por outro lado, as crescentes&lt;br /&gt;demandas sociais pelo direito à informação colocam os arquivos no epicentro&lt;br /&gt;das políticas públicas de transparência. A democratização do acesso aos&lt;br /&gt;arquivos tende a ser cada vez maior e diversificada, mesmo nas sociedades&lt;br /&gt;cujo regime democrático já se encontra mais consolidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As demandas sociais pelos arquivos se ampliam e mudam com o uso crescente&lt;br /&gt;das tecnologias da informação e comunicação. Novas fronteiras vêm sendo&lt;br /&gt;conquistadas pelos arquivos, ampliando-se a sua interatividade com a&lt;br /&gt;sociedade mediante programas de difusão via web, incluindo, mais&lt;br /&gt;recentemente, o uso cada vez maior das redes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa perspectiva tem orientado os caminhos do Arquivo Nacional do Brasil&lt;br /&gt;desde a década de 80. Talvez poucas instituições públicas brasileiras tenham&lt;br /&gt;passado por um processo de modernização tão intenso e em tão pouco tempo,&lt;br /&gt;influenciando ações semelhantes nos planos estadual e municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse "dever de casa" encontrava limites no fato do Arquivo Nacional ser&lt;br /&gt;subordinado, há décadas, ao Ministério da Justiça.  Ao ser vinculado à Casa&lt;br /&gt;Civil da Presidência da República, em 2000, o Arquivo Nacional adquiriu&lt;br /&gt;melhores condições - especialmente políticas e orçamentárias - para avançar&lt;br /&gt;num novo modelo de gestão das informações governamentais. Beneficiou-se&lt;br /&gt;diretamente desse novo cenário o Conselho Nacional de Arquivos, subordinado&lt;br /&gt;ao Arquivo Nacional, responsável pela política nacional de arquivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, é um retrocesso político, gerencial e científico a&lt;br /&gt;transferência do Arquivo Nacional para o Ministério da Justiça. Essa&lt;br /&gt;inadequação, vale lembrar, seria a mesma em qualquer outro ministério, dada&lt;br /&gt;a abrangência de atuação da instituição em todo Executivo Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse novo destino institucional provavelmente comprometerá frontalmente a&lt;br /&gt;dimensão nacional do Conselho Nacional de Arquivos.  Setores diversos da&lt;br /&gt;sociedade brasileira, representantes do mundo acadêmico e de associações&lt;br /&gt;profissionais, vêm expressando seu descontentamento face a essa decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que fosse mantido na Presidência da República, seriam muitos os&lt;br /&gt;desafios a serem enfrentados pelo principal arquivo público do país para&lt;br /&gt;atuar plenamente na gestão das informações governamentais e torná-las&lt;br /&gt;acessíveis à sociedade brasileira. A política nacional de arquivos ainda&lt;br /&gt;está por se definir. O Sistema Nacional de Arquivos não foi&lt;br /&gt;operacionalizado.  O Arquivo Nacional encontra-se distante do que pode e&lt;br /&gt;deve vir a ser, embora tenha acumulado suficiente vitalidade para deixar de&lt;br /&gt;ser um "arquivo histórico" do século XIX e projetar-se como um centro de&lt;br /&gt;informações governamentais do século XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ser excluído da Presidência da República e inserido no Ministério da&lt;br /&gt;Justiça, o Arquivo Nacional protagonizará, uma vez mais, o velho e ainda&lt;br /&gt;insuperado drama brasileiro de periferização dos arquivos do Estado e sua&lt;br /&gt;inevitável invisibilidade social. O Arquivo Nacional provavelmente não&lt;br /&gt;morrerá porque, de alguma forma, aprendeu a sobreviver perifericamente ao&lt;br /&gt;longo da sua história, mas certamente será um órgão aquém de suas&lt;br /&gt;transformações recentes, de suas atribuições legais e da democracia que&lt;br /&gt;buscamos."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-7007023155945252832?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/7007023155945252832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=7007023155945252832' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7007023155945252832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7007023155945252832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/01/polemica-sobre-arquivo-nacional.html' title='Polêmica sobre  Arquivo Nacional'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-209327493687272933</id><published>2011-01-24T15:58:00.000-08:00</published><updated>2011-01-24T16:05:31.874-08:00</updated><title type='text'>A enchente de 1941</title><content type='html'>&lt;div&gt;Em 19 de janeiro, concedi entrevista à Ulbra TV sobre a enchente de1941. Uma seleção mínima do dito, pode ser visto em:&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/user/ulbratv48uhfpoa#p/c/F0F9C9725126082C/47/qTTrY-XLp8w"&gt;http://www.youtube.com/user/ulbratv48uhfpoa#p/c/F0F9C9725126082C/47/qTTrY-XLp8w&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-209327493687272933?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/209327493687272933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=209327493687272933' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/209327493687272933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/209327493687272933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/01/enchente-de-1941.html' title='A enchente de 1941'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-8108333099443908385</id><published>2011-01-24T15:51:00.000-08:00</published><updated>2011-01-24T15:57:44.839-08:00</updated><title type='text'>Mnemosyne e meus leitores cativos</title><content type='html'>Cada dia descubro que alguém costuma ler esse blog. Mais que isso, descubro que meu modesto blog é uma ferramenta de pesquisa e referência. Fico orgulhosa, quando escuto esses comentários. E também preocupada. Aumenta a minha responsabilidade de não abandoná-lo. Não somos responsáveis por aqueles que cativamos? Pois é. Já que 2011 está iniciando e sempre renovamos nossas promessas, prometo que tentarei - tentarei, apenas - passar aqui mais vezes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-8108333099443908385?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/8108333099443908385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=8108333099443908385' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8108333099443908385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8108333099443908385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2011/01/mnemosyne-e-meus-leitores-cativos.html' title='Mnemosyne e meus leitores cativos'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-546837587961288194</id><published>2010-07-24T18:26:00.000-07:00</published><updated>2010-07-24T19:19:12.420-07:00</updated><title type='text'>Mandela e o Perdão</title><content type='html'>O melhor serviço feito pela Copa de 2010 foi chamar a atenção para a África do Sul. Eu sabia muito pouco sobre esse país. Claro que não tinha uma visão estereotipada, pois sabia ser um país desenvolvido em termos econômicos. Mas além da luta vitoriosa de Mandela sobre o &lt;i&gt;apartheid&lt;/i&gt;, quase nada sabia. A Revista Piauí, da qual virei leitora assídua há cerca de um ano, fez uma bela reportagem sobre o país que sediaria a Copa. Ali estão escancarados os malefícios de uma copa para o país sede (lamento, mas não vou ovacionar o fato de sermos sede em 2014). Além de ter torcido ardorosamente ao lado de meu pai pelo Internacional tri-campeão na década de 1970, nunca preocupei-me muito com futebol. Ah, sim além de verificar que a paixão nacional acabou por constituir-se em item indispensável do "kit identidade" brasileiro.&lt;div&gt;Foi isso, segundo o filme que acabo de assistir, que Mandela soube perceber. &lt;i&gt;Invictus&lt;/i&gt;, com direção e produção de Clint Eastwood, fala do esforço de reconstrução do país após a vitória do líder negro nas urnas. Mandela tinha atrás de si um país dividido entre negros e brancos. Interpretado magistralmente por Morgan Freeman, Mandela passa a pregar o perdão entre seus companheiros. Sabia que necessitava encontrar uma via pacífica de construção da nação, agora, sob bandeira da harmonia social. Caso contrário, poderia ver seu esforço ir por água abaixo. Como arrefecer o ódio entre negros e brancos forjado historicamente pela opressão, desigualdade e violência? Mandela encontrou no rugby uma estratégia de unir a todos sob o signo de uma única identidade. Que a idealização da figura de Mandela e da situação histórica são procedentes não se pode negar. No entanto, o filme chama atenção para o lugar simbólico da construção imaginária da nação. Se ela não existe na realidade, precisa-se de símbolos para objetificá-la. O rugby foi um desses símbolos para construir a nação sul-africana pós-apartheid. Assim como o futebol é  símbolo nacional brasileiro, quer gostemos ou não. Mas o mais importante no filme, a despeito da construção mítica do herói, é Mandela exortar o perdão entre seus seguidores e admiradores. Alguém que ficou trinta anos preso numa cela minúscula, após chegar ao poder ao invés de insuflar o ódio e a vingança, prega o perdão. Sem o perdão, não haveria construção do país, nem da nação. Pela Piauí, citada acima, pode-se saber algo sobre as concessões feitas ao poder econômico dominado pelos brancos para se alcançar a vitória contra o Apartheid. O filme não esconde a desigualdade econômica que marca o país mesmo pós Mandela. As notícias da Copa também deixaram aqui e ali algumas notas sobre  pobreza,  violência e criminalidade, estas últimas neutralizadas com julgamentos sumários no período dos jogos. Mas esse não é o foco do filme, nem de Mandela. A atenção do personagem principal recai sobre o plano simbólico, para algo considerado sem importância por seus assessores.  O líder negro, deseja agora ser lider da nação. Da nação unida por algo acima de todos, acima do passado. Esquecer o passado e perdoar! O filósofo Paul Ricoeur dedica o terceiro capítulo do seu último livro para falar de memória, esquecimento e perdão. Em &lt;i&gt;História, memória e esquecimento&lt;/i&gt; o autor menciona a necessidade do perdão. Trata especificamente dos crimes do Holocausto. Certamente, o &lt;i&gt;apartheid&lt;/i&gt; pode ser pensado a partir das mesmas considerações filosóficas.  Para Ricoeur o perdão é um dom, algo que se presenteia a alguém sem exigir condição em troca. O perdão, no entanto, não implica em esquecimento, mas na possibilidade de seguir vivendo. Fiquei curiosa para ver como um país como a África do Sul lida, após uma década de fim oficial da divisão entre brancos e negros, com a memória  e o esquecimento desse período triste de sua história. Quiçá os governantes não tenham feito como no Brasil, onde a documentação sobre a escravidão foi destruída sob alegação de se esquecer esse episódio funesto da nossa história.       &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-546837587961288194?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/546837587961288194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=546837587961288194' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/546837587961288194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/546837587961288194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2010/07/mandela-e-o-perdao.html' title='Mandela e o Perdão'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-1175406709379133039</id><published>2010-03-27T14:56:00.000-07:00</published><updated>2010-03-27T15:05:44.298-07:00</updated><title type='text'>Quem se importa?</title><content type='html'>Quando retornei de Santa Catarina no final de janeiro, vi estarrecida o descampado que ocupava o lugar do Estaleiro Só demolido. Já que aquela construçao nao foi preservada, pensei como seria maravilhoso se pudéssemos percorrer a beira do Guaíba sem obstáculos à vista. Quem sabe um parque, apenas alguns canteiros,quem sabe algumas árvores, alguns banquinhos... É sonhar demais? Fiquei imaginando seis torres de concreto ali, tapando minha vista. Mas quem se importa? Felizmente, alguns se importam e muito. Esta semana alguém me enviou um texto de uma pessoa que se importa: Tania Failace, escritora e jornalista. Passo o link sobre texto seu sobre o Cais Mauá: http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc294/mc294.asp. Mas quem quiser mais, pode recuperar a memória do movimento pela preservaçao da orla em http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc234/mc234.asp e se informar sobre o que estou falando no início desta post.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-1175406709379133039?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/1175406709379133039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=1175406709379133039' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/1175406709379133039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/1175406709379133039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2010/03/quem-se-importa.html' title='Quem se importa?'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-7430051301605776383</id><published>2010-01-07T14:39:00.000-08:00</published><updated>2010-01-07T14:50:26.813-08:00</updated><title type='text'>Signicidade</title><content type='html'>Lendo matéria sobre jornalismo literário do Jornal da Universidade (dezembro 2009/UFRGS), encontrei a dica do site revistabrasileiros.com, que se pautaria por essa proposta. Sem querer tecer comentário sobre a Revista, por enquanto, ali localizei o comentário de João Paulo Lorenzon sobre o livro de poesias&lt;em&gt; Signicidade&lt;/em&gt;, de Frederico Barbosa. Seu tema: a cidade. Ainda nao o tive nas mãos, mas assim que tiver oportunidade mergulharei nas suas páginas, cujos poemas, pela amostra deixada no site, promete diferenciados olhares para a  cidade. O texto na íntegra segue abaixo:   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Enxergar é um luxo e nós nem temos ao menos que pagar por isso." Assim dizia o poeta e pintor inglês William Blake e, de alguma maneira, é este o convite que o livro de poemas SigniCidade oferece ao leitor: um exercício do olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova obra do pernambucano Frederico Barbosa, poeta, professor de literatura, amante de Poe e Baudelaire, é uma parceria com o Projeto Dulcinéia Catadora. Louve-se a ideia. Entre outras intenções, o projeto consiste em publicar livros com capas pintadas a mão por artistas e filhos de catadores de papelão e materiais recicláveis. No caso de SigniCidade, nada mais propício. A arte dialoga fortemente com o tema desta antologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os poemas de Frederico Barbosa adentram as cidades e vasculham seu entorno. Lá estão ruas, ruelas, becos, esquinas, túneis, viadutos. Nessa incursão, o olhar do poeta convida para ver a cidade como construção humana, abismo de caminhos escuros e luminosos, paisagem contraditória, reflexo concreto do mundo contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com sua perspectiva ao mesmo tempo amorosa e crítica, Barbosa aponta a dureza e a aridez da existência perdida nos labirintos das metrópoles e o prazer que existe na multiplicidade de vida dentro desse ícone construído pelo homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centrados em São Paulo, sua cidade de adoção, e em Recife, onde o poeta nasceu, os versos passeiam por lá e cá. Mas não se limitam a essas capitais. Transcedem a elas, revelam uma cidade anterior, inominável. Cidade-signo que emerge às nossas vistas, que nasce a cada dia e é redescoberta em fragmentos de olhares. Cidade-mosaico de vida, de sons e sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SigniCidade consegue um delicado equilíbrio. A um só tempo, homenageia essa floresta urbana e revela uma observação severa dessa dura paisagem em tempos abismados. Mas o que se sobressai é o desejo de olhar e as reflexões a que esse olhar convida. Como escreveu Marcel Proust no clássico Em Busca do Tempo Perdido: "A verdadeira viagem não está em procurar novas paisagens. Mas em ter novos olhos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS CIDADES E SEUS DONOS&lt;br /&gt;2002&lt;br /&gt;"há cidades desconfiadas&lt;br /&gt;impessoais misteriosas&lt;br /&gt;recife são paulo&lt;br /&gt;em que se mora por empréstimo&lt;br /&gt;de aluguel de passagem&lt;br /&gt;sem se sentir dono&lt;br /&gt;como inquilino temporário&lt;br /&gt;mas que ninguém tem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;há cidades que por mistério&lt;br /&gt;se entregam por inteiro&lt;br /&gt;salvador rio de janeiro&lt;br /&gt;em que cada morador&lt;br /&gt;é proprietário verdadeiro&lt;br /&gt;em que todo o povo&lt;br /&gt;sente-se e afirma-se dono&lt;br /&gt;em todo gesto no menor jeito"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que tramam as trilhas da cidade para o observador da esquina? E o que trama o observador da esquina para as trilhas da cidade? Estas são as indagações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-7430051301605776383?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/7430051301605776383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=7430051301605776383' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7430051301605776383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7430051301605776383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2010/01/signicidade.html' title='Signicidade'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-8626331902795563155</id><published>2009-12-13T06:22:00.000-08:00</published><updated>2009-12-13T06:40:32.240-08:00</updated><title type='text'>Centro Histórico da Santa Casa</title><content type='html'>Acompanho entusiasmada a criaçao do Centro Histórico da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. As obras estao a todo vapor, a cargo da arquiteta Ceres Storchi e sua equipe. Quem pensa que o CEDOP (arquivo da SC formado pela querida professora Luiza Kliemann e mantido com muita competência por sua coordenadora Rosane Dal Sasso,Vera Barroso e equipe) terá apenas uma sede com todas as condiçoes técnicas exigidas, engana-se. O CHC é muito mais que um arquivo. É um complexo cultural, que compreenderá arquivo, museu, biblioteca, teatro, salas multi-uso, salas para açao educativa e pesquisa, laboratório de conservaçao preventiva, cafeteria e loja. Um empreendimento financiado pela iniciativa privada (diga-se com recurso público através das leis de incentivo do MINC e da LIC). Fico realmente orgulhosa de ver essa ideia nascendo e tomando forma. Uma instituiçao secular como a Santa Casa escolheu a memória como ponto emblemático de sua atuaçao e está presenteando Porto Alegre com mais um espaço cultural de grande qualidade. Os empresários com visao de futuro entenderam isso e estao apoiando a iniciativa, como deveriam fazer todos. No segundo semestre de 2010, a casa estará aberta ao público de forma irrestrita. Por enquanto, açoes pontuais vem ocorrendo, como foram as escavaçoes arqueológicas nas casas da Avenida Independência. Enquanto as obras estao sendo concluídas, pode-se acompanhar pelo site as atividades culturais: http://www.centrohistoricosantacasa.com.br/default.aspx&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-8626331902795563155?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/8626331902795563155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=8626331902795563155' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8626331902795563155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8626331902795563155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2009/12/centro-historico-da-santa-casa.html' title='Centro Histórico da Santa Casa'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-668068573738768894</id><published>2009-12-05T13:01:00.000-08:00</published><updated>2009-12-05T13:17:01.108-08:00</updated><title type='text'>Rede de Museus Comunitários da América</title><content type='html'>Visitando o site interactions-online (link neste blog) de Hugues de Varine, encontrei notícia sobre a Rede de Museus Comunitários de América, feita por Tereza Morales Lersch ao lado de Cuautemoc Camarena Ocampo, a quem tive a grata alegria de conhecer na Costa Rica e trazer para falar da experiência mexicana de Oaxaca, em Porto Alegre (2000). Abaixo,  trancrevo na íntegra o texto que lá está. Quem desejar saber mais, é só visitar os sites indicados neste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Red de Museos Comunitarios de America&lt;br /&gt;¿Qué es museoscomunitarios.org? Museoscomunitarios.org es una herramienta para informar y fortalecer a las comunidades, autoridades, educadores, adultos y jóvenes quienes buscar crear y desarrollar un museo comunitario en América Latina y el Caribe. Nace a finales de 2008 por iniciativa de la Fundación Interamericana de Cultura y Desarrollo (ICDF), que desarrolla una alianza con la Unión de Museos Comunitarios de Oaxaca, México (UMCO) y la Fundación Quipus, Bolivia, para realizar el proyecto. ¿Cuál es su finalidad? El museo comunitario es un instrumento de la acción organizada de comunidades, pueblos originarios y mestizos, que buscan manejar su patrimonio cultural por sí mismos para valorar el pasado y construir su propio futuro. Museoscomunitarios.org busca facilitar el acceso a información que actualmente está dispersa, en cuanto a los métodos de trabajo, alternativas de capacitación, noticias y museos comunitarios existentes. La intención es ofrecer una herramienta práctica y ágil para apoyar las iniciativas de representantes comunitarios, maestros, artesanos, campesinos, mujeres y hombres, adultos y jóvenes de las poblaciones de América Latina y El Caribe. Si el museo de tu comunidad aún no forma parte de este sitio, contáctate con nosotros a estas direcciones: Teléfono: 555 213456 &lt;a class="" href="mailto:info@museoscomunitarios.org"&gt;info@museoscomunitarios.org&lt;/a&gt; Casilla postal: 132456 Washington D.C. &lt;a class="" href="mailto:peterm@museoscomunitarios.org"&gt;peterm@museoscomunitarios.org&lt;/a&gt; &lt;a class="" href="mailto:terem@museoscomunitarios.org"&gt;terem@museoscomunitarios.org&lt;/a&gt; &lt;a class="" href="mailto:gisellem@museoscomunitarios.org"&gt;gisellem@museoscomunitarios.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;La Red de Museos Comunitarios de América fue formada en el año 2000, agrupando representantes de base de comunidades y organizaciones de Bolivia, Venezuela, Panamá, Costa Rica, Nicaragua, El Salvador, Guatemala y México. Posteriormente se acercaron participantes de Brasil, Chile, Perú y Canadá. Constituye una red innovadora, que pretende facilitar el intercambio, la solidaridad y acción conjunta de las comunidades de América que comprenden el museo comunitario como un instrumento para resguardar, valorar, dignificar y representar por sí mismos su patrimonio cultural, conservando así “el alma, voz y cultura de los pueblos autóctonos y marginados de las Américas”. La red ha desarrollado un proyecto de organización y capacitación colectiva, el cual ha abarcado cinco encuentros internacionales en México (2000), Guatemala (2002), El Salvador (2003), Nicaragua (2005) y Venezuela (2008); diez talleres de creación de museos comunitarios en nueve países (2001); y tres talleres de formación de facilitadores de museos comunitarios de las Américas en México (2004, 2007, 2009). En un proceso gradual los participantes han ido construyendo un compromiso colectivo y una visión de los propósitos de la red. Durante el último encuentro se generó el siguiente párrafo en el documento de discusión: “La red es una organización democrática y un instrumento facilitador de los pueblos y comunidades del continente americano para intercambiar experiencias, aprender de las diversidades y de diferentes visiones, apoyar las formas de organización propias y autónomas, construir alternativas de crecimiento auto sustentables, ayudar a garantizar que la cultura de los pueblos no desaparezca, y reivindicar nuestros derechos para preservar y valorar nuestra identidad y patrimonio de manera digna”.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.interactions-online.com/news.php?filtre_visu=&amp;amp;pr="&gt;Retour à la liste des articles&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-668068573738768894?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/668068573738768894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=668068573738768894' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/668068573738768894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/668068573738768894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2009/12/rede-de-museus-comunitarios-da-america.html' title='Rede de Museus Comunitários da América'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-4723820936662489287</id><published>2009-12-05T12:36:00.000-08:00</published><updated>2009-12-05T12:46:14.092-08:00</updated><title type='text'>Entre o prazer e o necessário</title><content type='html'>Pois é, através deste blog venho descobrindo que escrever é puro prazer. Aqui, principalmente, por que ninguém me cobra. Nenhum prazo me sufoca; nenhum parecerista dará seu veredito; nenhum par se preocupará em me usar como bibliografia de sua disciplina, tese ou artigo. Que liberdade! Preocupa-me, no entanto, que cada vez menos tempo dispendo para esse exercício sem compromisso. Relativo, decerto. Mas é interessante como, no meio de tanta atribulaçao, esse espaço funciona como o automóvel, segundo Baudrillar. Nem casa, nem trabalho. O meio do caminho, o lugar nenhum; nem saída, nem chegada. Apenas a viagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-4723820936662489287?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/4723820936662489287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=4723820936662489287' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/4723820936662489287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/4723820936662489287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2009/12/entre-o-prazer-e-o-necessario.html' title='Entre o prazer e o necessário'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-932410633595722865</id><published>2009-05-15T10:08:00.000-07:00</published><updated>2009-05-15T12:14:10.251-07:00</updated><title type='text'>II ENEIMAGEM</title><content type='html'>Entre 12 e 14 de maio foi realizada, na Universidade Estadual de Londrina, a segunda ediçao do Encontro Nacional de Estudos da Imagem, iniciativa do Laboratório de Estudos dos Domínios da Imagem na História - LEDI. Uma possibilidade de troca de experiências como esta em campo que vem se alargando no Brasil em diferentes áreas tem todos os seus méritos, estando os docentes do LEDI de parabéns por assumirem tal desafio. Esta é a primeira vez que participo. Assim sendo, minhas impressoes do evento nao permitem uma perspectiva comparativa entre as duas ediçoes. Tampouco desejo aqui pormenorizar tudo o que lá foi apresentado e discutido, o que seria inviável. Deixo aqui apenas minha mirada. O evento abriu com a conferência de Maria Cristina Boixadós que apresentou seu trabalho sobre imagens fotográficas da cidade argentina de Córdoba; passou por uma panorâmica de diferentes óticas na abordagem das imagens - enfocando a semiótica, a antropologia visual e as relaçoes entre imagem e história política; seguiu com a competente conferência de Ana Maria Mauad sobre as relaçoes entre ver e conhecer, entre os regimes visuais e a produçao de conhecimento e os sentido da história; continuou com a mesa-redonda sobre imagens urbanas e, finalmente, encerrou com a conferência de Jens Baungarten que traçou brilhante análise transhistórica relacionando as imagens das encenaçoes nazistas no III Reich com a imagética litúrgica produzida pela Contra-Reforma em Roma. Do meu ponto de vista esta última conferência encerrou com chave de ouro o evento. Certamente nem todos irao concordar com minha perspectiva, o que, diga-se de passagem, é bastante salutar em evento como este. Por mais próximos que estivessem os participantes no que se refere às investigaçoes sobre as imagens, os distanciamentos estavam colocados nas diferentes abordagens metodológicas, nas temáticas problematizadas, nas perspectivas disciplinares. Essa talvez seja a maior riqueza de um encontro como este: reunir historiadores, cientistas políticos, historiadores da arte, arquitetos, arquivistas, entre outras áreas,num cruzamento de olhares sobre os domínios da imagem. Qualquer evento científico vai-se construindo ao longo de suas diversas realizaçoes. Assim, no sentido de tornar o Eneimagem cada vez mais atrativo aos pesquisadores brasileiros da imagem, faço aqui algumas sugestoes, algumas delas surgidas no bate-papo dos corredores e da hora do café. O formato de Simpósios Temáticos propostos por dois coordenadores de instituiçoes diferentes (a exemplo do Encontro Nacional da ANPUH)pode ser uma aternativa interessante para reunir um maior número de comunicaçoes a partir de determinadas afinidades. Isso evitaria a pulverizaçao de sessoes de comunicaçoes versando sobre perspectivas aproximadas ocorrendo em mesmo horário, o que levou no evento a um baixo número de pessoas assistindo aos trabalhos apresentados e a uma certa insatisfaçao pela impossibilidade de se assistir sessoes correlatas que poderiam estar reunidas em mesmo local. Corrijam-me, se estiver enganada, mas muitas vezes o que levamos de um encontro como esse, entre outras coisas, é a oportunidade de tomarmos conhecimento com os trabalhos em desenvolvimento em diversas regioes do Brasil, quase sempre apresentados sob forma de comunicaçoes. Valeria a pena valorizar esse espaço! Fugindo, mas nem tanto, do âmbito do evento tive a oportunidade de ser conduzida, juntamente com Maria Cristina Boixadós e Elisabete Leal, pela diretora do Museu Histórico de Londrina Angelita Marques Visalli àquela instituiçao. Além de conhecer a bela edificaçao da antiga estaçao ferroviária, percorrer os espaços expositivos, tivemos oportunidade de observar o trabalho cuidadoso que está sendo realizado na conservaçao do acervo fotográfico, com apoio da FUNARTE. Assim, gostaria de sugerir que o evento passasse a contemplar a realizaçao de roteiros culturais como este na cidade. Afinal de contas, visitar os museus e mesmo a cidade é tomar contato com a cultura visual de Londrina, daí sua pertinência. Perdoem-me a liberdade de estar tecendo essas consideraçoes neste espaço. Longe de ser uma crítica à organizaçao do evento, move-me um desejo de que o ENEIMAGEM seja cada vez melhor, tornando-se o grande fórum dos pesquisadores brasileiros da imagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-932410633595722865?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/932410633595722865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=932410633595722865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/932410633595722865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/932410633595722865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2009/05/ii-eneimagem.html' title='II ENEIMAGEM'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-1642211482062657849</id><published>2009-04-29T17:23:00.000-07:00</published><updated>2009-04-29T17:50:27.114-07:00</updated><title type='text'>VII Semana de Museus da USP</title><content type='html'>Mais uma vez tenho a alegria de participar da Semana de Museus da USP. Este, sem dúvida, é um dos fóruns brasileiros mais qualificados de debate sobre as problemáticas ligadas aos museus. Como sempre, a organização competentíssima da equipe de representantes dos cinco museus da USP. O tema não poderia ser mais instigante: o museu na cidade, a cidade no museu. A meu ver, dois pontos altos. O primeiro, a palestra de Gabi Dolff-Bonekämper sobre a Ilha dos Museus de Berlim e suas transformações no pós-guerra e pós-queda do muro. Gabi falou de "perda e partilha" num contexto de deslocamento e rearranjo de coleções separadas pelo muro. O segundo ponto foi a palestra do Professor Ulpiano Bezerra de Meneses, uma das mentes mais brilhantes da intelectualidade brasileira. Escuto Ulpiano há vinte anos e suas abordagens são sempre de autosuperação. Jamais se repete, apenas reafirma princípios alicerçados em várias anos de docência e trabalho nos museus. Sua palestra discorreu sobre a problemática central do evento, abordando a presença da cidade marginal no museu de cidade. Guiou seus ouvintes num itinerário de reflexão sobre os museus de favela (alguns já com algumas décadas), hoje tão em voga no Rio de Janeiro e suas diversas apropriações, seja pelo turismo, seja por seus moradores. O evento ainda conta com "debates", onde apenas um conferencista discorre sobre uma temática, debatida por um interlocutor e também pelo público. A palestra de Marcelo Mattos Araujo sobre as pesquisas do não-público da Pinacoteca do Estado de São Paulo lançou várias indagações e desafios aos museus. Para o museu interessa saber não apenas quem é seu público visitante, mas também quem não o visita. Como se tudo isso nao fosse suficiente, os organizadores abrem, democraticamente, espaço para comunicadores. Nesse momento, descortina-se a variedade de regiões brasileiras aqui representada. De Norte a Sul, de Belém do Pará a Porto Alegre são muitos e diversos os sotaques. Isso, claro, sem contar as conversas animadas de corredor, na hora do café e do almoço, onde a troca de ideias toma conta do cenário. Ainda nem terminou, mas já estou querendo voltar para a próxima, em 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-1642211482062657849?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/1642211482062657849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=1642211482062657849' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/1642211482062657849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/1642211482062657849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2009/04/vii-semana-de-museus-da-usp.html' title='VII Semana de Museus da USP'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-4316236411263455687</id><published>2009-04-29T17:09:00.000-07:00</published><updated>2009-04-29T17:22:19.462-07:00</updated><title type='text'>Personagens do Centro de Porto Alegre</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SfjsgM5ICII/AAAAAAAAADI/ohRvvERD2_E/s1600-h/Caco_3493.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330270196953778306" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 208px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SfjsgM5ICII/AAAAAAAAADI/ohRvvERD2_E/s320/Caco_3493.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pois é, a correria está grande, mas, na medida do possível, passo por aqui para deixar alguma novidade. Esta é recém-saída do forno.&lt;br /&gt;Na última semana foram lançados os produtos resultantes do Projeto Personagens do Centro de Porto Alegre. Orgulho-me de ter dado o pontapé inicial dessa ideia que Vitor Ortiz, Elisabete Leal, Alice Bemvenutti e Naida Meneses transformaram num projeto de pesquisa participativo com os moradores do centro da cidade e que gerou oficinas e um jogo educativo. Eu e Lucca (meu filho de quase 7 anos) nos divertimos, traçando itinerários pelo centro de Porto Alegre, (re)conhecendo os personagens e aprendendo sobre a cultura, a história e o patrimônio. As escolas receberão os kits e poderão desenvolver atividades com seus alunos. Transcrevo o texto de divulgação detalhando o projeto, mas deixo aqui um grande PARABÉNS aos realizadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Projeto *Personagens do Centro de Porto Alegre*, idealizado pelo Instituto&gt; Hominus em parceria com o Espaço Cultural do Sindicato dos Bancários, lança&gt; no dia 23 de abril seu kit educativo, composto por uma revista, um jogo e um&gt; documentário audiovisual. A iniciativa foi contemplada em concurso nacional&gt; promovido pela UNESCO, IPHAN e Ministério da Cultura que visava estimular&gt; atividades de educação patrimonial nas cidades onde acontecem investimentos&gt; do Programa Monumenta.&gt;&gt; O tema *Personagens do Centro* foi desenvolvido através de um inventário&gt; participativo e trabalhado em oficinas, das quais participaram dezenas de&gt; moradores da região. Os encontros instigaram questões relacionadas aos&gt; patrimônios material e imaterial do Centro e resultaram na elaboração de uma&gt; listagem com 49 personagens. Entre estes estão figuras emblemáticas do&gt; imaginário popular de Porto Alegre, como a Bronze, que deu nome ao Alto da&gt; Bronze, Miguel KGB, Bataclã, Gilda Marinho, Odonne Greco, o Rei Momo Vicente&gt; Rao, entre outras figuras ainda vivas, como o músico Zé da Folha, o último&gt; Lambe-Lambe da Praça XV e o pixador Toniolo.&gt;&gt; O projeto promoveu também uma ampla pesquisa sobre estes personagens,&gt; reunindo um farto material que serviu de base para a produção de um conjunto&gt; educativo: um jogo que proporciona um contato lúdico dos estudantes com o&gt; mapa do Centro de Porto Alegre; um *documentário audiovisual *reunindo&gt; depoimentos de historiadores e cronistas sobre cinco destes personagens, e&gt; uma *revista* que conta um pouco da história de cada um deles.&gt;&gt; O kit vai beneficiar 100 escolas da rede pública de Porto Alegre. “Trata-se&gt; de um suporte inédito para que os professores possam trabalhar o tema do&gt; Centro e do patrimônio cultural de Porto Alegre em sala de aula”, comenta o&gt; coordenador do projeto, Vítor Ortiz.&gt;&gt; *KIT EDUCATIVO*&gt;&gt; *JOGO – *O jogo do projeto Personagens do Centro acontece sobre um tabuleiro&gt; onde está impresso um mapa artístico estilizado do Centro da Capital, com&gt; suas ruas, praças e principais monumentos. É um jogo de percurso com dados e&gt; piões, onde podem jogar seis alunos de cada vez. No percurso, vão ocorrendo&gt; vários momentos de interação entre os personagens desenhados pelo cartunista&gt; Bier e as situações que normalmente se oportunizam no Centro, como ir a uma&gt; velha barbearia, passear pela Rua da Praia ou fazer compras no Mercado&gt; Público. O jogo foi criado e desenhado pela artista plástica e educadora&gt; Alice Bemvenuti.&gt;&gt; *DOCUMENTÁRIO AUDIOVISUAL – *O documentário tem 30 minutos de duração e&gt; reúne o depoimento de seis conhecedores do Centro: o historiador Sérgio da&gt; Costa Franco, o professor Sérgius Gonzaga, o jornalista Wanderley Soares, o&gt; jornalista Índio Vargas, e ainda Adalberto Castilhos e João Luiz Pinheiro&gt; Machado. Este registro audiovisual recupera parte da história de cinco&gt; personagens, todos já falecidos: A Bronze, Bataclã, Odone Greco, Teresinha&gt; Morango e Qorpo Santo. O documentário foi dirigido pela jornalista Camila&gt; Ali.&gt;&gt; *REVISTA – *A revista do kit Personagens do Centro tem 44 páginas e traz um&gt; balanço social do projeto, com o registro da metodologia, de todas as etapas&gt; de realização e ainda com um resumo das pesquisas sobre cada um personagens&gt; relacionados. A distribuição é gratuita e vai acontecer no dia do&gt; lançamento. As demais 500 revistas serão destinadas às escolas, às&gt; bibliotecas e às instituições culturais do Centro.&gt;&gt; *Lançamento oficial do **Kit Educativo*&gt;&gt; Apresentação do Kit, exibição do documentário e entrega dos Kits educativos&gt; para as escolas públicas&gt; Quinta-feira, dia 23 de abril às 19h30&gt; CineBancários - Rua General Câmara, 424 – Centro&gt; Contatos: (51)3433-1204 / 3433-1205&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-4316236411263455687?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/4316236411263455687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=4316236411263455687' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/4316236411263455687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/4316236411263455687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2009/04/personagens-do-centro-de-porto-alegre.html' title='Personagens do Centro de Porto Alegre'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SfjsgM5ICII/AAAAAAAAADI/ohRvvERD2_E/s72-c/Caco_3493.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-9164492212181641721</id><published>2009-01-11T15:57:00.000-08:00</published><updated>2009-01-11T16:17:55.883-08:00</updated><title type='text'>Exposição de Cartier Bresson no Brasil</title><content type='html'>2009 será o ano da França no Brasil. É possível acompanhar a programação no site oficial, em&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/"&gt;http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente quase tudo está programado para  a região sudeste,  exceto as apresentações que percorrerão várias cidades brasileiras. Acompanhei a inscrição dos projetos, que necessitavam de dois parceiros, um de cada país. Assim, se pouco há nas demais regiões, infelizmente, isso deve-se à falta de interesse ou de condições das mesmas em fazer parte dessa festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porto Alegre homenageará a França na Feira do Livro. Parabéns à Câmara do Livro, que se lembrou do país de Vitor Hugo. No entanto, isso não é novidade; sempre fazemos isso nas nossas feiras. Tomara que venha algo mais e esse algo mais bem que poderia ser a exposição de Cartier Bresson, prevista para São Paulo. Com esse marasmo cultural que estamos vivendo nos últimos anos, acho difícil. Quem puder ir a São Paulo, aproveite. Em todo caso, transcrevo abaixo a notícia na íntegra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Publicado em 29 de dezembro de 2008&lt;br /&gt;Exposição Henri Cartier-Bresson&lt;br /&gt;Outubro a novembro no SESC São Paulo&lt;br /&gt;&lt;a class="thickbox" href="http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/wp-content/uploads/2008/12/henri-cartier-bresson13.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Fundação francesa Cartier Bresson em parceria com a empresa brasileira Escamilla promove uma exposição&lt;br /&gt;Sidewalk Cafe, Boulevard Diderot, por Henri Cartier-Bresson&lt;br /&gt;fotográfica com seleção de cerca de 130 das melhores obras de Cartier-Bresson, ampliadas sob a supervisão do curador Eder Chiodetto e oriundas da agência francesa Magnum Photos, criada por ele em 1947.&lt;br /&gt;Haverá também o lançamento do livro “Henri Cartier-Bresson – Fotógrafo” pela editora Cosac Naify e um ciclo de debates denominado “O Momento Decisivo Hoje” que contará com a participação de especialistas franceses e brasileiros.&lt;br /&gt;Exposição de fotografias em paralelo à mostra principal, com cerca de 30 fotografias trará trabalhos de fotógrafos que atuaram nas Revistas “O Cruzeiro” e “Realidade”, entre outras, tais como Flávio Damm, Thomaz Farkas, José Medeiros, Alécio de Andrade, German Lorca, etc. Distribuição de folders didáticos com explicação sobre a importância da obra do fotógrafo e reflexões sobre algumas de suas fotografias."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-9164492212181641721?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/9164492212181641721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=9164492212181641721' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/9164492212181641721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/9164492212181641721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2009/01/exposio-de-cartier-bresson-no-brasil.html' title='Exposição de Cartier Bresson no Brasil'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-157361590003533013</id><published>2008-08-17T17:12:00.001-07:00</published><updated>2008-08-17T17:57:03.998-07:00</updated><title type='text'>Um ônibus escolar a pé?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SKi-1RP27ZI/AAAAAAAAACM/9iVaOk2ldt8/s1600-h/piedibusmilano.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235644389190462866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SKi-1RP27ZI/AAAAAAAAACM/9iVaOk2ldt8/s320/piedibusmilano.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SKi-pvxCSbI/AAAAAAAAACE/ZSm8qebUFa0/s1600-h/piedibus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235644191224252850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 119px" height="147" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SKi-pvxCSbI/AAAAAAAAACE/ZSm8qebUFa0/s320/piedibus.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso mesmo!! Já pensaram o fim daquelas filas duplas intermináveis em frente às escolas na hora do rush? E a quantidade de carros que poderiam deixar de circular pelas ruas, lançando seus gases contra o meio ambiente? E poder dividir com vários pais e mães a tarefa e levar e buscar os filhos no colégio? Além disso, propiciar que as crianças vivenciem mais a cidade em que moram, aprendendo a se locomover com responsabilidade pelas ruas? As vantagens não param por aí, não. Ir à escola caminhando ainda ajuda a evitar a obesidade dos pimpolhos. E como se isso tudo não bastasse, as crianças ainda se divertem em grupo indo para a escola e voltando de lá. Essa experiência encantadora já é realidade em várias cidades italianas e tem se tornado difundida em países da Europa e nos Estados Unidos. O site piedibus.it fornece várias informações sobre a proposta, mostra imagens das cidades que já vem implementando a idéia, além de orientar aqueles que desejarem tomar frente a essa iniciativa. Projetos como estes tornam nossas cidades mais humanas, contribuindo para a preservação ambiental e, tornando nossos filhos e filhas mais conhecedores da cidade em que vivem, conseqüentemente mais envolvidos com o seu futuro também.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-157361590003533013?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/157361590003533013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=157361590003533013' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/157361590003533013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/157361590003533013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2008/08/um-nibus-escolar-p.html' title='Um ônibus escolar a pé?'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SKi-1RP27ZI/AAAAAAAAACM/9iVaOk2ldt8/s72-c/piedibusmilano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-344734114677986650</id><published>2008-08-08T15:56:00.000-07:00</published><updated>2008-08-08T16:52:25.936-07:00</updated><title type='text'>Querem roubar, mais uma vez, nosso Guaíba!!</title><content type='html'>Quem, como eu, vem participando há algumas décadas em defesa do Guaíba, encontra pouca novidade nos episódios recentes que envolvem a área do Estaleiro Só, na Zona Sul de Porto Alegre. É semelhante à discussão do destino que se dará à área portuária, especialmente armazéns A e B, nas imediações da Praça da Alfândega. Desde o século XIX, a cidade avança sobre as águas do rio, recentemente, definido como lago. Poucos sabem que grande parte da orla entre Praça da Alfândega e Navegantes foi conseguida graças a aterros sistemáticos para construção do porto. E que nossa Rua da Praia tinha motivo para ter esse nome. Mais remotamente, era a modernização da cidade que impunha aos centros urbanos transformações de ordem higiênica, viária e estética. Mesmo o afã de modernidade exacerbado das elites e do poder público, não foi uníssono. Os jornais, principalmente, expressaram vozes dissonantes, contrárias à fúria demolidora que colocou abaixo becos e casebres dos pobre da cidade que precisaram encontrar moradia bem longe da área central. Esse é, em linhas curtas, o processo de transformação do centro em cenário da burguesia porto-alegrense ascendente, desejosa de não encontrar nos espaços que freqüentava aqueles "feios, sujos e malvados" que insistiam em colocar ao lado do &lt;em&gt;fotting&lt;/em&gt; na rua da praia, dos cinemas e dos cafés &lt;em&gt;à française&lt;/em&gt;, o batuque e as festas religiosas populares.&lt;br /&gt;Naquele período, porém, ainda não existia o que, hoje, denomina-se preocupação ecológica. E Porto Alegre ainda não havia passado pelo movimento de defesa do seu patrimônio histórico, especialmente o arquitetônico, que foi tomando as páginas dos jornais com Manoellito de Ornellas, em fins dos anos 1950. De lá para cá, as mudanças na cidade, mal ou bem contemplaram a preocupação ecológica e com o patrimônio histórico. Grande parte do que hoje consideramos a cara e a alma da cidade - Mercado Público, Usina do Gasômetro, Solar Lopo Gonçalves, entre outros - foi preservada a partir desse período. Período da ditadura militar, contraditoriamente, que ergueu o muro da Mauá, separando de forma trágica a cidade do seu lago. Legislações foram criadas e movimentos da população tentaram fazer ouvir a opinião de mais atores, especialmente aqueles que vivenciam a cidade e não apenas aqueles que lucram com a exploração do espaço urbano da cidade. São representantes desse segundo grupo que, mais uma vez, querem transformar a área do Estaleiro Só em um grande empreendimento imobiliário, privando a cidade e sua população de mais uma grande extensão de contato com as águas do Guaíba. Para isso, desejam alterar a legislação que tranforma justamente aquela área em área especial de preservação cultural. As áreas especiais, legislação elaborada pelos técnicos do órgão de patrimônio do poder público municipal em conjunto com a Uniritter, no governo popular, tem como objetivo manter aspectos identitários da paisagem ambiental e cultural da cidade. Nessa diretriz límpida e que direciona para a democratização do uso dos espaços da cidade, esbarra nos interesses dos grupos que vêem na cidade não espaço de convívio e cidadania, mas possibilidade de lucros. Espero que a história não analise esse processo, repetindo o acontecido em outras épocas, mas inventando uma nova forma de viver e pensar Porto Alegre que contemple as futuras gerações e o benefício de um maior número possível de pessoas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-344734114677986650?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/344734114677986650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=344734114677986650' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/344734114677986650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/344734114677986650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2008/08/querem-roubar-mais-uma-vez-nosso-guaba.html' title='Querem roubar, mais uma vez, nosso Guaíba!!'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-948548874172106636</id><published>2008-05-21T15:46:00.000-07:00</published><updated>2008-05-21T15:50:38.234-07:00</updated><title type='text'>Observatório de Museus</title><content type='html'>Na correria,prefiro não deixar de colocar aqui essa notícia, publicada no Boletim do MINC:&lt;br /&gt;"Observatório de Museus e Centros Culturais inaugura portal na internet&lt;br /&gt;O projeto é uma iniciativa do Observatório de Museus e Centros Culturais (OMCC) e tem como meta a identificação das instituições e os programas de pós-graduação no Brasil que produzem monografias, dissertações de mestrado e teses de doutorado sobre museus.&lt;br /&gt;Além de permitir uma avaliação da dinâmica da produção acadêmica referente a essas instituições, a pesquisa identifica as áreas do conhecimento nas quais a produção é mais freqüente, os temas e as abordagens prevalecentes em dado período, a natureza da instituição produtora e sua localização.&lt;br /&gt;O estudo pode ser conferido no site do Observatório: www.fiocruz.br/omcc. Os interessados podem também conferir o perfil dos visitantes dos museus, ver o mapa das diferentes situações e modalidades de visitas e a identificação dos processos e contextos promotores de acesso aos museus e centros culturais para variados segmentos da sociedade.&lt;br /&gt;Contribuição dos visitantes&lt;br /&gt;Para se manter sempre atualizado, o portal estimula o público a enviar seu texto de pesquisa (dissertação, tese, monografia, relatório) em PDF para a seção Estante Virtual. Ou também sugestão bibliográfica no espaço disponível da seção Fale conosco.&lt;br /&gt;O portal é fruto da parceria entre o Museu da Vida, Casa de Oswaldo Cruz, o Departamento de Museus do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Demu/IPHAN) a Diretoria Regional de Brasília da Fundação Oswaldo Cruz, , a Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) e o Museu de Astronomia e Ciências Afins."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já acessei e é muito bacana, mas está em construção, dependendo que os pesquisadores alimentem seu banco de dados. Vamos lá, acessem www.fiocruz.br/omcc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-948548874172106636?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/948548874172106636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=948548874172106636' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/948548874172106636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/948548874172106636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2008/05/observatrio-de-museus.html' title='Observatório de Museus'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-7553815413537240094</id><published>2008-05-08T14:58:00.000-07:00</published><updated>2008-05-08T15:03:44.442-07:00</updated><title type='text'>Fotografias de Capa encontradas no México agora na Web</title><content type='html'>O site Zonezero publica um artigo de Trisha Ziff sobre a maleta de negativos do fotógrafo Robert Capa, recentemente encontrada no México. São imagens da Guerra Civil Espanhola, várias delas podendo ser vistas acessando&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.zonezero.com/exposiciones/fotografos/ziff/indexsp.html"&gt;http://www.zonezero.com/exposiciones/fotografos/ziff/indexsp.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-7553815413537240094?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/7553815413537240094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=7553815413537240094' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7553815413537240094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7553815413537240094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2008/05/fotografias-de-capa-encontradas-no.html' title='Fotografias de Capa encontradas no México agora na Web'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-7505814774991293303</id><published>2008-04-27T19:21:00.000-07:00</published><updated>2008-04-27T19:28:34.131-07:00</updated><title type='text'>Museus Acessíveis</title><content type='html'>Vejam que boa notícia: foi criado um portal para tratar sobre acessibilidade nos museus. É o RINAM – Rede de Informação de Acessibilidade em Museus, disponível no endereço: http://museuacessivel.incubadora.fapesp.br/portal&lt;br /&gt;Neste portal estão disponíveis informações sobre o tema em forma de artigos, papers, textos de palestras, notícias e uma lista de museus com ofertas de acessibilidade para as pessoas com deficiência. O projeto tem como objetivo beneficiar os museus brasileiros no acesso à informação da área de acessibilidade e inclusão em museus.&lt;br /&gt;Dúvidas ou colaborações são muito bem vindas. Contatos pelo e-mail: museuacessivel@gmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-7505814774991293303?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/7505814774991293303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=7505814774991293303' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7505814774991293303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7505814774991293303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2008/04/museus-acessveis.html' title='Museus Acessíveis'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-6834794542448923202</id><published>2008-04-09T01:56:00.000-07:00</published><updated>2008-04-09T02:02:22.174-07:00</updated><title type='text'>Fórum Iberoamericano Educação e Museus</title><content type='html'>Está ocorrendo nesses dias, em Madri, o I Fórum Iberoamericano Educação e Museus. O interessante é que foi disponibilizado um blog no site do museu promotor, onde todos podem compartilhar idéias e trocar experiências. É só acessar http://www.museothyssen.org/blogs/iberoamericano/ . De lá, pode-se acessar o setor educativo do museu em http://www.educathyssen.org/. É simplesmente estonteante a variedade de opções educativas que eles oferecem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-6834794542448923202?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/6834794542448923202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=6834794542448923202' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6834794542448923202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6834794542448923202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2008/04/frum-iberoamericano-educao-e-museus.html' title='Fórum Iberoamericano Educação e Museus'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-5306149953216841713</id><published>2008-04-05T16:54:00.000-07:00</published><updated>2008-04-05T17:03:54.072-07:00</updated><title type='text'>Primeira Missa no Brasil circula pelo Sul</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R_gSwYPPpbI/AAAAAAAAAB8/qzdgGdxTPSg/s1600-h/Primeira+Missa+no+Brasil.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185915593266537906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R_gSwYPPpbI/AAAAAAAAAB8/qzdgGdxTPSg/s320/Primeira+Missa+no+Brasil.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Lembram que mencionei nesse blog sobre o Museu Victor Meirelles? Vejam a boa notícia que circulou no Boletim do MINC essa semana:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira Missa no Brasil&lt;br /&gt;Famosa tela será exibida pela primeira vez em Santa Catarina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos ícones das artes plásticas brasileiras, a pintura “Primeira Missa no Brasil”, do catarinense Victor Meirelles (1832-1903), será exposta pela primeira vez em Santa Catarina a partir de quinta-feira, dia 3 de abril. A exposição, promovida pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), ficará aberta no Museu de Arte de Santa Catarina (Masc), em Florianópolis, até 11 de maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De grandes dimensões, medindo 2,68 x 3,56 metros e pesando mais de 300 quilos, a “Primeira Missa no Brasil” exigiu, além da iluminação e climatização especiais, outras adaptações no Masc, como a abertura de um vão para entrada da tela no prédio e a construção de um cavalete para servir de apoio. Segundo o administrador do Masc, João Evangelista de Andrade Filho, a expectativa é que esta seja uma das mostras mais visitadas da história do museu, com um público superior a 12 mil pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, além de Santa Catarina, apenas outros dois Estados – Rio Grande do Sul e Bahia – irão recepcionar a tela, que depois voltará ao Museu Nacional de Belas Artes, onde deverá ficar pelos menos durante os próximos dez anos, em exibição no circuito permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: assessoria de imprensa da FCC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resta saber onde será exposta no Rio Grande do Sul.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-5306149953216841713?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/5306149953216841713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=5306149953216841713' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/5306149953216841713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/5306149953216841713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2008/04/primeira-missa-no-brasil-circula-pelo.html' title='Primeira Missa no Brasil circula pelo Sul'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R_gSwYPPpbI/AAAAAAAAAB8/qzdgGdxTPSg/s72-c/Primeira+Missa+no+Brasil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-7628789150348945482</id><published>2008-03-28T19:09:00.001-07:00</published><updated>2008-03-28T19:19:18.728-07:00</updated><title type='text'>Leituras da Cidade: Porto Alegre e seu patrimônio</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R-2lF4PPpaI/AAAAAAAAAB0/fKAnL9p_kao/s1600-h/capa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182980266587563426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R-2lF4PPpaI/AAAAAAAAAB0/fKAnL9p_kao/s320/capa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Inicia no próximo 18 de abril, na Faculdade de Educação/UFRGS, esse curso de extensão, que nasceu de uma pareceria com o Projeto Monumenta Porto Alegre. &lt;br /&gt;Caracteriza-se como uma formação em educação para o patrimônio, visando proporcionar leituras do Centro Histórico de Porto Alegre aos educadores, a fim de incorporar essa temática no processo pedagógico. A formação buscará respostas à indagação: como ler o centro histórico? Será sub-dividida em dois grandes momentos: &lt;br /&gt;Aulas teóricas ministradas por diferentes profissionais que lidam com a temática da história de Porto Alegre e aspectos relacionados. Saídas a campo, através de visitas orientadas, enfocando aspectos específicos da trajetória do Centro Histórico: arte, arquitetura, arqueologia, lugares, museus, grupos étnicos e sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivências teórico-práticas: Construção pelos participantes de diferentes leituras do centro histórico, visando a realização de uma visita ao mesmo com os seus alunos e alunas. Serão construídas pelos participantes:&lt;br /&gt;- as etapas necessárias para alcançar os objetivos propostos (como por exemplo: preparação, pesquisa, visita, produção e avaliação);&lt;br /&gt; - a seleção dos conteúdos (arquitetura, literatura, monumentos, histórias);&lt;br /&gt; - a elaboração de procedimentos metodológicos com vistas à realização de cada uma das etapas. Após o trabalho de produção individual e/ou em grupo serão apresentados e discutidos os resultados, as abordagens e caminhos encontrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final deste derradeiro momento, deseja-se alcançar um mosaico de leituras do centro histórico construído pelos educadores e que podem servir de estímulo para a aplicação em sala de aula ou em situações educativas informais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queremos sensibilizar os educadores a incluírem no seu programa de ensino as questões relacionados à cidade, sua memória e seu patrimônio; possibilitar o acesso à leitura do centro histórico de Porto Alegre em suas múltiplas abordagens temporais ou temáticas; construir coletivamente metodologias que permitam aos educadores se apropriarem do centro histórico; propiciar aos educadores que já trabalham com a temática da cidade novas perspectivas, abordagens e metodologias de aprendizagem;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 de Abril&lt;br /&gt;Memória, Educação e Patrimônio – Cornelia Eckert (antropóloga - PPGAS/UFRGS) e Beatriz Muniz (historiadora - IPHAN)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 de Abril&lt;br /&gt;História de Porto Alegre e  seu Centro Histórico – Vera Barroso (historiadora - FAPA), Zita Possamai (historiadora - FACED/UFRGS);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 de Maio&lt;br /&gt;Arqueologia da Cidade – Fernanda Tocchetto (arqueóloga - PMPA) e Alberto Tavares (arqueólogo - Projeto Monumenta).  Saída a campo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16  de Maio&lt;br /&gt;Patrimônio arquitetônico – Luiz Merino Xavier (arquiteto – Projeto Monumenta) e Briane Bicca (arquiteta - Projeto Monumenta) e Ana Lucia Meira (arquiteta - IPHAN). Saída a campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 de Maio&lt;br /&gt;Percursos Étnicos: caminhos do indígena e do negro na cidade – Maria Aparecida Bergamaschi (professora - Faced/UFRGS),  Iosvaldyr Carvalho Bittencourt  (antropólogo - IACOREQ) e Pedro Vargas (historiador - Projeto Monumenta)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 de Junho&lt;br /&gt;Percursos Artísticos – Elisabete Leal (historiadora - CNPQ/UFRGS), Naira Vasconcelos (historiadora - MARGS) e Flavio Krawczki (historiador da arte - PMPA/SMC). Saídas a campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 de Junho&lt;br /&gt;Cidade Educadora – Maria Carmem Barbosa (professora -Faced/UFRGS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 de Junho&lt;br /&gt;Possibilidades metodológicas de Ação Educativa para o Patrimônio – Maria Helena Gaidzinski (educadora – Santander Cultural) e Zita Possamai (historiadora - Faced/UFRGS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27 de Junho&lt;br /&gt;Atividades de elaboração de projeto em grupo - Zita Possamai (Faced/UFRGS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 de julho&lt;br /&gt;Apresentação e discussão das propostas com a presença dos professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal abriram as inscrições, estas já estão esgotadas, o que nos inspira para uma segunda edição. Ainda contamos com o apoio de  IPHAN; Centro Histórico-Cultural Santa Casa; Santander Cultural e FAPA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-7628789150348945482?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/7628789150348945482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=7628789150348945482' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7628789150348945482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7628789150348945482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2008/03/leituras-da-cidade-porto-alegre-e-seu.html' title='Leituras da Cidade: Porto Alegre e seu patrimônio'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R-2lF4PPpaI/AAAAAAAAAB0/fKAnL9p_kao/s72-c/capa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-1417591029772878125</id><published>2008-02-28T15:31:00.000-08:00</published><updated>2008-02-28T16:12:07.905-08:00</updated><title type='text'>Museu Victor Meirelles mostra que tamanho não é documento</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R8dEy_j0-YI/AAAAAAAAABc/VX8_DxI8Pf4/s1600-h/museu+vitor+meirelles+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172178339904158082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R8dEy_j0-YI/AAAAAAAAABc/VX8_DxI8Pf4/s320/museu+vitor+meirelles+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Todo mundo sabe que a volta ao trabalho não é muito fácil. Mas as águas de março estão beirando a nossa porta e não tem outro jeito. O mais gostoso é compartilhar um bocadinho das férias com os amigos; aquilo que ficou com gosto de quero mais. Pois é, há mais de vinte anos que costumo visitar a ilha de Florianópolis e ainda não tinha me chamado a atenção o Museu Victor Meirelles. Há alguns anos, porém, tenho recebido muitas divulgações de programas ali oferecidos. Pensei: preciso conhecer esse museu. A localização é facílima. Fica na parte alta do centro da cidade, quase ao lado da Praça XV, próximo do famigerado Museu Cruz e Souza. Surpreendeu-me. O prédio é a antiga residência de Victor e sua família, construído em meados do século XVIII. O Museu existe há 50 anos. O que mais gostei é que é um museu pequeno, com pouco espaço expositivo, mas que soube dispor muito bem da potencialidade da biografia do artista. Quem é Victor Meirelles? Basta mencionar a sua mais conhecida obra, divulgada principalmente nos livros didáticos de História. "A primeira missa no Brasil" é praticamente uma certidão visual de nascimento do Brasil. Poucos sabem, porém, que a obra feita sob encomenda foi pintada alguns séculos após o descobrimento. Além de apresentar algumas obras, emprestadas especialmente pelo Museu Nacional de Belas Artes, detentor de quase totalidade de seu acervo, o Museu Victor Meirelles preocupa-se em problematizar o trabalho do artista, através do diálogo com a arte contemporânea. Como se não bastasse, ainda reserva o térreo da casa para exposições temporárias de artistas. Saí satisfeita do Museu. Gosto de museus assim, que em uma curta e despretensiosa visita me ensinem sobre arte, história e cultura brasileira. Fiquei torcendo para que algum/a historiador/a preocupado com a história visual tome esse artista e sua obra como objeto de estudo. Seria um prato cheio! Quem quiser saber mais, é só acessar &lt;a href="http://www.museuvictormeirelles.org.br/"&gt;http://www.museuvictormeirelles.org.br&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-1417591029772878125?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/1417591029772878125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=1417591029772878125' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/1417591029772878125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/1417591029772878125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2008/02/museu-victor-meirelles-mostra-que.html' title='Museu Victor Meirelles mostra que tamanho não é documento'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R8dEy_j0-YI/AAAAAAAAABc/VX8_DxI8Pf4/s72-c/museu+vitor+meirelles+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-8706601607921597258</id><published>2007-11-30T16:02:00.000-08:00</published><updated>2007-12-02T16:48:55.102-08:00</updated><title type='text'>Dos Ofícios de Clio: memória e patrimônio</title><content type='html'>O &lt;em&gt;GT Acervos: história, memória e patrimônio &lt;/em&gt;da Associação Nacional de História, Seção RS, está completando, em 2007, 10 anos de existência. É composto por historiadore/as preocupados com as problemáticas ligadas à preservação do patrimônio cultural como um todo e com os acervos históricos, em particular. Embora não se possa dizer que nossos acervos estejam melhor cuidados por suas instituições mantenedoras, os 10 anos desse GT merece ser comemorado. O GT Acervos reúne um rol de ações realizadas em prol dos acervos no Rio Grande do Sul. Graças a ele e à ANPUH-RS o Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul recebeu uma sede definitiva no Memorial do Rio Grande do Sul, deixando de itinerar por diversos edifícios e de colocar o seu acervo em risco. Esse é apenas um exemplo do quanto o GT contribuiu e vem contribuindo nessa área. Para não deixar passar em branco, o GT realizará um seminário no dia 14 de dezembro, no qual será discutida a relação do ofício da história com as problemáticas da memória e do patrimônio. Confira o blog do GT em &lt;a href="http://www.acervosrs.blogspot.com/"&gt;http://www.acervosrs.blogspot.com&lt;/a&gt; e a programação do evento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R1ClEMitWFI/AAAAAAAAABU/evuCS53d67Q/s1600-R/Folder+GT+Acervos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138788666334599250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R1ClEMitWFI/AAAAAAAAABU/CyMgENcsZo0/s320/Folder+GT+Acervos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-8706601607921597258?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/8706601607921597258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=8706601607921597258' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8706601607921597258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8706601607921597258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/11/dos-ofcios-de-clio-memria-e-patrimnio.html' title='Dos Ofícios de Clio: memória e patrimônio'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/R1ClEMitWFI/AAAAAAAAABU/CyMgENcsZo0/s72-c/Folder+GT+Acervos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-3945189013421726248</id><published>2007-10-10T08:41:00.000-07:00</published><updated>2007-10-10T09:03:10.794-07:00</updated><title type='text'>Brincar é coisa séria!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RwzzCejtKYI/AAAAAAAAABM/7uLWXTutnHI/s1600-h/crianÃ§as+em+roda.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119734100301523330" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RwzzCejtKYI/AAAAAAAAABM/7uLWXTutnHI/s320/crian%C3%A7as+em+roda.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Recebi de minha colega Alice Bemvenutti uma mensagem contendo o site do &lt;strong&gt;Projeto Bira,&lt;/strong&gt; que leva as brincadeiras de criança com muita seriedade e vem desenvolvendo um lindo trabalho de pesquisa e socialização dos jogos e brinquedos das crianças ribeirinhas da Amazônia. Não pude deixar de me lembrar das minhas próprias brincadeiras de infância, como pular elástico, brincar de roda, carrinho de lomba. Todas quase sempre compartilhadas em grupo e brincadas no pátio de casa ou na rua. Fiquei pensando o quanto as brincadeiras mudaram nesse curto tempo (sou jovenzinha ainda! E para a história algumas décadas é quase nada). Um tempo em que a rua era extensão da casa, quando não havia videogames, nem internet e o máximo que se via na televisão era o Sítio do Pica-pau Amarelo. Não quero ser nostálgica, mas penso que nós, urbanóides do século XXI, temos muito que aprender com as crianças e as brincadeiras do passado e de outras regiões do Brasil. &lt;br /&gt;Acesse http://www.projetobira.com/ e delicie-se com essa maravilha!&lt;br /&gt;A autora do projeto também está lançando o livro "Giramundo e outros brinquedos e brincadeiras dos meninos do Brasil" da editora Terceiro Nome (www.terceironome.com.br).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-3945189013421726248?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/3945189013421726248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=3945189013421726248' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3945189013421726248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3945189013421726248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/10/brincar-coisa-sria.html' title='Brincar é coisa séria!'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RwzzCejtKYI/AAAAAAAAABM/7uLWXTutnHI/s72-c/crian%C3%A7as+em+roda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-4994858978221338445</id><published>2007-10-07T04:43:00.000-07:00</published><updated>2007-10-07T05:11:47.428-07:00</updated><title type='text'>Museu Maravilha!</title><content type='html'>Corre no senso comum que a população brasileira pouco valor dá aos museus. Os museus no Brasil estariam muito longe de serem um divertimento da cultura de massas, tal como o são alguns museus norte-americanos. Também não poderiam ser considerados baluartes da construção identitária, como é o Museu Nacional de Antropologia do México. Sempre os exemplos estrangeiros impedindo-nos de mirar a nós mesmos, com nossos próprios olhos. Os museus podem não ser freqüentados por multidões o ano todo, mas quem negaria a imagem televisionada que mostrou milhares de pessoas visitando o Museu Paulista, popularmente conhecido como Museu do Ipiranga, no último 7 de Setembro. Para quem não sabe,  lá está exposta a tela "O Grito" de Pedro Américo e o próprio prédio foi concebido como  um monumento à Independência. Se isso não foi uma demonstração espontânea de patriotismo, não sei o que poderia ser (o desfile?). Agora, mais uma surpresa. O Museu Imperial de Petrópolis-RJ foi escolhido como uma das maravilhas do Rio de Janeiro. Confira trecho do texto de sua diretora, Maria de Lourdes Parreiras Horta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;A classificação do Museu Imperial em quinto lugar entre as sete maravilhas do Estado do Rio de Janeiro veio consagrar um fato já conhecido de todos os  moradores e visitantes da região serrana: o de que o antigo Palácio de verão do Imperador D. Pedro II é um dos grandes atrativos turístico-culturais do nosso país. Se Petrópolis, elevada à categoria de cidade há 150 anos, foi a cidade dos sonhos do Imperador e seu refúgio predileto, não imaginava o monarca que seu   pequeno castelo serrano fosse ser tão popular, tantos anos depois de sua idealização e construção, pelo major de engenheiros Júlio Frederico Koeler (que deu nome à rua mais bonita do país, a Avenida Koeler). O Museu Imperial é um dos   museus mais visitados do Brasil, recebendo em torno de 270 a 300 mil visitantes nacionais e estrangeiros a cada ano. Destes, em torno de 70 mil são escolares, que chegam diariamente para usufruir as belezas do Palácio, de suas importantes coleções, e aprender de modo interessante e lúdico um pouco sobre a nossa história."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Parece que precisamos aprender alguma coisa com nossos próprios museus e, principalmente, precisamos visitá-los.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-4994858978221338445?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/4994858978221338445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=4994858978221338445' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/4994858978221338445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/4994858978221338445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/10/museu-maravilha.html' title='Museu Maravilha!'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-8055304316624788074</id><published>2007-10-07T04:19:00.000-07:00</published><updated>2007-10-07T04:26:13.613-07:00</updated><title type='text'>Studium e as Africanidades no Brasil</title><content type='html'>A&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Revista &lt;em&gt;Studiun&lt;/em&gt; (link nesse blog) venceu o edital &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;do Ministério da Cultura e promoverá edição especial sobre Representações Imagéticas das Africanidades no Brasil. Detalhes em &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.unicamp.br/unicamp/divulgacao/BDNUH/NUH_9053/NUH_9053.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;http://www.unicamp.br/unicamp/divulgacao/BDNUH/NUH_9053/NUH_9053.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-8055304316624788074?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/8055304316624788074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=8055304316624788074' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8055304316624788074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8055304316624788074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/10/studium-e-as-africanidades-no-brasil.html' title='Studium e as Africanidades no Brasil'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-6727409070006690805</id><published>2007-06-28T15:50:00.000-07:00</published><updated>2007-06-28T15:53:37.974-07:00</updated><title type='text'>Descoberto o laboratório fotográfico mais antigo do mundo</title><content type='html'>O Noticiero Histórico Fotográfico de la Sociedad Iberoamericana de Historia de la Fotografía de junho noticiou a descoberta na França do que seria o mais antigo laboratório fotográfico do mundo. Leiam a matéria na íntegra:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Descubren en Francia el laboratorio fotográfico más antiguo del mundo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se acaba de descubrir cerca de Chalon-sur-Saone en Francia el laboratorio  de uno de los primeros fotógrafos del mundo. El laboratorio estaba intacto tal cual lo había dejado su dueño, el daguerrotipista Fortuné Joseph Petiot-Grefier poco antes de su temprana muerte en 1855 probablemente causada por su persistente exposición a los venenosos vapores de mercurio. Este es el laboratorio más antiguo conocido hasta el momento (gracias a los recibos allí encontrados, los químicos han sido fechados en la temprana fecha de 1840-41) Hasta ahora sólo se conservaban de la etapa de los pioneros de la fotografía (Niepce, Daguerre, Talboy o Bayard) algunas cámaras de gran formato y unos pocos accesorios de sus equipos. Gracias a este increíble hallazgo hoy podemos conocer todos los químicos y utensilios de época utilizados en el cuarto oscuro para preparar las placas fotográficas y revelar las imágenes así como también los más de 400 libros  consultados por el fotógrafo y las antiguas cámaras de gran formato, placas sin emulsionar y múltiples imágenes tomadas por el mismo Petiot Grefier. El laboratorio, que estaba ubicado en la mansión familiar del daguerrotipista, había permanecido cerrado con llave por más de 152 años por elección de sus descendientes, hasta que hace dos años, el ultimo de sus herederos decidió abrir ese cuarto olvidado por años en el segundo piso de la residencia y se encontró con el fantástico hallazgo. Fue entonces que se contactó con Pierre-Yves Mahé, fundador de la Maison Nicéphore Niépce en Saint-Loup de Varennes. Mahé se dirigió a la antigua casa de Petiot Grefier sin imaginar el sorprendente descubrimiento que le esperaba. "No le dí demasiada importancia al llamado en un principio", admite Mahé que ya se había topado antes con otras promesas de grandes hallazgos que habían resultado finalmente banales. Sin embargo, cuando finalmente la famosa puerta se abrió ante sus ojos, fue como viajar instantáneamente al pasado. "No sabía donde mirar", confía Mahé. "Había cientos de botellas de químicos, muchas de ellas aún llenas, cientos de obras, objetos por todos lados, la mayoría de ellos utilizados para la creación de imágenes en los dos primeros procesos fotográficos: el daguerrotipo y el colodión". Una vez pasado el shock, los responsables de la Maison Nicéphore Niépce realizaron un inventario completo de este tesoro, que aún no ha terminado de revelar todos sus secretos. "Todavía tenemos meses de estudio por delante", estimó Mahé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Más información: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.niepce.com/pages/page-eve.html" target="_blank"&gt;http://www.niepce.com/pages/page-eve.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-6727409070006690805?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/6727409070006690805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=6727409070006690805' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6727409070006690805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6727409070006690805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/06/descoberto-o-laboratrio-fotogrfico-mais.html' title='Descoberto o laboratório fotográfico mais antigo do mundo'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-4621057992426361322</id><published>2007-06-15T14:28:00.000-07:00</published><updated>2007-06-15T14:45:58.698-07:00</updated><title type='text'>Sessão Pipoca: Narradores de Javé</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RnMF400KfPI/AAAAAAAAABE/WMYjTr_eAVM/s1600-h/narradores-de-jave03t.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5076407678784929010" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RnMF400KfPI/AAAAAAAAABE/WMYjTr_eAVM/s200/narradores-de-jave03t.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RnMFyU0KfOI/AAAAAAAAAA8/xWtGmLivFc8/s1600-h/narradores-de-jave02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5076407567115779298" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RnMFyU0KfOI/AAAAAAAAAA8/xWtGmLivFc8/s200/narradores-de-jave02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RnMFsk0KfNI/AAAAAAAAAA0/sB6H9U6DkjM/s1600-h/narradores-de-jave01t.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5076407468331531474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RnMFsk0KfNI/AAAAAAAAAA0/sB6H9U6DkjM/s200/narradores-de-jave01t.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aqueles que desejarem aquecer-se para a discussão sobre &lt;strong&gt;Memória&lt;/strong&gt;, deixo aqui a dica do filme brasileiro &lt;em&gt;Narradores de Javé&lt;/em&gt;. De forma bem-humorada, mergulhamos no universo dos contadores de historiadores, dos guardiões da memória coletiva e já não conseguimos mais distinguir entre mito e verdade, ficção e realidade (será isso relevante?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leiam a sinopse:&lt;br /&gt;"Somente uma ameaça à própria existência pode mudar a rotina dos habitantes do pequeno vilarejo de Javé. É aí que eles se deparam com o anúncio de que a cidade pode desaparecer sob as águas de uma enorme usina hidrelétrica. Em resposta à notícia devastadora, a comunidade adota uma ousada estratégia: decide preparar um documento contando todos os grandes acontecimentos heróicos de sua história, para que Javé possa escapar da destruição. Como a maioria dos moradores são analfabetos, a primeira tarefa é encontrar alguém que possa escrever as histórias."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam o filme e deixem aqui seus comentários. Vou adorar conhecer a opinião de vocês!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiserem saber mais sobre o filme, acesse  http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/narradores-de-jave/narradores-de-jave.asp#Sinopse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querem mais? Podem dar uma olhada no texto de nossa colega da Faced Maria Aparecida Bergamaschi, &lt;em&gt;Narradores de Javé: a memória entre a tradição oral e a escrita&lt;/em&gt; no site&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.museu.ufrgs.br/admin/artigos/arquivos/NarradoresJave.doc"&gt;http://www.museu.ufrgs.br/admin/artigos/arquivos/NarradoresJave.doc&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não é só pipoca, é um banquete completo. Deliciem-se!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-4621057992426361322?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/4621057992426361322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=4621057992426361322' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/4621057992426361322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/4621057992426361322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/06/sesso-pipoca-narradores-de-jav.html' title='Sessão Pipoca: Narradores de Javé'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RnMF400KfPI/AAAAAAAAABE/WMYjTr_eAVM/s72-c/narradores-de-jave03t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-8913904474164527360</id><published>2007-06-15T14:25:00.001-07:00</published><updated>2007-06-15T14:25:49.235-07:00</updated><title type='text'>S</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-8913904474164527360?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/8913904474164527360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=8913904474164527360' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8913904474164527360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8913904474164527360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/06/s.html' title='S'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-1117852091211624465</id><published>2007-06-09T16:42:00.000-07:00</published><updated>2007-06-09T17:04:02.355-07:00</updated><title type='text'>Visita ao Museu da PUC</title><content type='html'>Na sexta-feira, sob neblina, fui com os alunos da turma B disciplina de História da Educação na Europa e nas Américas, do curso de Pedagogia da UFRGS, visitar o Museu da PUC. A atividade procura proporcionar aos estudantes o contato com instituições educativas, diferentes da escola. Meu foco foram os museus e o patrimônio e nessa linha venho trabalhando com os alunos esses lugares da educação não formal. O Museu de Ciência e Tecnologia da PUC é um diferencial, nesse aspecto. Um dos maiores museus de C&amp;T da América Latina, tendo sido elogiado por profissionais internacionais renomados nessa área. Quem já o visitou sabe do que estou falando. O que é interdito nos museus tradicionais, como tocar os objetos, ali não só é permitido, como é condição para melhor aproveitar o que o museu oferece. São três andares repletos de experimentos interativos, dioramas, videos, aquário. O conhecimento de diversas ciências está ali contemplado e através da prática os alunos aprendem com prazer e alegria. Visitar o museu é uma diversão. Não é à toa que meu filho Lucca, de 5 anos, adora esse museu e  o chama carinhosamente de "o meu museu", por ser, sem dúvida, o seu preferido. Os alunos e as alunas foram visitar o Museu da PUC, assim como visitarão outros museus na próxima semana, com o olhar voltado para a problemática da inclusão social, tema de trabalho do Seminário de Docência. Aguardemos para ver o resultado de suas análises. Mas fiquei também curiosa para saber  a opinião de Marina, cinco anos, filha de Cristina, que visitou pela primeira vez o museu.  Será que ela gostou?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-1117852091211624465?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/1117852091211624465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=1117852091211624465' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/1117852091211624465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/1117852091211624465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/06/visita-ao-museu-da-puc.html' title='Visita ao Museu da PUC'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-7980971792527236898</id><published>2007-06-09T00:59:00.000-07:00</published><updated>2007-06-09T01:26:31.749-07:00</updated><title type='text'>P... e Princesas</title><content type='html'>Sensível a abordagem sobre a prostituição no filme &lt;em&gt;Princesas&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;em cartaz no Guion. A começar pelo título. Princesas são tão sensíveis que não podem viver longe de seus reinos, padecem. Durante o filme, foi inevitável comparar com o brasileiro &lt;em&gt;O Sonho de Suely&lt;/em&gt;. A exceção da trilha pontuada por Mano Chao e momentos mais leves, ambos representam de forma nua e crua o tema. Embora esta seja uma das profissões mais antigas, não tive como não pensar nos refugos da humanidade do sociólogo do mundo contemporâneo pós-globalização, Zygmunt Baumann. Refugo é, segundo ele, aquela parte dos seres humanos não incluída de jeito nenhum no sistema, como os refugiados. E as prostitutas, são também elas parte desse refugo? Uma das personagens sai da República Dominicana e continua em Madri seu ofício. Ali, a cidade e as zonas são áreas de conflito e de disputa da clientela. O ódio xenófobo exacerba-se diante de novas e diferenciadas ofertas colocadas no mercado. Há consumidores de todos os tipos. Não precisamos ver o filme para sabermos das diferentes hierarquias entre as horizontais (termo utilizado pela imprensa porto-alegrense, no século XIX, para as profissionais do sexo). É só observar na nossa própria cidade  as diferenciações que marcam e territorializam o &lt;em&gt;trottoir&lt;/em&gt;. Mesmo que em vários momentos, o ofício da prostituta tenha sido igualado a outro qualquer, como a da cabelereira, ambas teriam princípios profissionais a seguir, o filme deixa uma brecha de escolha, de livre arbítrio às princesas. No fundo, o que Caye deseja é poder ser apanhada pelo amante ao final do trabalho, mais nada. Parece clamar desesperadamente por sua identidade, mutilada pelo seu ofício temporário.  Seu eu já desfigurou-se e acredita existir apenas se está no pensamento de alguém. Sente saudade, saudade do futuro, talvez porque ainda teime em ter um fio de esperança.  Mais sobre o filme em &lt;a href="http://www.princesaslapelicula.com/"&gt;http://www.princesaslapelicula.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-7980971792527236898?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/7980971792527236898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=7980971792527236898' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7980971792527236898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7980971792527236898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/06/p-e-princesas.html' title='P... e Princesas'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-6742832627964914286</id><published>2007-06-04T14:01:00.001-07:00</published><updated>2007-06-04T14:58:53.112-07:00</updated><title type='text'>O Grão da Imagem de Vera Chaves Barcellos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RmR9yZTw9yI/AAAAAAAAAAU/iXVoofeRl2E/s1600-h/grao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072317385066739490" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RmR9yZTw9yI/AAAAAAAAAAU/iXVoofeRl2E/s200/grao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitei hoje a exposição de Vera Chaves Barcellos no Santander Cultural (Praça da Alfândega, ao lado do MARGS - muitas pessoas não sabem onde fica nem o MARGS, nem o Santander, mas esse já é assunto para outra pst).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostei muito do que vi, embora isso não queira dizer absolutamente nada. A mostra é uma retrospectiva de 40 anos da artista que se divide entre Barcelona e Viamão, futura sede de sua fundação. A mostra mobilizou-me em duas direções. Por um lado, aprendi muito sobre a artista e sua contribuição nada pequena à arte contemporânea. A curadoria bastante didática, propicia um panorama da obra de Vera Chaves, intercalado com momentos precisos da trajetória artística local, a exemplo do Espaço N.O. Na obra da artista o ponto principal é o questionamento do real, transformado e reconfigurado em múltiplas representações. Como pesquisadora da fotografia histórica, chamou-me a atenção o que Vera faz com aquela que um dia foi pensada (e ainda o é!) como "espelho da realidade". Explica, por exemplo, como transforma uma única fotografia precária tirada de uma imagem de televisão na série "O nadador". A repetição do referente e sua recriação parecem fazer gritar a impossibilidade da realidade ali representada. O vídeo, dirigido por Ana Luiza Azevedo da Casa de Cinema, é um complemento estupendo à mostra. Sem ele, muita coisa se perderia do pensar e fazer artístico de Vera Chaves Barcellos.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas não pensem que visitei a mostra apenas com a razão. Deixei-me também embriagar pelas imagens e ser por elas conduzida. Mergulhei nas águas junto com aquele nadador e pude perceber o quanto os nossos pés revelam de nós mesmas. Não à toa lembrei da frase do personagem Haniball Lecter, interpretado por Anthony Hoopkins, para a detetive interpretada por Jodie Foster, em &lt;em&gt;O Silêncio dos Inocentes&lt;/em&gt;: seus sapatos revelam sua origem humilde, ou algo nesse sentido. Acompanhei a hecatombe dos manequins de Dusseldorf; despidos acabavam mostrando um pouco da nossa nudez e da nossa artificialidade diante da moda do efêmero das vitrines. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Feliz ou infelizmente, quem trabalha com museu, não visita nenhuma exposição sem observar os mínimos detalhes. Causou-me, assim, alegria ver a presença de duas turmas de escolares sendo conduzidas pelos mediadores. Tampouco passara despercebido o ônibus estacionado na rua Siqueira Campos e que os trouxera, provavelmente, de um bairro distante do centro da cidade. Talvez, graças a projetos como esse mais pessoas saibam onde fica o Margs, o Santander, a Praça da Alfândega e (não estou brincando) o Centro Histórico de Porto Alegre, para muitos ainda chamado de "a cidade".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-6742832627964914286?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/6742832627964914286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=6742832627964914286' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6742832627964914286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6742832627964914286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/06/o-gro-da-imagem-de-vera-chaves.html' title='O Grão da Imagem de Vera Chaves Barcellos'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RmR9yZTw9yI/AAAAAAAAAAU/iXVoofeRl2E/s72-c/grao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-8193414823370041833</id><published>2007-06-01T20:05:00.000-07:00</published><updated>2007-06-01T20:23:40.264-07:00</updated><title type='text'>Pólo Gravataí I: está chegando a hora...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RmDfo5Tw9xI/AAAAAAAAAAM/p8yZFKSTtCE/s1600-h/imagem+mancha.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071299074090661650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 115px" height="126" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RmDfo5Tw9xI/AAAAAAAAAAM/p8yZFKSTtCE/s200/imagem+mancha.bmp" width="200" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoal de Gravataí&lt;br /&gt;Estou ansiosa para iniciar nossa interdisciplina e vivenciar com vocês a experiência da educação à distância. Muitos desafios, certamente, teremos à frente. Meu blog pode ser um primeiro contato para irmos nos aproximando por meio do cyberespaço. Através dele, vocês podem conhecer um pouco os assuntos que me movem no mundo e na vida. Espero que vocês gostem ou se interessem por alguns deles também. Aguardo os comentários de vocês, enquanto aguardamos nosso primeiro encontro presencial, no dia 19 de junho. Gostaram da imagem? É de autoria do arteiro-artista de cinco anos que tenho lá em casa, Lucca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-8193414823370041833?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/8193414823370041833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=8193414823370041833' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8193414823370041833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8193414823370041833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/06/plo-gravata-i-est-chegando-hora.html' title='Pólo Gravataí I: está chegando a hora...'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/RmDfo5Tw9xI/AAAAAAAAAAM/p8yZFKSTtCE/s72-c/imagem+mancha.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-980748438040901466</id><published>2007-05-24T10:03:00.000-07:00</published><updated>2007-05-24T10:17:35.298-07:00</updated><title type='text'>Fotografia</title><content type='html'>A fotografia vem sendo cada vez mais investigada por pesquisadores brasileiros. E são vários os núcleos de pesquisa presentes em diversas universidades espalhadas por todos os cantos do país que têm privilegiado as imagens fotográficas. Também são diversas as áreas de conhecimento que se debruçam sobre a fotografia, como a História, ou a utilizam como estratégia metodológica de abordagem, como é o caso da Antropologia Visual. Indico aqui a leitura da Revista Eletrônica &lt;strong&gt;Studium 26 &lt;/strong&gt;coordenada pelo antropólogo e fotógrafo Fernando de Tacca, professor da UNICAMP. Nas suas palavras "Com mais esta edição de trabalhos apresentados no Núcleo de Pesquisa Fotografia: Comunicação e Cultura, da INTERCOM, esperamos trazer ao público a maturidade dos estudos fotográficos desse grupo de pesquisadores, fotógrafos e amantes da fotografia." Além de vários artigos e ensaios fotográficos interessantes, a última edição traz um ensaio fotográfico de um dos maiores mestres  da investigação em fotografia no Brasil: Boris Kossoy. Imperdível! &lt;a href="http://www.studium.iar.unicamp.br"&gt;www.studium.iar.unicamp.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-980748438040901466?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/980748438040901466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=980748438040901466' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/980748438040901466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/980748438040901466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/05/fotografia.html' title='Fotografia'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-3995802524102590900</id><published>2007-05-23T13:54:00.000-07:00</published><updated>2007-05-23T14:05:44.714-07:00</updated><title type='text'>Jardim da Cura recebe Prêmio Açorianos</title><content type='html'>Quem já não andou pelo Campus Central da Ufrgs e notou um jardim em frente ao Bar da Faced? Pois aquele diminuto jardim é obra da artista Tânia Resmini e recebeu o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, promovido pela Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre, na categoria Destaque Cerâmica. Como informa o site da Ufrgs, "o “Jardim da Cura” é um espaço temático que foi criado como proposta à investigação do design de jardins voltados à recuperação e manutenção da saúde e bem estar" e era uma das várias instalações naturais que compunham a exposição "Homem Natureza" em exibição no Museu Universitário por vários meses. Várias vezes desfrutei do bem-estar de passear por ali. Para quem ainda não experimentou, eu recomendo, é terapêutico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-3995802524102590900?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/3995802524102590900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=3995802524102590900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3995802524102590900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3995802524102590900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/05/jardim-da-cura-recebe-prmio-aorianos.html' title='Jardim da Cura recebe Prêmio Açorianos'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-7097944562251792154</id><published>2007-05-18T14:52:00.000-07:00</published><updated>2007-05-18T15:20:07.032-07:00</updated><title type='text'>Brasil, eterno quilombo</title><content type='html'>Assisti ao documentário &lt;strong&gt;Brasil, eterno quilombo&lt;/strong&gt; na programação do II Seminário local do Projeto Conexões de Saberes, coordenado pela minha querida colega da FACED Cida Bergamaschi. Após a exibição, seguiu-se um debate com o diretor Julio Ferreira.  O título já diz quase tudo. O diretor mescla dois tipos de depoimentos de negros. Aqueles que alcançaram a formação em nível superior (advogados, médica, jornalista, educadores). Nesse grupo, nenhum cantor, cantora ou jogador de futebol. Todos os entrevistados, sem exceção, mostram as dificuldades que tiveram para estudar. Vários comentam as situações de racismo velado ao qual foram submetidos para poder cursar uma escola ou faculdade. No segundo grupo, negros sem formação, a maioria desempregados e desempregadas. Esse último grupo, conforme contou o diretor, é apenas uma pequena amostra de cerca de oitenta depoimentos coletados nas ruas do centro de Porto Alegre. Mas Julio não quis parar por aí. Temperou o quadro já trágico com as estatíticas que não deixam mentir sobre a situação do negro no Brasil. O resultado é um incômodo e triste quadro social e cultural. A platéia presente na Sala Redenção aceitou o desafio de debater o racismo, tema que se constitui em verdadeiro "estorvo". Foi muito interessante ver alguns presentes assumirem suas práticas racistas, forjadas até mesmo de modo insconsciente por nossa hipócrita sociedade. Outros apenas se remexiam nas cadeiras. Ninguém passou incólume! O vídeo, cuja origem foi a TV experimental da Unisinos, já ganhou 12 prêmios. Mas até na hora de ganhar um prêmio Julio conta que foi alvo de racismo. Ouviu sem querer "Como fomos perder para um...". Temos ainda muito que aprender. O documentário pode ser uma janela escancarada para motivar o debate desse tema espinhoso e pode ser acessado para reprodução e utilização em sala de aula para os educadores que o desejarem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-7097944562251792154?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/7097944562251792154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=7097944562251792154' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7097944562251792154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/7097944562251792154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/05/brasil-eterno-quilombo.html' title='Brasil, eterno quilombo'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-6377821565970793712</id><published>2007-05-16T13:56:00.000-07:00</published><updated>2007-05-16T14:12:23.261-07:00</updated><title type='text'>Encontros de História da Educação</title><content type='html'>Estamos iniciando na Faculdade de Educação/UFRGS os &lt;strong&gt;Encontros de História da Educação&lt;/strong&gt;. A idéia é que seja um evento sistemático, trazendo convidados para abordar diferentes temáticas na área citada. No evento de estréia o tema será &lt;strong&gt;Positivismo e Educação no Rio Grande do Sul&lt;/strong&gt;. As palestrantes convidadas são as historiadoras Elisabete da Costa Leal e Cleusa Graebin. Elisabete Leal defendeu sua tese de doutorado sobre arte positivista pela UFRJ, sobre a qual recebeu prêmio da Maison de Auguste Comte; ela também foi uma das organizadoras do acervo da Capela Positivista de Porto Alegre. Cleusa tem dissertação sobre Positivismo e Educação, além de ser professora do Curso de História do Unilasalle. O evento será no dia 28 de maio, às 19h, sala 101, prédio da FACED, Campus Central da UFRGS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-6377821565970793712?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/6377821565970793712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=6377821565970793712' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6377821565970793712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6377821565970793712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/05/encontros-de-histria-da-educao.html' title='Encontros de História da Educação'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-6594439827042569669</id><published>2007-05-13T17:28:00.000-07:00</published><updated>2007-05-13T17:48:42.634-07:00</updated><title type='text'>Museu Virtual das Américas</title><content type='html'>Nunca gostei muito da idéia de museus virtuais, mas um exemplo mostra que a virtualidade dos museus, em alguns casos, pode ter lá suas vantagens. Uma delas é a permanência de exposições por muitos anos, sem ocupar nenhum espaço, a não ser a web. Tenho um exemplo. Há cerca de sete anos, quando ainda dirigia o Museu de Porto Alegre Joaquim José Felizardo, participei da montagem de uma exposição virtual sobre as festividades das Américas. A exposição foi patrocinada e organizada pela Rede Canadense de Informação sobre o Patrimônio, envolvendo vários países das Américas: Costa Rica, Estados Unidos, Canadá, méxico e Brasil. O carnaval de New Orleans, o Dia de Mortos no México, a Terça Feira Gorda da Louisiana, o carnaval do Quebec foram algumas das temáticas locais abordadas, nessa miríade de festas dos povos americanos. O Brasil foi representado pelo Carnaval de Porto Alegre. Depois de todos esses anos, a exposição ainda pode ser visitada pela internet. Qual museu arriscaria ter uma exposição por tão longo tempo? Vale a pena dar uma olhada!O site é  http://www.virtualmuseum.ca/Exhibitions/Festiva1/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-6594439827042569669?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/6594439827042569669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=6594439827042569669' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6594439827042569669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6594439827042569669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/05/museu-virtual-das-amricas.html' title='Museu Virtual das Américas'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-6263342906424399383</id><published>2007-05-12T13:05:00.000-07:00</published><updated>2007-05-12T13:30:45.946-07:00</updated><title type='text'>Até Gilberto Freire apreciou os doces de Pelotas</title><content type='html'>Tive o prazer de visitar a cidade de Pelotas essa semana para participar do II Seminário sobre História do Rio Grande do Sul, promovido pelo Departamento de História da Universidade Federal de Pelotas. Foi uma grata surpresa assisitir, enquanto aguardava o momento de minha palestra, ao Professor Luis Osório sobre sua pesquisa sobre os famosos doces de Pelotas. O pesquisador vasculhou muitas fontes para tentar responder se os doces, hoje tão consagrados na cultura local, teriam sido uma criação recente, uma "tradição inventada", segundo Eric Hobsbawn.  Luis Osório encontrou referências bastante recuadas no tempo, como a do visitante francês Saint Hilaire que andou pela região nos idos de 1820, antes até da fundação da cidade em 1832. Uma das informações mais inusitadas trazidas pelo historiador, foi a de que Gilberto Freire, em visita à cidade, conhecera os doces pelotenses e os comparara em qualidade aos doces da sua terra natal, Pernambuco. Os doces do Nordeste, sobre os quais o sociólogo escrevera, eram fabricados com o açúcar refinado produzido nos engenhos de cana. E com qual açúcar se produzia os doces de Pelotas? Não pense que as pelotenses usavam o açúcar mascavo da região de Santo Antonio da Patrulha, corrigiu Luis Osório observação de Athos Damasceno.  Não seria possível com aquele fazer doces tão requintados. O açúcar era trazido do Nordeste. Isso mesmo. O professor encontrou documento que mostra um mesmo navio que chegava à Pelotas carregado de açúcar, voltava àquela região carregado de charque, destinado à alimentação da escravaria das lavouras e dos engenhos. &lt;br /&gt;Delícia de pesquisa, não? Mais surpreendente ainda foi saber que o pesquisador desenvolve consultoria junto ao Programa Monumenta da cidade, privilegiando além do patrimônio arquitetônico, aspecto tão significativo da cultura local ou, se quiserem, do patrimônio imaterial. Parabéns ao Professor e ao Monumenta de Pelotas!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-6263342906424399383?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/6263342906424399383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=6263342906424399383' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6263342906424399383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6263342906424399383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/05/at-gilberto-freire-apreciou-os-doces-de.html' title='Até Gilberto Freire apreciou os doces de Pelotas'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-2580200670690399418</id><published>2007-05-12T13:01:00.000-07:00</published><updated>2007-05-12T13:03:24.429-07:00</updated><title type='text'>Mais um Boletim do ILAM</title><content type='html'>Já pode ser acessado o Boletim Bimestral do Instituto Latinoamericano de Museologia.  O site é  &lt;a href="http://www.ilam.org/boletin/"&gt;www.ilam.org/boletin/&lt;/a&gt;Para receber NOTICIAS@ILAM: &lt;a href="http://www.ilam.org/individual.html"&gt;www&lt;a href="http://www.ilam.org/individual.html"&gt;.ilam.org/individual.html&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-2580200670690399418?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/2580200670690399418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=2580200670690399418' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2580200670690399418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2580200670690399418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/05/mais-um-boletim-do-ilam.html' title='Mais um Boletim do ILAM'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-8274548544355563604</id><published>2007-05-12T12:56:00.000-07:00</published><updated>2007-05-12T12:58:17.161-07:00</updated><title type='text'>Leituras de História Cultural</title><content type='html'>O GT de História Cultural da Associação Nacional de História-Setorial RS está promovendo mais um de seus eventos: Leituras de História Cultural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A HERANÇA IMATERIAL", DE GIOVANI LEVI: MICRO-HISTÓRIA, MEMÓRIA SOCIAL E O CASO DO “SEMINÁRIO DA PRAINHA”, EM FORTALEZA&lt;br /&gt;A História Cultural tem focalizado um vasto leque de temáticas – literatura, cidade, loucura, memória, religiosidade, cidadania, entre outras – e abordado vários domínios das ciências humanas. Esta vertente historiográfica vem se consolidando enquanto aporte teórico de análise, permitindo a ampliação dos debates, por exemplo, em torno de questões da micro-história e da transdisciplinariedade, entre outros.&lt;br /&gt;Dando continuidade aos encontros "Leituras de História Cultural", iniciados em 2003 na Livraria Cultura de Porto Alegre, o Grupo de Trabalho de História Cultural/RS, vinculado à ANPUH/Núcleo RS, convida o público interessado a participar do próximo evento. Será no dia 15 de maio próximo, na Livraria Zouk, (rua Garibaldi, 1333), às 19 horas, entrada franca.&lt;br /&gt;Os pesquisadores e historiadores Dr. Gisafran Juca e Me. Débora Krebs, tendo como ponto de partida a obra "A herança imaterial", de Giovani Levi, um clássico sobre micro-história, cujo mote é a história de um padre exorcista no século XVII no Piemonte italiano, discutirão temáticas como memória social, micro-história e religiosidade, relacionando-as à pesquisa histórica do professor cearense sobre a vida dos internos no “Seminário da Prainha”, uma instituição fundada em 1864 em Fortaleza.&lt;br /&gt;O GT de HISTÓRIA CULTURAL-RS convida a todos os interessados para o debate destes trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 15/05/07 às 19h&lt;br /&gt;Local: LIVRARIA ZOUK -&lt;br /&gt;Rua Garibaldi, nº 1333&lt;br /&gt;ENTRADA FRANCA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-8274548544355563604?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/8274548544355563604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=8274548544355563604' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8274548544355563604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8274548544355563604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/05/leituras-de-histria-cultural.html' title='Leituras de História Cultural'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-3080993663330179165</id><published>2007-05-12T12:43:00.000-07:00</published><updated>2007-05-12T12:53:35.026-07:00</updated><title type='text'>Museus e Patrimônio: somos todos universais</title><content type='html'>Estamos na 5ª Semana de Museus, promovida pelo Departamento de Museus do Ministério da Cultura. Para conhecer a programação completa em todo o Brasil, basta acessar o site da Revista Museu &lt;a href="http://www.revistamuseu.com.br/18demaio/"&gt;http://www.revistamuseu.com.br/18demaio/&lt;/a&gt;. Para aqueles que não sabem, 19 de maio é considerado o Dia Internacional dos Museus. A cada ano o Conselho Internacional de Museus (ICOM) define uma tématica para esse dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-3080993663330179165?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/3080993663330179165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=3080993663330179165' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3080993663330179165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3080993663330179165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/05/museus-e-patrimnio-somos-todos.html' title='Museus e Patrimônio: somos todos universais'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-8976051814186707725</id><published>2007-04-24T06:26:00.000-07:00</published><updated>2007-04-24T06:33:02.812-07:00</updated><title type='text'>Quem quer brincar no Museu?</title><content type='html'>Que alegria ler o texto de minha querida colega da Faced/UFRGS, Tania Fortuna, sobre o brincar nos museus. Desde que conheci a Brinquedoteca, mantida bravamente pelo projeto de extensão "Quem quer brincar" coordenado por ela, tornei-me assídua frequentadora e divulgadora. Ali tem-se acesso a diversos tipos de brinquedos, muitos confeccionados pela própria equipe. O empréstimo do brinquedo não apenas incentiva as crianças a cuidarem dos brinquedos, bem como estimula pais e filhos a confeccionarem seus próprios brinquedos. Mais isso não é quase nada, diante da importância do lúdico e do brincar na vida de todos nós. Maior felicidade ainda tive ao descobrir que os museus também fazem parte das preocupações de Tania Fortuna. Não deixem de ler no site da www.revistamuseu.com.br.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-8976051814186707725?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/8976051814186707725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=8976051814186707725' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8976051814186707725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/8976051814186707725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/04/quem-quer-brincar-no-museu.html' title='Quem quer brincar no Museu?'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-3881100253203400727</id><published>2007-04-20T19:19:00.000-07:00</published><updated>2007-04-20T19:25:29.477-07:00</updated><title type='text'>Mais um livro sobre museus</title><content type='html'>Foi lançado esta semana o livro "Imagens da Revolução Mexicana - O Museu Nacional de História do México (1940-1982)" de autoria do educador do Museu de Arqueologia  e Etnologia da USP, Camilo de Mello Vasconcellos. Num contexto bibliográfico de escassez de obras em português sobre os museus, a publicação é muito bem-vinda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-3881100253203400727?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/3881100253203400727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=3881100253203400727' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3881100253203400727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3881100253203400727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/04/mais-um-livro-sobre-museus.html' title='Mais um livro sobre museus'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-9124223050384891610</id><published>2007-04-13T12:56:00.000-07:00</published><updated>2007-04-13T12:59:30.224-07:00</updated><title type='text'>Boletim da Sociedade Iberoamericana de História da Fotografia</title><content type='html'>Saiu mais um Noticiero Historico Fotografico de la Sociedade Iberoamericana de Historia de la Fotografia. Aproveitem!&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Noticiero Histórico Fotográfico de la Sociedad Iberoamericana de Historia de la Fotografía&lt;br /&gt;Abril de 2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agradecemos la difusión de este boletín. &lt;br /&gt;Los interesados en suscribirse pueden enviarnos un mail a acuarterolo@yahoo.com.&lt;br /&gt;Para publicitar una muestra, congreso, publicación o evento relacionado con la historia de la fotografía en cualquier país de Iberoamérica escríbanos un mail con la información pertinente a acuarterolo@yahoo.com. Para asegurar que la información sea enviada a tiempo envíenos los datos con 2 semanas de antelación a la fecha del evento.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lugares, ciudades y personas. Fotografía Latinoamericana de la colección del CEDODAL&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El martes 10 de abril a las 19 horas se inaugurará en la FotoGalería del Teatro San Martín –que dirige Juan Travnik– la muestra Lugares, ciudades y personas. Fotografía latinoamericana, de la Colección del CEDODAL (Centro de Documentación de Arquitectura Latinoamericana). Esta muestra de fotografía histórica podrá ser visitada hasta el domingo 29 de abril, de lunes a viernes desde las 12 horas y los sábados y domingos desde las 14 horas hasta la finalización de las actividades del día en el teatro (Avenida Corrientes 1530). La entrada es libre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta serie de fotografías es sólo una mínima parte del amplio espectro temático y de la gran cantidad de piezas que conforman la colección del CEDODAL. La muestra trata de ser fiel y consecuente con los objetivos de la colección: “Las fotografías latinoamericanas del CEDODAL -dice su director, Ramón Gutiérrez- ayudan justamente a entender el patrimonio arquitectónico en su íntima relación con el paisaje y su gente. Esperamos que esta muestra contribuya a valorar tanto a la fotografía como patrimonio cultural cuanto al patrimonio que registra documentalmente aquella fotografía.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como en las anteriores exposiciones históricas que presentó la FotoGalería, en esta exhibición se pueden ver no sólo materiales de destacado interés histórico, sino también la obra de autores consagrados como verdaderos referentes de la historia de la fotografía latinoamericana. En este caso, forman parte de la exhibición, trabajos de fotógrafos que en muchos casos se radicaron en países latinoamericanos viniendo del exterior. Muchos de ellos realizaron las partes más significativas de su obra en este continente. Como ejemplo de fotógrafos destacados presentes en la muestra, podemos citar a  Marc Ferrez (Brasil), Melitón Rodríguez (Colombia), Hugo Brehme (México), Ruth Lechuga (México), Hans Mann (Argentina), los Hermanos Vargas (Perú) y Lola Álvarez Bravo (México), entre otros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FotoGalería del Teatro San Martín&lt;br /&gt;Avenida Corrientes 1530 &lt;br /&gt;Buenos Aires Argentina. &lt;br /&gt;Tel. (54-11) 4374-1385/9680/3805 &lt;br /&gt;E-mail: prensa@teatrosanmartin.com.ar&lt;br /&gt;www.teatrosanmartin.com.ar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;V Jornadas de Fotografía y Sociedad&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Los días 14 y 15 de septiembre se llevarán a cabo las V Jornadas de Fotografía y Sociedad en la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Buenos Aires. &lt;br /&gt;Se trata de un espacio abierto en 1997, que tuvo y tiene como objetivo contribuir a la reflexión sobre la fotografía y lo fotográfico en general, entendiendo que la mejor manera de llevarlo adelante es a través del intercambio entre fotógrafos y quienes se dedican a la producción teórica desde distintos campos: historia social, sociología, filosofía, psicoanálisis, estética, comunicación, antropología, historia del arte, etc. &lt;br /&gt;Las Jornadas cuentan con una serie de mesas con panelistas invitados y otras que se conforman a partir de las ponencias presentadas por los interesados. &lt;br /&gt;Los invitamos, entonces, a participar enviando sus trabajos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bases para la presentación de ponencias&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Las Jornadas de Fotografía y Sociedad tienen como objetivo brindar un ámbito de reflexión en torno a la fotografía, entendiendo la misma como práctica y producto cultural y, por lo tanto, atravesada por múltiples relaciones sociales. En este sentido, son diversos los discursos y abordajes teóricos que pueden dar cuenta de "lo fotográfico": la filosofía, la historia social, la sociología, la semiología, la historia del arte, el psicoanálisis, la estética, la economía, el derecho, entre otros. Toda mirada analítica que tome como objeto a la fotografía y su vinculación con lo social -en sentido amplio-, la cultura y el arte, constituye el núcleo de este intercambio.&lt;br /&gt;La asistencia es libre y gratuita. La inscripción se realizará en las mismas Jornadas.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Presentación y selección de trabajos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Podrán presentarse trabajos de investigación que supongan algún aporte original. El Comité Académico, conformado por Eduardo Garaglia, Ana Longoni, Mariano Mestman, Silvia Pérez Fernández y Marisa Strelczenia, se encargará de la selección y ordenamiento en paneles de las ponencias presentadas. &lt;br /&gt;Sugerimos algunas áreas temáticas que, desde luego, pueden ser ampliadas siempre que el abordaje general sea respetado. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fotografía y sociología&lt;br /&gt;Fotografía e historia social&lt;br /&gt;Fotografía y antropología&lt;br /&gt;Fotografía y filosofía&lt;br /&gt;Fotografía y semiología&lt;br /&gt;Fotografía y psicoanálisis&lt;br /&gt;Fotografía y comunicación&lt;br /&gt;Fotografía y economía&lt;br /&gt;Fotografía y estética&lt;br /&gt;Fotografía y política&lt;br /&gt;Fotografía y memoria&lt;br /&gt;La fotografía y su relación con el arte (literatura, cine, pintura, etc.)&lt;br /&gt;La fotografía y lo urbano, arquitectura &lt;br /&gt;La fotografía y el mercado (medios de comunicación, arte)&lt;br /&gt;Políticas en fotografía&lt;br /&gt;Situación laboral de los fotógrafos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Envío de ponencias.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se admitirá sólo una ponencia por participante. La misma no podrá superar la extensión de 20 (veinte) páginas, tamaño A4, cuerpo 12, letra times New Roman, a doble espacio. El tiempo previsto para su exposición será de 20 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deberán remitirse 3 (tres) copias impresas (puede tratarse de un original y fotocopias) y un diskette en versión Word 6.0 del trabajo presentado. Se adjuntará a dichas copias el formulario que se incluye más abajo. En caso de disponer de fondos que permitan la publicación de las ponencias seleccionadas, se les solicitará a los ponentes su autorización escrita para tal fin. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fecha límite de presentación: 13 de julio de 2007. &lt;br /&gt;Anuncio de la selección de ponencias y conformación de las mesas: 31 de agosto de 2007.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Las ponencias deberán enviarse por correo o personalmente (en el horario de 10 a 19 hs.) a:&lt;br /&gt;Facultad de Ciencias Sociales (UBA)&lt;br /&gt;Dirección de Cultura &lt;br /&gt;IV Jornadas de Fotografía y Sociedad&lt;br /&gt;Marcelo T. de Alvear 2230, 5º piso, oficina 509.&lt;br /&gt;Código Postal 1122. Buenos Aires.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De ser posible, se solicita enviar también la ponencia a la dirección de correo electrónico fotoysociedad@sion.com. Las imágenes incluídas en los trabajos deben enviarse en una resolución de 72 dpi, tamaño 13x18 y formato .jpg&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Informes: &lt;br /&gt;Dirección de Cultura de la Facultad de Ciencias Sociales.&lt;br /&gt;Marcelo T. de Alvear 2230, 5º piso, of. 509.&lt;br /&gt;Teléfono: 4508-3800, int. 164 (de 10 a 19 hs.)&lt;br /&gt;Correo electrónico: fotoysociedad@sion.com&lt;br /&gt;                                                 &lt;br /&gt;FORMULARIO PARA LA PRESENTACIÓN DE PONENCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título del trabajo:&lt;br /&gt;Nombre y apellido:&lt;br /&gt;Institución a la que pertenece:&lt;br /&gt;Dirección:&lt;br /&gt;Código postal:                                             &lt;br /&gt;Teléfono:                                                               &lt;br /&gt;Fax:&lt;br /&gt;Correo electrónico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Necesidades para la presentación: indique con una cruz si necesita alguno de estos elementos.&lt;br /&gt;Retroproyector:&lt;br /&gt;Cañón de video (a confirmar):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURRICULUM ABREVIADO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABSTRACT:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;El retrato en la colección fotográfica del  Museo Nacional de Bellas Artes&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El retrato, marco de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;identidad&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29 de Marzo al 13 de Mayo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Museo Nacional de Bellas Artes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avenida del Libertador 1473&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buenos Aires&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martes a viernes de 12.30 a 19.30 hs. &lt;br /&gt;Sábados, Domingos y feriados de 9.30 a 19.30 hs.&lt;br /&gt;Entrada Gratuita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En el Museo Nacional de Bellas Artes se inaugura la muestra El retrato, marco de identidad, el 28 de marzo a las 19.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizada por la Dirección Nacional de Patrimonio y Museos, El retrato: marco de identidad, hace en Buenos Aires la sexta estadía en su itinerancia por distintas ciudades del país que comenzara en 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La exposición se exhibirá desde el 29 de marzo hasta el 13 de mayo en el siguiente horario: de martes a viernes de 12.30 a 19.30 y sábados y domingos de 9.30 a 19.30. en la planta baja y en el segundo piso del MNBA y abarca los marcos de identidad que explora el retrato por medio de tres vías: la pintura, la imagen en movimiento y la fotografía...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La pintura incluye estilos, funciones y temáticas diferentes que van desde las primeras décadas del siglo XIX hasta los últimos años del siglo XX. Se trata de un conjunto de obras de los autores más importantes de la colección del MNBA, entre las que se encuentra uno de los escasos óleos que pintó Carlos Enrique Pellegrini y el único desnudo de Prilidiano Pueyrredón en una colección pública. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ante las obras de El retrato, marco de identidad, la gente se preguntará si una figura de espaldas es un retrato, o si la imagen de un perro lo es. Estos son algunos de los interrogantes que plantea esta exposición que reúne obras como Falsa visión de Rómulo Macció, Cuadro de la timidez de Luis Felipe Noe, Figura de niña de Antonio Berni, El hombre de la flor amarilla de Emilio Pettoruti y Retrato de José André de Alfredo Gutero. Componen la muestra también autorretratos de Ramón Silva y Miguel Carlos Victorica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El recorrido de la muestra se realiza a través de cinco núcleos temáticos: El poder (obras del siglo XIX), Edades (el retrato en la esfera de la memoria privada), El espejo (el artista, sus colegas y amigos) ¿Retratos? (una reflexión sobre la definición tradicional del género) y El otro (pinturas europeas que muestran un cruce entre el retrato y la escena de costumbres) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El film Retratos de una colección del afamado director alemán Heinz Peter Schwerfel, fue especialmente realizado para acompañar la exposición vinculando nuestras imágenes contemporáneas cotidianas con aquellas que permanecen custodiadas en los museos. ¿Cuántos retratos vemos a diario mientras nos dirigimos a nuestro trabajo? La película de Schwerfel propone una aproximación novedosa sobre la importancia de la mirada en el género retrato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La fotografía de la muestra El retrato se organizó según los siguientes temas: el retrato familiar, el retrato social, las míticas celebridades y el retrato psicológico o de búsqueda interior. Estos manifiestan la variedad de miradas, originales y profundas con las que los fotógrafos se aproximan al retrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La fotografía puede reproducir con gran belleza pero también con cruel veracidad. Debemos aprender a soportar la visión de la verdad, reflexiona, en 1927, el maestro August Sander.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reporteros humanistas como Henri Cartier Bresson o Sebastiao Salgado; hacedores de imágenes como Andre Kertesz o Luis González Palma salen airosos en sus búsquedas. Descuellan los retratistas natos como Annemarie Heinrich, el Estudio Witcomb, Yas –Noriega, Humberto Rivas o Arnold Newman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El conjunto de obras expuestas ofrece una variedad de tipos, técnicas y miradas que nos invitan a adentrarnos en ese difícil contacto que se establece entre modelo y fotógrafo para producir una imagen válida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ante un retrato logrado, de figuras reconocibles o anónimas, el observador queda atrapado. Es el público quien, con su recurrente aceptación, hace perdurable el gran retrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;María José Herrera y Sara Facio aportan sus curadurías para las secciones de pintura y fotografía respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciclo de Cine Retratos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El MNBA presenta una selección de películas cuyas historias están estrechamente vinculadas con el retrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado 7 de abril&lt;br /&gt;La caída de la casa Usher (83 min./ 1928)&lt;br /&gt;Dir. Jean Epstein con Margueritte Gance y Jean Debocourt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado 14 de abril&lt;br /&gt;Rebecca (130 min./1940)&lt;br /&gt;Dir. Alfred Hitchcock con Lawrence Olivier y Joan Fontaine&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado 21 de abril&lt;br /&gt;El retrato de Dorian Grey (110 min /1945)&lt;br /&gt;Dir. Albert Lewin con Dona Reed y George Sanders&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado 28 de abril&lt;br /&gt;Las amigas (104 min./1955)&lt;br /&gt;Dir. Michelangelo Antonioni con Eleonora Rossi Drago y Gabriele Ferzetti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado 5 de mayo&lt;br /&gt;Rosaura a las diez (100 min./1958)&lt;br /&gt;Dir. Mario Soficci con Juan Verdaguer y Susana Campos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado 12 de mayo&lt;br /&gt;Vértigo (120 min./1958)&lt;br /&gt;Dir. Alfred Hitchcock con Kim Novak y James Stewart&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado 19 de mayo&lt;br /&gt;La muchacha del arete de perla (100 min./2003) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Artistas del espectáculo. Fotografías de León Finquelievich&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;La Dirección de Preservación del Patrimonio  Cultural y  Natural  y el Archivo Histórico de la Fotografía, invitan a la  muestra fotográfica: Artistas del espectáculo, en homenaje al fotógrafo León Finquelievich.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dicha muestra está compuesta por 30 retratos en blanco y negro, de artistas argentinos del teatro, el cine y la televisión.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;León Finquelievich nació en Buenos Aires el 27 de marzo de 1927. Inmediatamente después de su nacimiento, sus padres se trasladaron a la ciudad de Rosario y fundaron “FOTO LA BOLSA”. Este establecimiento cuyo particular slogan era “se retrata de día y noche”, fue el primero en incorporar la iluminación eléctrica para las tomas fotográficas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finquelievich incursionó en la fotografía a los 10 años de edad, coloreando retratos con el método de anilinas al agua y lápices de colores en el estudio fotográfico de su familia. Allí aprendió todos los secretos de iluminación,  acabado y retoque de negativos y positivos. Su vocación ya estaba definida y a los 16 años comenzó a destacarse en el arte del retrato. Al cumplir los 17 años su padre le instaló en el barrio de Villa Devoto, en Buenos Aires, su primer estudio fotográfico. Trabajó allí durante 3 años y luego regresó a Rosario, donde se incorporó como socio gerente a la empresa familiar, que pasó a llamarse “FOTO LA BOLSA SRL”, hasta el cierre de la empresa en 1990. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hacia 1958 comenzaron a desfilar por sus galerías destacados actores y actrices que llegaban a la ciudad como, Francisco. Petrone, Dorita Burgos, Don Pelele, Nelly Paniza y muchos más. Ese mismo año, la Asociación de Artistas Plásticos invitó a la ciudad a Don Benito Quinquela Martín para otorgarle la “Orden del Tornillo”. El artista fue invitado a posar y la fotografía obtenida fue exhibida desde ese momento en el atelier de Quinquela, ubicado en el barrio de la Boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En 1961, nuevamente en Buenos Aires, instaló junto con su esposa Celia Becker el Estudio Finkel, un local de cinco vidrieras en la esquina de Mosconi y Concordia, en el barrio de Villa Devoto. En poco tiempo se convirtió en el retratista predilecto de las familias  del  barrio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En 1965 adquirió una nueva propiedad en la calle Sarmiento 1685-89 donde montó un moderno estudio fotográfico. A través del Sr. Adolfo Pinchuk, propietario de la Sastrería Real, se contactó con empresarios teatrales que le permitieron agregar un nuevo rubro a su negocio: las “Carteleras Teatrales”. Durante muchas temporadas y hasta 1980 vistió las puertas de los teatros: El Nacional, Cómico, Maipú, Astral, Tabaris, Candilejas, Odeón , entre otros. Por su estudio pasaron todas las estrellas que brillaron en el firmamento del teatro, el cine y la televisión.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En 1998 fue distinguido con el premio “Pirámide de Plata” otorgado por la Fundación Académica de Artes Visuales, en reconocimiento a su trayectoria profesional. Durante su vasta trayectoria fue dirigente del gremio fotográfico de Rosario, La Sociedad de fotógrafos y la Cooperativa de consumo de Buenos Aires, donde ocupó diferentes cargos directivos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Municipalidad de Vicente López&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Av. Maipú 2609, 1º piso, Olivos en el pasillo del antiguo recinto del H.C.D.&lt;br /&gt;Desde el 15 de marzo hasta el 11 de abril de 2007&lt;br /&gt;Visitas: de lunes a viernes de 9 a 16hs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Fotografía de minas bolivianas&lt;br /&gt;(1870-1930) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los invitamos a visitar la muestra sobre fotografía de minas bolivianas (1870-1930) con interesantes imágenes de la colección del investigador norteamericano Daniel Buck. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La misma puede visitarse en la siguiente dirección:&lt;br /&gt;www.luminous-lint.com/__sw.php?action=ACT_LIST_VE&amp;p1=VEDRE &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Novedades editoriales: Nuevo CD-ROM sobre postales argentinas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Centro de Estudio e Investigación de la Tarjeta Postal en Argentina (CEITPA) se complace en comunicar a sus miembros que acaba de publicar el CD-Rom N°1 que contiene los siguientes títulos sobre tarjetas postales, editores y fotógrafos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.- El Edén Hotel y La Falda a través de las Tarjetas Postales&lt;br /&gt;Los orígenes del suntuoso hotel, la parada y luego estación del Ferro Carril Córdoba y Nor-Oeste y de la nueva villa veraniega cordobesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.- El Fotógrafo Amadeo Gras y las Tarjetas Postales - una impensada participación&lt;br /&gt;La obra fotográfica de este daguerrotipista aplicada a las postales, conmemorando la Constitución de 1853 y sus Congresales&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.- Moroni editor de tarjetas postales de La Plata - Catálogo&lt;br /&gt;Catálogo enumerativo del editor platense de la década del ‘20&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.- Sendra - Ilustrador de Tarjetas Postales - Catálogo&lt;br /&gt;Descripción y listado de estas poco conocidas ediciones de Mar del Plata, Mendoza y Bariloche&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.- Las primeras Tarjetas Postales en el siglo XIX - primera parte&lt;br /&gt;Desde 1869 hasta las primeras argentinas con imágenes fotográficas. La idea, la primera del mundo, las que le siguieron y las primeras argentinas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.- Catálogo de las ediciones de Tarjetas Postales del Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires&lt;br /&gt;Editadas por la Dirección General de Museos, el Museo Casa Carlos Gardel, Museo del Cine. la Dirección General de Patrimonio y la de Casco Histórico en varias series de hermosa factura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.- Catálogo de las Tarjetas Postales de Ediciones Rememorando - 2a edición&lt;br /&gt;Cataloga, describe e ilustra topográficamente y por temas y sub-temas las más de 460 postales con fotografías antiguas, de tirada limitada a 50 postales de cada una, de toda la Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.- Catálogo de Tarjetas Postales - Editorial “El Ceibo”&lt;br /&gt;Cataloga y describe las ediciones de este prolífico editor actual y sus fotógrafos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.- Tarjetas Postales de Tierra del Fuego - Catálogo del editor José López - 2a edición&lt;br /&gt;Cataloga, precia y describe la única edición, de principios del siglo XX, de este enigmático editor de postales de dragas auríferas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13.- La mujer paraguaya en las tarjetas postales - Costumbres de principios del siglo XX&lt;br /&gt;Deliciosas imágenes de antaño&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El precio es de 39 pesos más gastos de envío (10 pesos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedidos a:&lt;br /&gt;Héctor Luis Pezzimenti&lt;br /&gt;Director&lt;br /&gt;Centro de Estudio e Investigación de la Tarjeta Postal en Argentina&lt;br /&gt;Buenos Aires&lt;br /&gt;E-mail: pezzimentihl@fullzero.com.ar&lt;br /&gt;Pagina Web: http://www.geocities.com/ceitpa/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Fotografías de Anatole Saderman en la Galería Vasari&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Una muestra de 30 imágenes invita a un recorrido por la profunda y sensitiva obra del fotógrafo Anatole Saderman, un auténtico maestro del retrato que nació en Rusia, pero vivió más de 60 años en la Argentina e inmortalizó a los más notorios pintores e intelectuales de nuestro país&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nació en Moscú en febrero de 1904 y murió en Buenos Aires en noviembre de 1993, poco antes de cumplir 90 años. Dedicó su vida entera a la imagen y decía que el alimento de su fotografía, igual que el de los pintores renacentistas, era la luz. No es otro que Anatole Saderman, maestro del retrato si los hay. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hasta el viernes 20 de abril, en la Galería Vasari (Esmeralda 1357, Buenos Aires, 4327-0664) se expondrán unas 30 fotografías vintage del hombre que plasmó los rostros de cientos de artistas e intelectuales argentinos y extranjeros, además de una colección de paisajes urbanos de Buenos Aires y otras capitales de Europa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de radicarse definitivamente en la Argentina, en 1932, Anatole Saderman y su familia de origen tocaron varios destinos en su ruta de emigrados. En 1918, un año después de la Revolución Bolchevique, dejaron Rusia y pasaron brevísimas temporadas en Lituania y Polonia para llegar a Berlín en 1921, donde el joven Anatole estudió filología eslava, historia del arte y dibujo. Pero la crisis económica hizo que los Saderman miraran hacia América del Sur. Asunción del Paraguay, Formosa, Montevideo. Allí aprendió el oficio, en los conventillos y las calles, cuando a sus 22 años tuvo ,por casualidad, su primera cámara fotográfica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se casó en Buenos Aires, aquí nacieron sus hijos y más tarde sus nietos, y fundó sucesivos estudios fotográficos (en Callao y Santa Fe, en Lavalle casi esquina Florida, en San Martín al 600) por donde desfiló –aseguran sus biógrafos– “medio país”. Logró imágenes famosas de Pablo Neruda, Benito Quinquela Martín, Alejandra Pizarnik, Carlos Alonso, Raúl Soldi, Antonio Berni. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Además de sus obras, dejó un decálogo para retratistas donde dice, entre otras cosas, cuando el retratista no es capaz de amar a quien fotografiará entonces es conveniente que al menos lo odie. “Si te es indiferente –advierte Saderman– fotografía mejor una botella...” &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artículo publicado en La Nación, Domingo 18 de marzo de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Galeria Vasari&lt;br /&gt;Hasta el 20 de abril&lt;br /&gt;Esmeralda 1357, Buenos Aires&lt;br /&gt;TE: 4327-0664&lt;br /&gt;www.galeriavasari.com.ar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Muestra fotográfica: "Luchas y proyectos" en el Museo Martiniano Leguizamón de Paraná&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se invita a la exposición fotográfica "Luchas y proyectos" que se inaugurará el día miércoles 25 de abril a las 18 horas en la ciudad de Paraná, Entre Ríos. La misma se exhibirá en el Museo de Entre Ríos, Instituto "Martiniano Leguizamón", calle Laprida y Buenos Aires de la nombrada ciudad. Se cerrará el día viernes 27 de abril y tendrá carácter de itinerante. La próxima ciudad donde se expondrá será Concepción del Uruguay en fecha a confirmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Luchas y Proyectos" es una muestra visual de la historia de las primeras organizaciones sindicales entrerrianas. El acontecimiento sobre el que se configura la misma, se focaliza entre los años 1918 y 1943. Está centrada en la historia de la Unión Obrera Departamental de Concepción del Uruguay. Pretende devolver a través de las imágenes un estilo de prácticas sociales poco conocidas en la provincia en particular y en la historia regional en general. La inauguración irá acompañada de una conferencia a cargo de la curadora de la muestra, Elisa D. Balsechi, se pretende crear una instancia de reflexión sobre el pasado para mirar el presente y proyectar el futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Museo de Entre Ríos, Instituto "Martiniano Leguizamón"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laprida y Buenos Aires, Paraná, Entre Ríos, Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Presentación del libro: "Residencias porteñas. Fotografías de interiores realizadas por Eugenio Avanzi hacia 1900"&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Instituto Histórico de la Ciudad de Buenos Aires tiene el agrado de invitarlo a la mesa "La imagen, ese viejo nuevo recurso documental" que se realizará el 2 de mayo a las 16,30 en la sala Alfonsina Storni de la 33º Feria del Libro. Participarán el investigador en fotografía Abel Alexander y la profesora Irene Marrone, especialista en documentales, coordinará Lidia González, jefa de investigaciones del Instituto Histórico de la Ciudad de Buenos Aires.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En esa oportunidad se presentará el libro "Residencias porteñas. Fotografías de interiores realizadas por Eugenio Avanzi hacia 1900", editado por el Instituto Histórico de la Ciudad De Buenos aires y cuenta con el estudio preliminar de Abel Alexander.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En el 2006 el Instituto Histórico de la Ciudad de Buenos Aires adquirió, en nombre del Ministerio de Cultura de la Ciudad una colección de fotografías que se presentaron a remate público por la firma Bullrich, Wernicke y Gaona. Esta serie de fotografías realizadas por Eugenio Avanzi, a comienzos del siglo XX, no sólo evidenciaban una alta calidad artística sino también un registro poco común de interiores de casas tradicionales de Buenos Aires. Esta colección incluye fotografías de interiores de casas de la alta y mediana burguesía porteña, salones, comedores, bibliotecas, así como algún consultorio médico o taller escultórico. Muchas de ellas corresponden a familias tradicionales porteñas, otras a profesionales donde se destacan los de origen italiano, cuya identificación figura al dorso, de puño y letra del propio Avanzi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esta publicación contamos con la gentil colaboración del prestigioso investigador en fotografía, Abel Alexander, quien ha realizado una investigación sobre el fotógrafo Eugenio Avanzi, la primera que se realiza sobre éste y su actuación en Buenos Aires.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexander sintetiza así el valor de estas fotografías: "el carácter documental que revisten estas imágenes del ayer, convierten a estos pequeños rectángulos de papel en preciosos testimonios visuales sobre nuestro pasado" y, agregamos, se constituyen en una fuente de información histórica privilegiada. Su incorporación al patrimonio público es un modo de preservar nuestro acervo cultural y difundirlo es ofrecer fuentes poco comunes para conocer e interpretar aspectos de la historia de nuestra ciudad y sus habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mayor información comunicarse al 4813-5822/9&lt;br /&gt;comunicación_ihcba@buenosaires.gov.ar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;La muestra de fotografía de bodas ahora en Bellavista&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Con mucha afluencia de público, hasta el sábado 14 de abril continuará abierta en la casona de Bella Vista Cultural la muestra denominada “1860-1960: Un siglo de novias a través de la fotografía”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta muestra, que viene siendo exhibida en otras ciudades, contiene fotos pertenecientes a la colección de Abel Alexander, historiador de la fotografía, y cuenta con la colaboración del Salón de Exposiciones León Gallardo, dependiente de la Secretaría de Cultura de la Municipalidad de San Miguel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La muestra fue inaugurada el 16 de marzo último, y cuenta con una exposición paralela de fotos y objetos del siglo referido, vinculados a novias y casamientos de antepasados o personas mayores de Bella Vista, que han sido prestadas por familias de nuestra comunidad local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El día del cierre, sábado 14, a las 11.45 horas, esperamos a todos los que lo deseen a tomar un cafecito y dejarse guiar por Abel Alexander en una visita explicada sobre los trabajos expuestos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La muestra sigue abierta, con entrada libre y gratuita, de lunes a viernes, de 17 a 20 horas, y los sábados, de 10 a 13. El Viernes Santo estará cerrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bellavista Cultural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riccheri 663 - Bella Vista - Buenos Aires – Argentina&lt;br /&gt;Secretaría: lunes a viernes, de 17 a 20 hs.;  sábados, 10 a 13.&lt;br /&gt;Tel. : 4468-1291&lt;br /&gt;bellavistacultural@speedy.com.ar&lt;br /&gt;www.bellavistacultural.com.ar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;La muestra "Por la fuerza del trabajo" continua abierta hasta el 9 de abril&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;La exposición fotográfica "Por la fuerza del trabajo" (1860-1940) organizada por la Fototeca "Benito Panunzi" de la Biblioteca Nacional continua abierta hasta el 9 de abril. La muestra presenta inéditas fotografías de gran relevancia histórica pertenecientes al fondo de la fototeca. Las mismas han sido seleccionadas tomando como temática el trabajo y su fuerza motriz en el crecimiento de nuestra nación, retratos del esfuerzo, del ánimo  y de la dignidad del pueblo argentino. La muestra se completa con una exhibición de cámaras antiguas pertenecientes al Museo Simik. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;La Fototeca "Benito Panunzi" invita asimismo a todos los profesionales, aficionados e interesados en el ámbito fotográfico a consultar su material bibliográfico y hemerográfico.  La institución cuenta con un importante fondo de mas de 1000  libros, catálogos, folletos y revistas; tanto sobre la fotografía Argentina como latinoamericana y mundial. Este material puede ser consultado libremente bajo el régimen de estantería abierta. Los interesados pueden visitarla en el tercer piso de la Biblioteca Nacional (Agüero 2502) en el horario de  9 a 16 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biblioteca Nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agüero 2502&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sala Leopoldo Marechal, 1° piso&lt;br /&gt;Capital Federal - Buenos Aires - Argentina&lt;br /&gt;Teléfono: (011) 4808 -6075&lt;br /&gt;Mail: fototeca@red.bibnal.edu.ar&lt;br /&gt;Web: www.bibnal.edu.ar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrada libre y gratuita&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comité Ejecutivo de la Sociedad Iberoamericana de Historia de la Fotografía&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abel Alexander&lt;br /&gt;Andrea Cuarterolo&lt;br /&gt;Roberto Ferrari&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__._,_.___ &lt;br /&gt;Mensajes con este tema (1) Responder (mediante la Web) | Crear un tema nuevo &lt;br /&gt;Mensajes | Marcadores &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Modificar la configuración mediante la Web (ID de Yahoo! obligatoria) &lt;br /&gt;Modificar la configuración mediante el correo: Cambiar a resumen diario | Cambiar el formato a Tradicional &lt;br /&gt;Visita tu grupo | Condiciones de uso de Yahoo! Grupos | Cancelar suscripción &lt;br /&gt;Actividad reciente&lt;br /&gt; 6Miembros nuevos&lt;br /&gt;Visita tu grupo &lt;br /&gt;Y! Respuestas&lt;br /&gt;Pregunt?/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente real te&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;responde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yahoo! Messenger&lt;br /&gt;Mensajero perfecto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Llam?de PC a PC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sin costo alguno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barra Yahoo!&lt;br /&gt;Todo a un toque&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acceso rápido a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;servicios Yahoo!&lt;br /&gt;. &lt;br /&gt;__,_._,___&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-9124223050384891610?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/9124223050384891610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=9124223050384891610' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/9124223050384891610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/9124223050384891610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/04/boletim-da-sociedade-iberoamericana-de.html' title='Boletim da Sociedade Iberoamericana de História da Fotografia'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-3883556030984613948</id><published>2007-04-13T12:37:00.000-07:00</published><updated>2007-04-13T12:51:47.041-07:00</updated><title type='text'>ILAM completa 10 anos</title><content type='html'>O Instituto Latinoamericano de Museus, sediado em São José, Costa Rica, está completando, em 2007, 10 anos de trabalho em prol dos museus e do patrimônio da América Latina, sob a coordenação da incansável Georgina DeCarli. Parabéns ao ILAM e a todos os latino-americanos que vêm contribuindo para divulgar nossos museus. Quem quiser conhecer as atividades do instituto pode ter acesso ao site www.ilam.org.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-3883556030984613948?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/3883556030984613948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=3883556030984613948' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3883556030984613948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/3883556030984613948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/04/ilam-completa-10-anos.html' title='ILAM completa 10 anos'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-2392011759830573556</id><published>2007-03-31T18:30:00.000-07:00</published><updated>2007-03-31T18:33:45.290-07:00</updated><title type='text'>Tese sobre Positivismo ganha prêmio internacional</title><content type='html'>A tese da historiadora gaúcha Elisabete Leal, defendida na UFRJ, acaba de receber o prêmio da Maison Auguste Comte de Paris. Parabéns à Bete! Leia mais no boletim da Faperj &lt;br /&gt;&gt; &lt;a href="http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=3562"&gt;http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=3562&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-2392011759830573556?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/2392011759830573556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=2392011759830573556' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2392011759830573556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2392011759830573556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/03/tese-sobre-positivismo-ganha-prmio.html' title='Tese sobre Positivismo ganha prêmio internacional'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-2328124048393163566</id><published>2007-03-31T17:38:00.000-07:00</published><updated>2007-03-31T17:47:04.729-07:00</updated><title type='text'>Formação técnica na área cultural</title><content type='html'>Mais uma notícia prendeu-me  a atenção neste final de semana. A notícia de que o Governo de São Paulo criará uma série de formações técnicas na área da cultura. Uma dessas formações refere-se ao campo dos museus. Aqui no Rio Grande do Sul já se tentou criar algo parecido que acabou não vingando, embora alguns dos técnicos formados estejam por aí e, salvo engano, sem atuarem nos museus. As novas graduações em museologia que estão surgindo no estado e os cursos de especialização, como o da UFRGS, tornaram obsoleta a discussão de uma formação técnica em nível médio nessa área?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-2328124048393163566?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/2328124048393163566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=2328124048393163566' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2328124048393163566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/2328124048393163566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/03/formao-tcnica-na-rea-cultural.html' title='Formação técnica na área cultural'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-5591373626270345208</id><published>2007-03-31T17:20:00.000-07:00</published><updated>2007-03-31T17:37:34.994-07:00</updated><title type='text'>Saber indígena</title><content type='html'>Chamou-me a atenção a notícia publicada pela Folha on line nesse final de semana, na qual informava hospital inaugurado no México utilizará alta tecnologia aliada à tradição indígena para tratar seus doentes. Pasmem, ao lado de moderna tecnologia, o hospital terá uma sala para curandeiros e um temazcal (banho a vapor) utilizado na medicina indígena.  O hospital atenderá os indígenas de Chiapas, estado onde se localiza o hospital. A notícia na íntegra está em  &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21886"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21886&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-5591373626270345208?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/5591373626270345208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=5591373626270345208' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/5591373626270345208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/5591373626270345208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/03/saber-indgena.html' title='Saber indígena'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3046519921166760787.post-6641138467794257414</id><published>2007-03-31T17:10:00.000-07:00</published><updated>2007-03-31T17:16:09.191-07:00</updated><title type='text'>Entre chapéus, fotos e fantasias de momo: as artimanhas do percurso museal</title><content type='html'>Este artigo está publicado na Revista do Patrimônio, na qual podem ser encontrados outros textos sobre museus e patrimônio. O site é &lt;a href="http://www.revista.iphan.gov.br"&gt;www.revista.iphan.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre chapéus, fotos e fantasias de momo: as artimanhas do percurso museal&lt;br /&gt;                                                                                  Zita Rosane Possamai&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se visita um museu, muitas perguntas podem ser feitas sobre os objetos dispostos nas vitrines, sobre temáticas e abordagens apresentadas nas exposições, sobre os artistas que mostram suas obras, entre uma infinidade de indagações possíveis. Raramente o visitante é conduzido a inquirir sobre o próprio museu, sobre sua trajetória e, muito menos, sobre como, afinal de contas, todos aqueles objetos foram parar ali. E, no entanto, a partir dessas interrogações pode-se encontrar pistas interessantes sobre a relação que homens e mulheres têm estabelecido com essas instituições seculares ao longo do tempo. E, como não poderia deixar de ser, de que maneira grupos, indivíduos e instituições lidam com seu passado e sua memória.&lt;br /&gt;Como compreender a presença no museu de um determinado objeto, quadro ou fotografia? O que fazem esses objetos colocados atrás de vitrines, à distância do visitante, diferentes daqueles que manuseamos em nosso cotidiano, em casa ou no supermercado? O que os torna assim tão diferentes e especiais? Considerando-se que os objetos no contexto de um museu transformam-se em documentos, ou seja, têm a função de fornecer informações sobre a sociedade, percebe-se que também podem informar sobre as motivações que levaram os atores sociais a inserí-los num museu.&lt;br /&gt;O objeto como peça de museu, distingue-se dos demais de duas formas. Uma que o reveste de um discurso enunciado através dos procedimentos de classificação, inventário, etiquetagem; outra quando ele é o resultado de uma escolha, expressa na sua admissão no interior de uma coleção. Essa passagem de um objeto do cotidiano à peça de museu revela motivações individuais ou sociais. Esse percurso pode ser feito através de uma busca efetivada pela instituição - de acordo com seus próprios critérios de coleta e pesquisa - ou pelas doações que são oferecidas ao museu. Dessa forma, o museu e os objetos ali preservados são frutos de uma vontade de conservação&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt; levada a efeito por grupos, instituições ou indivíduos. Tudo que é guardado no museu, deve-se a escolhas efetivadas por agentes sociais.&lt;br /&gt;Mas quem são, afinal de contas, esses atores envolvidos? Basicamente, pode-se dividí-los em dois grupos. O primeiro grupo compreenderia as pessoas pertencentes ao quadro da instituição ou que sobre ela exercem um determinado poder e que configurariam o que denomino aqui por campo museal &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;, aqueles agentes encarregados das tarefas práticas e simbólicas referentes à gestão da memória atinente ao museu. O segundo grupo abrangeria aqueles indivíduos exteriores ao museu e que, em dado momento ou circunstância, foram buscá-lo para doar um determinado objeto.&lt;br /&gt;De um lado e de outro, motivações, desejos e vontades vão balizando as escolhas do que deva ser considerado peça de museu e, conseqüentemente, configurando ao longo de uma trajetória variável no tempo, um determinado acervo. Nessa perspectiva, pode-se afirmar que o acervo dos museus é o produto das escolhas realizadas por determinados agentes sociais, estando diretamente relacionado às significações que estes atribuem aos objetos, ao próprio museu e ao que este deveria conter.&lt;br /&gt;No entanto, acreditar que essa relação seja igualitária ou, dito de outra maneira, que os doadores detenham o mesmo poder que os agentes do campo museal é, no mínimo, ingenuidade. Como é sabido, salvo exceções previstas como a do legado - na qual o museu não poderia se furtar à aceitação de dada doação - é o campo que detém o poder exclusivo de aceitar ou não um objeto, elevando o seu estatuto à peça de museu. Muito embora, no interior do campo museal possam estar presentes conflitos relacionados a essas escolhas.&lt;br /&gt;Analisar as representações presentes nas narrativas discursivas&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt; dos componentes de ambos os grupos, pode contribuir para problematizar algumas das imagens mais emblemáticas que carregam os museus, como aquela de ser um depósito de coisas velhas; pode ainda auxiliar na compreensão de como a sociedade estabelece vínculos de ordem subjetiva com os museus e como o passado e a história são representados por esses atores e, inevitavelmente, veiculados por essas instituições.&lt;br /&gt;Museu guardião&lt;br /&gt;Assim como não cabem mais no guarda-roupa, no armário ou em casa, os objetos em desuso no dia a dia parecem ter um fim único: o desaparecimento. Esta é uma das principais preocupações apontadas por doadores em relação àqueles objetos entregues ao museu. Eles acabariam “indo fora”, “indo para o lixo”. No entanto, levados para o museu eles seriam “guardados”. Ao museu, é delegada a função de guardar, lugar depositário de todas essas quinquilharias que não cabem mais no guarda-roupa, em casa, enfim, na vida dos indivíduos, grupos sociais ou instituições.&lt;br /&gt;Mas não são todos os objetos que são levados ao museu. Notadamente aqueles que perdem a sua utilidade e mobilizam uma vontade de preservação. Num primeiro momento, eles são guardados em casa ou em algum lugar fora do âmbito do museu e somente num segundo momento são doados àquela instituição. Como o indivíduo, obviamente, não guarda todos os objetos que passam pelas suas mãos ou circulam no seu cotidiano ao longo de sua vida, é correto supor que ele opera uma seleção entre as coisas materiais que vai guardar. A significação simbólica atribuída ao objeto é o que possibilita a sua conservação, num primeiro momento em casa e, posteriormente, no museu.&lt;br /&gt;No percurso que vai da guarda em casa para a guarda no museu, porém, o indivíduo atribui ainda um “outro valor” ao objeto. Ou seja, além do valor que ele próprio conferia em casa ao objeto, ele desconfia que no museu o objeto possa receber um outro valor, um valor diferente daquele que ele próprio atribuiu. Alguns depoentes citam esse valor como algo inerente ao fato de o objeto estar no museu, ou seja, ser peça de museu. Essa suspeita mostra a própria significação que alguns indivíduos elaboram em relação ao objeto inserido no contexto museal. Alguns chegam mesmo a citar “antigo” como uma característica que por si só coloca o objeto como de valor para o museu.&lt;br /&gt;Pode-se encontrar, assim, no mínimo três momentos em que são dados significações ou valores diferenciados ao objeto: o primeiro, de ordem subjetiva, é conferido pelo indivíduo a um determinado objeto, a ponto de garantir-lhe a preservação junto de si (afetivo, lembranças da infância, elo com mortos) pelo decurso de certo tempo; o segundo, quando passado um tempo mais prolongado, o detentor do objeto “desconfia” do valor potencial do objeto como peça de museu, devido à observação de suas características de antigüidade, geralmente; o terceiro, finalmente, quando ele é admitido no interior do museu, recebendo as significações do corpo funcional do museu, transformando-se em um dos objetos do seu acervo.&lt;br /&gt;Nesse percurso museal, não são necessariamente aceitas pelo museu as significações atribuídas pelo indivíduo de fora da instituição, porque, em alguns casos, talvez este nem chegue a expressar essas significações, mas sim aquelas que ele considera serem pertinentes para que o objeto seja considerado de valor para o museu, podendo ser as características de antigüidade, mas também outras, como, por exemplo, ser importante para a história do país, da cidade. Enfim, ele tenta expressar o seu ponto de vista e não considera sua própria significação subjetiva, afetiva, por exemplo, passível de fazer parte do museu. Esse aspecto reveste-se de interesse quando, em suas narrativas, os doadores enumeram a importância que o objeto teve para si, mas quando indagados sobre o motivo que os levaram a doar para o museu surgem outras respostas. É como se houvesse, em alguns casos, uma distância entre a atribuição de significado individual e o significado coletivo, atribuído para estar no museu.&lt;br /&gt;É recorrente nessas narrativas que entre as motivações para a doação está também aquela de uma nova organização na vida cotidiana, seja em termos espaciais, mudança de uma cidade para outra ou de uma casa para um apartamento menor, ou de novas situações a serem gerenciadas, como o nascimento e o crescimento dos filhos; o casamento; a introdução de novos materiais a serem utilizados em um culto; a morte de alguém muito próximo. Dispensar essas coisas antigas que não cabem mais no dia a dia, seria uma forma de organizar essa nova realidade a enfrentar, selecionando, excluindo, operando escolhas entre coisas relevantes para lembrar e coisas destinadas a esquecer. Afinal de contas, há um lugar reservado a isso tudo: o museu, depositário dos objetos destituídos de lugar na vida dos indivíduos, mas que, por seu valor, não merecem desaparecer.&lt;br /&gt;Nesse sentido, o museu é representado como um guardião. Guardião dos objetos, mas também dos significados, das lembranças, das memórias, do passado, das lembranças da infância e da juventude que eles carregam, enfim, de tudo que se considere importante para perdurar, “para ficar”, “para não se perder”. Pouco importa se esses objetos nunca mais serão vistos ou se o depoente irá um dia visitar o museu para relembrar aquilo que está depositado com eles. Não importa, pois se sabe que lá está “seguro”, “cuidado”, “guardado”. Se os objetos depositados no museu estão a salvo, pode-se permitir esquecer a sua existência, como ocorreu com alguns depoentes que não recordavam terem feito a doação há vários anos.&lt;br /&gt;O esquecimento da doação feita parece confirmar que junto de si aquelas coisas não teriam mais lugar, seja em espaço físico ou em disposição afetiva ou psicológica para gerenciá-las. Alguns depoentes - depois de relembrarem seus objetos, bem como os acontecimentos e sentimentos a eles relacionados - sentem vontade de revê-los. Mas é importante frisar que a ida ao museu para reencontrar esses objetos é uma mobilização de grande relevância, quase um ritual, que pode ser comparado à visita a um cemitério&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;“Nós éramos os guardiões”. Esta afirmação mostra o quanto a representação de museu guardião&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt; está presente também no interior do campo dos museus. A partir desta ótica, é necessário não apenas esperar aqueles objetos que chegam da sociedade naturalmente, mas buscar objetos julgados como merecedores de preservação no interior dos museus. Em umas narrativas analisadas, na qual uma funcionária do Museu relata que mesmo vendo o lado doloroso de procurar as famílias logo após a morte de um ente querido, imbuía-se da vontade de preservação e solicitava às famílias que doassem alguma coisa à instituição. Para ela, como responsável pela coleta do acervo, o Museu não poderia furtar-se ao seu papel de guardião, o que implicava a prática de procurar os parentes dessas pessoas que ela acreditava que deveriam estar representados no museu.&lt;br /&gt;Um aspecto relacionado ao museu guardião, colocado tanto por doadores como pelos funcionários do museu, é que o museu guarda, mas guarda “para a posteridade”, ou seja, só é dado sentido ao “guardar” se as gerações futuras puderem “ficar sabendo daquelas coisas antigas”. Caso contrário, o objeto “não tem nenhum valor”. Relacionando essa preocupação dos doadores à prática museal, desejam eles que o objeto seja exposto.&lt;br /&gt;Percebe-se, assim, um círculo completo, elaborado a partir das falas dos depoentes: o objeto perde a utilidade no seu cotidiano; passa a ser desprezado, principalmente pelas novas gerações (os filhos, os jovens) e, finalmente, torna-se fonte de conhecimento para aqueles que virão no futuro. Mas aí reside o ponto fundamental da representação do museu guardião. É esse lugar que dará ao objeto o valor necessário para que as próximas gerações o vejam com outros olhos. Ou seja, somente o museu, com a operação de transformação do objeto comum em peça de museu, tem a possibilidade de elevá-lo a um estatuto, que na vida cotidiana ele não tinha. Ou parecia não ter, bem entendido, para aquelas pessoas que não o revestiam das significações daqueles que o guardaram e, posteriormente, o doaram ao museu, pois é justamente por achar que o objeto tem um valor potencial o que faz as pessoas levarem-no ao museu.&lt;br /&gt;As práticas relacionadas à etiquetagem, à catalogação, à classificação, à conservação concretizam a operação de introdução do objeto no museu; a sua transformação em peça de museu. Porém, a exposição, através da qual o objeto será colocado em uma vitrine, configura-se no coroamento do processo de transformação desse objeto no sagrado. Como objeto sagrado, ele passa a ser intocável, seu significado passa a ser inquestionável, pode ser venerado pelo seu significado aparentemente inerente, ou seja, ser peça de museu. Não é à toa que grande parte dos doadores pressiona os funcionários da instituição para verem os seus objetos expostos.&lt;br /&gt;Na exposição o objeto passa a comunicar-se com as novas gerações, uma das preocupações presentes entre os doadores. A relação de representação entre os objetos (visível) e o mundo que representam (invisível) apenas pode ser satisfeita quando estes são submetidos ao olhar&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt;. Expô-lo poderia significar, assim, para muitos doadores, tornar possível a relação do objeto com tudo aquilo que desejam evocar, sejam aspectos atinentes à sua própria vida ou à vida de outras pessoas, instituições ou grupos sociais. Ou seja, tornar presente a sua dimensão simbólica, o que representam para além da sua materialidade. Como peça de museu, a sua duração reforça o caráter simbólico até que o objeto seja considerado sagrado. Dessa forma, o sagrado estaria relacionado não apenas aos objetos de culto, mas também quando se opera a escolha do que deve ser perpetuado individual ou coletivamente. O museu, assim, ao receber os objetos escolhidos pelos indivíduos para durarem, ao dar-lhes o estatuto de peça de museu, transformam simples objetos em objetos sagrados.&lt;br /&gt;Este processo fica claro na narrativa de uma das funcionárias do Museu, que se nega a utilizar a escrivaninha do antigo Intendente de Porto Alegre Otavio Rocha. Sua fala demonstra dois aspectos: o primeiro aquele que está relacionado à transformação do objeto em peça de museu, quando ele perde o valor de utilidade, passando a ser um suporte de informações sobre a sociedade, passando a ser um documento. O segundo, quando ele passa a ser também, para a depoente, um suporte de significação simbólica por ser peça de museu. A escrivaninha deixa de ser uma mesa e passa a representar a figura do Intendente Otávio Rocha. Inserido no museu, esse aspecto é reforçado até o objeto ser considerado sagrado, e, nesse sentido, intocável.&lt;br /&gt;Considerações finais&lt;br /&gt;As idéias aqui apresentadas, fruto de investigação pontual sobre uma dada instituição, talvez possam contribuir para repensar o universo dos museus. Em primeiro lugar, problematizar o museu e os acervos significa refletir sobre o campo museal, nos moldes aqui propostos, ampliando-o consideravelmente e ultrapassando suas fronteiras. Isso significa não limitar exclusivamente a um corpo de técnicos especialistas a tarefa de atribuição de valor aos bens culturais a serem preservados nos museus. Implica alargar a discussão sobre esse assunto a um número maior possível de indivíduos e de grupos sociais, possibilitando o surgimento de problemas ainda não contemplados ou enfrentados no mundo dos museus, como aqueles relacionados às subjetividades e às sensibilidades dos atores e grupos envolvidos na formação de determinados acervos. Em segundo lugar, problematizar os museus pressupõe concebê-los como um espaço de luta material e simbólica entre as classes, grupos e etnias&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;[8]&lt;/a&gt;. Alçando o museu e seus acervos a essa zona de conflito, pode-se ver o museu menos como um santuário dotado de verdades consagradas e mais como produtor e veículo de narrativas que estão enredadas em interesses, em desejos e em vontades de homens, de mulheres, de grupos e de instituições que um dia nas suas vidas vieram a se importar com os museus e com o lugar que estes ocupam na sociedade.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Doutora em História/UFRGS; Coordenadora do Museu IPA; docente do Centro Universitário Metodista IPA.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; GOURARIER, Zeev. Le musée entre le monde des morts et celui des vivants. Ethnologie française, t. 14, n. 1, janv. /mars 1984, p. 67-76, p. 68.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Sobre o conceito de campo, ver BOURDIEU, Pierre. As regras da arte. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.; sobre o conceito de campo do patrimônio ver LEWGOY, Bernardo. A invenção de um patrimônio: um estudo sobre as repercussões sociais do processo de tombamento e preservação de 48 casas em Antonio Prado/RS. Porto Alegre, 1992. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul e sobre a discussão do conceito de campo do patrimônio e subcampo dos museus ver POSSAMAI, Zita Rosane. Nos bastidores do museu: patrimônio e passado na cidade de Porto Alegre. Porto Alegre: EST, 2002. Adoto neste texto o conceito de campo museal no sentido de diferenciá-lo de campo museológico, que poderia levar a pensar em um recorte apenas profissional de atuação nos museus. Como refere Pierre Bourdieu, o conceito de campo não se limita a esse viés, é uma rede de relações objetivas, incluindo aqueles agentes que podem interferir nos processos práticos e simbólicos atinentes ao campo. Exemplificando, no caso do campo artístico, estudado pelo sociólogo francês, interferem artistas, historiadores da arte, marchands, críticos de arte, colecionadores, etc.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Algumas narrativas discursivas analisadas e que são base para a escrita desse texto encontram-se em Possamai, op. cit.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; DAGOGNET, François.  Le musée sans fin. Seyssel: Champ Vallon, 1993, p. 18-19.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; A representação de museu guardião aqui apresentada tem não apenas o sentido daquele que “conserva”, mas também aquele que “vigia “ e “protege”. Cabe observar que no dicionário Aurélio a palavra “guardião” é sinônimo de superior religioso de alguns conventos e “guardar” significa também “cuidar”, “vigiar com o fim de proteger”, não apenas deixar depositado, sem risco para a segurança. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio Básico da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/Folha de São Paulo, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; POMIAN, Krzysztof.  Colecção. In: Enciclopédia Einaudi. V. 1 (Memória-História). Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1984. p. 51-86.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn8" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=3046519921166760787#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; GARCÍA CANCLINI, Néstor.  Culturas híbridas: estratégias para entrar y salir de la modernidad. Buenos Aires: Editoral Sudamericana, 1995.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3046519921166760787-6641138467794257414?l=zita-possamai.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://zita-possamai.blogspot.com/feeds/6641138467794257414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3046519921166760787&amp;postID=6641138467794257414' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6641138467794257414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3046519921166760787/posts/default/6641138467794257414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://zita-possamai.blogspot.com/2007/03/entre-chapus-fotos-e-fantasias-de-momo.html' title='Entre chapéus, fotos e fantasias de momo: as artimanhas do percurso museal'/><author><name>Zita Possamai</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00478826433675479974</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_v82yu5VOzg8/SxrHdJ8-sjI/AAAAAAAAADU/TgulqsE1g3M/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
